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Além da tensão na Europa, as criptomoedas também esbarram na tendência de alta nos juros, que deixa osos títulos do Tesouro americano mais atrativos
Os principais expoentes do mercado de criptomoedas operam em forte queda na manhã deste domingo em meio à escalada da tensão no leste europeu.
Por volta das 13h45, o bitcoin (BTC) recuava 4,7%, a US$ 38.324, depois de voltar a flertar com as mínimas do início do ano. Já o ethereum (ETH) caía 4,9%, aos US$ 2.641.
É sempre bom lembrar que o mercado de moedas digitais opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, ainda que a liquidez caia consideravelmente aos sábados e domingos.
Confira a seguir o desempenho das cinco maiores moedas digitais no fim da manhã de hoje:
| Nome | Preço | 24h % | 7d % | |
|---|---|---|---|---|
| Bitcoin (BTC) | US$ 38.324,06 | -4,74% | -9,37% | |
| Ethereum (ETH) | US$ 2.641,59 | -4,92% | -8,42% | |
| Tether (USDT) | US$ 1,00 | -0,02% | -0,02% | |
| BNB (BNB) | US$ 380,78 | -5,30% | -4,87% | |
| USD Coin (USDC) | US$ 0,9996 | -0,03% | +0,02% |
Depois de alguma recuperação na primeira quinzena de fevereiro, o mercado de criptomoedas foi duramente afetado pelas notícias sobre a crise na fronteira entre a Rússia e a Ucrânia no decorrer da última semana.
A situação agravou-se hoje pela manhã, quando autoridades ucranianas acusaram rebeldes separatistas pró-Rússia de terem perpetrado "20 incidentes em violação ao cessar-fogo" em apenas 11 horas. O exército da Ucrânia assegura estar "pronto para qualquer cenário".
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Potências ocidentais lideradas pelos Estados Unidos acusam a Rússia de estar se preparando para invadir a Ucrânia. Já o governo russo denuncia o avanço da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) até suas fronteiras.
E enquanto EUA e Alemanha seguem divergindo em relação à adoção de sanções contra a Rússia, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, acusou o Kremlin de ter planos de deflagrar "a maior guerra já vista na Europa desde 1945". O comentário foi feito durante entrevista à BBC.
No campo diplomático, os presidentes da França, Emmanuel Macron, e da Rússia, Vladimir Putin, conversaram hoje por telefone. O líder francês tornou-se o mais frequente interlocutor europeu de seu homólogo russo nos últimos dias.
De acordo com o governo francês, Putin concordou com a realização, nas próximas horas, de uma reunião trilateral envolvendo representantes da Rússia, da Ucrânia e da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
Além disso, a batalha entre touros e ursos continua nas métricas internas da rede (blockchain) da maior criptomoeda do mundo. Mesmo com a taxa de mineração nas alturas, houve uma “macronização” dos investimentos de uma forma geral.
Isso significa que os ativos passaram a acompanhar os movimentos macroeconômicos ao invés de acompanharem seus fundamentos. Em especial, o Banco Central americano, o Federal Reserve, é o grande chefão dessa história.
Com a tendência de alta nos juros, os investimentos mais seguros do mundo — os títulos do Tesouro americano — passaram a ficar mais atrativos, o que retira recursos de ativos de risco, como ações e criptomoedas.
Dessa forma, os ativos digitais devem seguir a tendência de acompanhar as bolsas americanas até a próxima reunião do Fed, em março.
"A quinta-feira, em especial, trouxe uma correção forte e, neste momento, o BTC está brigando com a zona de 40k para decidir se vamos voltar a ver níveis na casa dos 30 mil ou se teremos uma reversão aqui. Apesar disso, não tivemos grandes motivos intrínsecos do mercado para a correção", disse o analista de criptomoedas da Empiricus, Vinícius Bazan.
Ele destaca ainda que a mineração do BTC conseguiu se reorganizar e voltar a bater recordes depois do banimento da China, no ano passado, o que mostra, mais uma vez, a solidez do mercado.
O presidente americano Joe Biden deve publicar o relatório da Casa Branca sobre criptomoedas na semana que vem, de acordo com informações do Yahoo Finance.
O texto deve ser abrangente na questão da regulamentação de ativos digitais. Segundo fontes oficiais, serão publicadas diretrizes sobre moedas digitais de bancos centrais (CDBCs, em inglês) e outros artigos criptográficos.
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