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Além desses nomes de peso, grandes bancos como Santander e Itaú também fazem parte das propostas selecionadas pelo Banco Central
O sistema bancário brasileiro é conhecido por ser um dos mais desenvolvidos do mundo, com diversas opções de pagamentos, incluindo o famoso PIX. Agora, o Banco Central deu mais um passo em direção à criptomoeda nacional: o real digital.
As moedas digitais de Banco Central (Central Bank Digital Currency ou CDBC) são uma alternativa para o mercado tradicional incorporar a tecnologia blockchain. Contudo, as aplicações dessas criptomoedas ainda são pouco claras.
Pensando nisso, o BC publicou um edital no qual 43 empresas apresentaram 47 propostas para o uso do real digital por meio do LIFT (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas).
O laboratório do Banco Central reúne participantes do mercado interessados em desenvolver um produto viável com o objetivo de beneficiar o sistema financeiro nacional e trazer inovações à sociedade brasileira.
O foco desta edição são as aplicações do real digital. Entre as propostas, estão aplicações como as de entrega contra pagamento (DvP), pagamento contra pagamento (PvP), internet das coisas (IoT), finanças descentralizadas (DeFi) e soluções de pagamentos sem acesso à internet (dual offline).
Santander, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Mercado Bitcoin e Itaú Unibanco são nomes conhecidos do mercado.
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Mas os desenvolvedores da criptomoeda Aave (AAVE) foram uma surpresa para o mercado em geral. Esse é um dos principais protocolos de DeFi do mundo e faz parte de uma classe de ativos digitais focado em otimizar a experiência do usuário nesse tipo de transação.
Com a seleção feita, o Banco Central dará início ao acompanhamento e testes das propostas escolhidas a partir do dia 28 março.
O final dessa fase e o veredicto sobre o real digital só devem ser divulgados no final de julho de 2022.
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