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A Terra 2.0 já acumula perdas; o renascimento da criptomoeda sofre com a perda de credibilidade, após falhas no protocolo da antiga moeda
O plano de renascimento do ecossistema Terra (LUNA), com o lançamento da Terra 2.0, parece não ter vingado como Do Kwon, CEO da Terraform Labs, gostaria.
Apelidada de Phoenix-1, a rede principal da Terra 2.0 foi lançada neste sábado (28). E os investidores que possuíam a Terra Luna Classic (LUNC) e a TerraUSD Classic (UST) se tornaram elegíveis para receber os novos tokens (criptomoedas).
Vale ressaltar que a nomenclatura "Classic" remete à antiga criptomoeda e que a TerraUSD (UST) deixou de existir.
Mas a pergunta do momento é: vale a pena investir na nova criptomoeda? Se a resposta for de acordo com as primeiras horas, a resposta talvez seja não. Hoje, no dia do lançamento, a blockchain já derreteu mais de 60%.
Em suas primeiras horas de lançamento, a nova criptomoeda não conseguiu sair do vermelho.
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Por volta das 11h30, a Terra (LUNA) estava cotada a US$ 4,05, caindo cerca de 72,90%. Mas essa ainda não foi a mínima: no começo da manhã deste sábado, a criptomoeda era negociada a US$ 3,63. As informações são do CoinMarketCap.
Um dos motivos para isso é a insegurança dos investidores em relação ao projeto, já que o protocolo da nova Terra é, praticamente, uma cópia da antiga blockchain ‒ que deu errado.
Mas se a nova Terra (LUNA) for um projeto igual à criptomoeda promissora do início do ano, isso não significa que uma cópia teria tanto potencial quanto a anterior? A resposta é não.
A Terra era um projeto que pretendia substituir as stablecoins, sendo uma fonte de pagamento mais eficiente do que essas moedas estáveis. Mas a rede da LUNA acabou se desviando desse objetivo e buscou criar outros protocolos internos — entre eles, a também extinta stablecoin algorítmica TerraUSD (UST).
Além disso, a blockchain perdeu credibilidade do mercado e esse deve ser o fato que mais pesa para a criptomoeda conseguir ganhar tração.
*Com informações de CoinTelegraph
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