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Renan Sousa
Renan Sousa
É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney. Twitter: @Renan_SanSousa
ESQUENTA DA CRIPTO-SEMANA

Bitcoin (BTC) começa semana nos US$ 30 mil, mas criptomoedas precisam enfrentar o Fed e a inflação nos próximos dias; entenda

Além disso, na sexta-feira (27) será divulgada a inflação oficial dos Estados Unidos — o que pode colocar ainda mais pressão sobre as criptomoedas

Renan Sousa
Renan Sousa
23 de maio de 2022
11:38
Bitcoin (BTC) está em fino equilíbrio antes da divulgação de política de juros do Fed
Bitcoin segue pressionado e reajuste das criptomeodas não deve acontecer tão cedo; entenda. Imagem: Shutterstock

As criptomoedas aproveitam o dia de recuperação das bolsas internacionais para avançarem nesta segunda-feira (23). O bitcoin (BTC) conseguiu sustentar o nível de US$ 30 mil e tenta consolidar esse patamar de preço como novo suporte ao longo desta semana. 

A correlação com as bolsas internacionais sustenta o apetite de risco no mercado de criptomoedas. Os investidores procuram barganhas no mercado de  ações, e essa situação se repete no universo das moedas digitais: as altcoins, moedas alternativas ao bitcoin, operam em forte alta.

Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#NomePreço24h %7d %
1Bitcoin (BTC)US$ 30.314,820,94%1,62%
2Ethereum (ETH)US$ 2.058,411,90%1,83%
3Tether (USDT)US$ 0,9990,01%0,01%
4BNB (BNB)US$ 331,013,75%11,22%
5USD Coin (USDC)US$ 1,00-0,05%0,00%
6XRP (XRP)US$ 0,42441,13%1,76%
7Cardano (ADA)US$ 0,55041,28%-2,28%
8Binance USD (BUSD)US$ 1,00-0,09%0,04%
9Solana (SOL)US$ 53,393,54%-1,38%
10Dogecoin (DOGE)US$ 0,87041,01%-0,72%
Fonte: Coin Market Cap

ETFs de criptomoedas e bitcoin na bolsa brasileira

TickerGestoraPreçoVariação (24h%)
HASH11HashdexR$ 25,350,96%
ETHE11HashdexR$ 28,79-0,38%
BITH11HashdexR$ 34,12-1,10%
DEFI11HashdexR$ 23,207,66%
WEB311HashdexR$ 24,920,89%
QBTC11QR CapitalR$ 9,051,91%
QETH11QR CapitalR$ 7,141,85%
QDFI11QR CapitalR$ 4,409,18%
NFTS11InvestoR$ 39,374,99%
CRPT11VítreoR$ 8,283,24%
Fonte: Coin Market Cap

Os próximos passos do bitcoin

A pior fase da volatilidade do mercado de criptomoedas pode ter ficado para trás. Mas ainda existem desafios pela frente que devem fazer a montanha-russa dos preços dos últimos dias voltar a dar alguns loopings de deixar o investidor atordoado. 

Isso porque o bitcoin tem  dois dos seus maiores inimigos pela frente. O primeiro deles é a ata da reunião mais recente do Federal Reserve, que elevou os juros básicos dos EUA mais uma vez. 

A expectativa geral é de que a publicação traga novos direcionamentos para a política de juros dos Estados Unidos. Um aperto monetário mais intenso já está no radar dos investidores, que agora precisam “ver para crer”.

E uma baforada do dragão

Como se não bastasse, nesta sexta-feira (27), o departamento de trabalho dos EUA publicará o índice de preços ao consumidor, medido pelo PCE — o indicador preferido do Fed para decidir sobre a política de juros. 

A depender de como vierem os números, tudo que foi dito na ata da quarta-feira pode vir a baixo — ou pior, se intensificar. Uma inflação mais elevada que o esperado deve exigir um tom cada vez mais agressivo (hawkish) do BC americano, o que se refletiria em juros ainda mais altos. 

E como isso afeta o bitcoin?

Assim como no setor de tecnologia, as criptomoedas tendem a sofrer com os juros mais elevados. A criação de novos projetos criptográficos depende essencialmente de investimentos externos — e o crédito mais caro limita essa injeção de dinheiro. 

Somado a isso, o aumento do retorno dos Treasuries, os títulos do Tesouro norte-americano, atrai os recursos dos investidores por serem ativos extremamente seguros. Na outra ponta, ações e criptomoedas sofrem. 

Volatilidade elevada

Esse ambiente de juros mais alto traz reflexos diretos aos mercados. De acordo com uma pesquisa da Kaiko, o Nasdaq (a bolsa de tecnologia dos EUA), atingiu a maior volatilidade desde março de 2020 — momento em que foi declarado oficialmente que a covid-19 era uma pandemia. 

O levantamento também mostra as tendências de volatilidade do bitcoin e do ethereum, as duas principais criptomoedas do mundo. Repare que, a partir de maio, as oscilações tornaram-se cada vez maiores, num movimento que coincide com o do Nasdaq.

Vale lembrar, no entanto, que o mercado cripto teve um componente extra que aumentou ainda mais a volatilidade: a falha no protocolo da Terra (LUNA), que pulverizou o valor do ativo e lançou uma sombra de dúvida às moedas digitais como um todo.

PAPO CRIPTO #019 — Após a destruição, os próximos passos da Terra (LUNA)

Não perca o último Papo Cripto em que eu entrevisto Ray Nasser, CEO da Arthur Mining e especialista em moedas digitais:

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