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Os fan tokens têm diversas finalidades e havia uma grande expectativa com a competição para que a Chiliz pudesse voltar a brilhar
A zebra corre solta pelos gramados cataris. O exemplo mais recente foi a eliminação da Espanha pelo Marrocos, na disputa de pênaltis. Mas enquanto o equino do mundo real estica suas patas na Copa do Mundo do Catar, o setor de criptomoedas também tem alguns resultados inusitados, como é o caso da Chiliz (CHZ).
A moeda digital da plataforma de negociação de fan tokens de clubes mais famosa do mundo era uma das favoritas para ter um desempenho acima do esperado. Afinal, um evento do porte da Copa deveria aumentar a procura pela criptomoeda, fazendo o preço subir.
Mas não foi o que aconteceu: o token CHZ registra queda de 35,68% desde o início da competição em 20 de novembro deste ano. Em 2022 a queda chega aos 46%.
A blockchain é usada pela Socios.com para permitir a emissão e negociação de tokens de esportes. Competições como UFC, times da liga de basquete norte-americana (NBA) entre outros patrocinadores emitem seus fan tokens por lá.
Os fan tokens geralmente são usados para dar preferência aos torcedores na hora de comprar ingressos, camisas, entre outras atividades. Há também quem compra esses ativos apenas para colecionar.
O investimento nessa classe de ativos digitais divide a opinião dos analistas, tendo em vista que o preço pode variar de acordo com a demanda, emissão, etc., e o usuário pode se beneficiar de qualquer alta das cotações.
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Mas o CHZ é a criptomoeda nativa da rede Chiliz. O crescimento da rede (blockchain) e o aumento da demanda por outros tokens tende a valorizar essa criptomoeda, que chegou a ser um dos projetos considerados mais promissores por analistas do mercado.
Isso porque além de esportes tradicionais, existe ainda o investimento no setor de e-sports e games, setores que tendem a gerar bastante receita. A própria Microsoft abriu a carteira e pretende desembolsar alguns bilhões para investir no setor.
A Chiliz também emitiu alguns tokens de seleções que disputam o mundial no Catar. Os times da Argentina, de Portugal e da Itália são alguns deles.
Então, por que o CHZ teve um desempenho aquém do esperado?
Na verdade, a “zebra” do mercado de criptomoedas já estava presente antes do primeiro apito soar pelos campos do Catar. Este tem sido um ano difícil para o mercado de ativos digitais, período conhecido como Longo Inverno Cripto.
Assim, o setor como um todo vem sentindo a pressão sobre as cotações. Bons projetos estão altamente descontados, enquanto alguns chegam a desaparecer do mapa.
Começando pelo cenário macroeconômico, os juros nos EUA escalaram da faixa de 0% a 0,25% ao ano para a faixa de 3,75% a 4,0% — o que por si só já teria potencial para impactar os negócios.
Mas o colapso do protocolo Terra (LUNA) e o efeito dominó no mercado foram demais para o setor. Primeiro, a Celsius suspendeu as negociações, o Three Arrows Capital (3AC) foi por água abaixo e, por fim, a falência da FTX.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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