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O que é melhor para a economia brasileira: seguir a razão e continuar o aperto monetário ou novos ajustes nos juros podem vir a debilitar ainda mais a estrutura econômica do país?
Bom dia,
Elinor, a filha mais velha da família Dashwood, é sensata e reservada. A irmã Marianne é impulsiva e se deixa levar pelos sentimentos.
Elas são as protagonistas de Razão e Sensibilidade, o clássico romance de Jane Austen. Agora imagine as irmãs na pele dos diretores do Banco Central brasileiro.
Elinor provavelmente defenderia uma mudança na postura do BC, que sinalizou o fim do ciclo de alta de juros na próxima reunião, quando a Selic deve subir para 12,75% ao ano.
O problema, diria ela, é que a inflação segue bem acima das expectativas. Na sexta-feira, o IPCA deu um susto com um salto de 1,62% na leitura de março.
Como se não bastasse, ainda temos a guerra entre Rússia e Ucrânia, que deve pressionar ainda mais os preços com a restrição de oferta de insumos como o petróleo.
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Nesse cenário, o mais racional seria dar sequência ao aperto monetário até os preços voltarem a ficar sob controle, concluiria Elinor.
É claro que Marianne não concordaria. Afinal, a Selic já vem de um ajuste violento que já dura mais de um ano. Uma dose ainda mais forte do remédio pode debilitar ainda mais o paciente — a economia brasileira.
Além do mais, tivemos a queda do dólar e a mudança na bandeira tarifária na conta de energia elétrica. Ambos os efeitos devem trazer alívio nos preços nos próximos meses.
E agora, o Banco Central deve seguir a razão ou a sensibilidade com a Selic? A Jasmine Olga traz as respostas na reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro.
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Aquele abraço e uma ótima semana.
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