O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidores institucionais muitas vezes são obrigados a abrir mão de oportunidades das quais nós, pequenos investidores, podemos obter ganhos vultosos
Na semana passada falamos sobre não ter preconceitos quando o assunto é investimentos.
Para ser sincero, eu nem acho isso tão ruim, já que é justamente por causa disso que conseguimos comprar esses papéis por preços baixos e aproveitar valorizações da ordem de +75% em PETR4 e +55% em BBAS3 em 2022.
Mas existe um outro nicho de empresas que a maioria dos investidores costuma evitar e que nos proporciona oportunidades ainda melhores do que essas.
Para nós, investidores individuais, não faz muita diferença se uma empresa tem o equivalente a R$ 600 milhões de ações negociadas por dia ou apenas R$ 20 milhões. Em qualquer um dos casos, não teremos grandes problemas para entrar ou sair desses ativos quando quisermos.
Mas para os grandes investidores institucionais isso faz uma enorme diferença.
Suponha um fundo de R$ 10 bilhões sob gestão, que decida alocar 1% do seu patrimônio na Lojas Quero-Quero (LJQQ3), que negocia em torno de R$ 20 milhões por dia.
Leia Também
Esse investimento, que somaria R$ 100 milhões ao todo na varejista de materiais de construção, demoraria pelo menos cinco pregões para ser montado e mais cinco caso a gestora decidisse abandonar a posição.
Além de poder acontecer muita coisa no mercado nesse meio-tempo, é bem provável que a escassez de compradores e vendedores do papel faça os preços se mexerem bastante durante essas movimentações. O fundo acabaria pagando mais caro do que queria e vendendo mais barato do que gostaria – isso se conseguisse vender.
Esse problema não aconteceria com Banco do Brasil, Gerdau e Petrobras, por exemplo, que têm volumes diários de negociação de R$ 700 milhões, R$ 350 milhões e R$ 3 bilhões, respectivamente.
Muitas vezes, esses fundos gostariam de investir em empresas menores, com bons fundamentos e grande potencial de crescimento. Mas eles simplesmente não conseguem. Eles precisam esperar que essas empresas cresçam mais antes de poder investir nelas.
Por exemplo, mesmo mostrando ótimos fundamentos desde o início, muitos fundos não puderam pegar os bem mais de mil por cento de valorização de Localiza (RENT3) e da RD (RADL3) desde o IPO justamente por causa desse empecilho.
Repare como as ações negociavam volumes bastante baixos em 2007 e só começaram a permitir investidores maiores depois de 2010, quando já tinham se valorizado bastante.
Azar o deles, porque nós não temos esse problema!
Como pequenos investidores, temos a oportunidade de investir em empresas que ainda estão fora do universo de investimentos da grande maioria dos fundos e investidores institucionais.
Aliás, na Empiricus temos uma série dedicada a encontrar justamente essas oportunidades: o Microcap Alert.
Elas estão fora do alcance dos grandes investidores, mas contam com potencial para um dia chegarem lá. Mais importante: se isso acontecer, como nos casos da Localiza e da RD, quem conseguir embarcar cedo nessas histórias conseguirá embolsar verdadeiras boladas.
A Lojas Quero-Quero é apenas uma dessas empresas pequenas com esse tipo potencial, e nesta semana eu e o Rodolfo fizemos uma live mostrando o motivo de gostarmos tanto da companhia.
Combinação de longo track record de operação, grande espaço para crescimento, disciplina financeira e enormes diferenciais competitivos para a concorrência são apenas alguns dos motivos.
Um grande abraço e até a semana que vem!
Ruy
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam