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O Nubank virou rei na competição com os bancões, mas a nudez dos balanços amargou o gosto dos investidores pela fintech; veja o que esperar do resultado do primeiro trimestre
No país das empresas de tecnologia que surgiram para competir com os grandes bancos, o Nubank virou rei. Com seu cartão de crédito sem tarifas, a fintech conseguiu algo que parecia impossível para uma instituição financeira: ser amada pelos clientes.
O manto roxo até parecia sagrado, mas quem se dava ao trabalho de olhar por baixo ficava intrigado com um detalhe: o rei estava nu. Quer dizer, não dava lucro.
Para bancar o crescimento e chegar aos quase 60 milhões de usuários, o Nubank precisou recorrer a seguidas rodadas de investimento.
A última rodada de captação aconteceu com o IPO na bolsa, em dezembro do ano passado, quando o Nubank captou 2,8 bilhões de dólares.
Em um mundo com taxas de juros negativas, caminhar sem lucro por aí não parecia ser um problema. Ao contrário, soava até antiquado criticar o modelo de negócios de empresas como o Nubank.
Mas agora a situação mudou, e não são poucos os investidores incomodados com a nudez dos balanços do banco digital. Quem investiu nos papéis negociados na B3 na abertura de capital amarga uma perda de metade do capital até o momento.
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Um novo desfile está marcado para esta segunda-feira, após o fechamento da bolsa. O rei das fintechs estará nu mais uma vez? A nossa estilista do setor financeiro Flavia Alemi conta para você o que o mercado espera dos resultados do primeiro trimestre do Nubank.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
SEGREDOS DA BOLSA
Desaceleração da China gera mal estar e bolsas amanhecem pressionadas; Ibovespa acompanha tensão na Petrobras (PETR4). No panorama doméstico, os balanços de Magazine Luiza, Nubank e outros movimentam o dia.
'PERGUNTA PRO SACHSIDA'
Bolsonaro se pronuncia sobre ‘fritura’ e possível mudança na cúpula da Petrobras (PETR4). Presidente voltou a dizer que “ninguém vai tabelar preço de combustível”, mas afirmou que a “finalidade social” da estatal não está sendo cumprida.
MAGALU REBAIXADO
JP Morgan corta previsão para ações do Magazine Luiza (MGLU3), mas projeção ainda é de alta de quase 50%. O cenário de alta dos juros deve pressionar o varejo, mas o banco norte-americano entende que a empresa está bem posicionada no setor.
NOVA FRENTE DE GUERRA?
Vizinhas da Rússia, Finlândia e Suécia querem se juntar à Otan. Iniciativa eleva tensão na Europa. Vladimir Putin, presidente russo, já havia antecipado que ingresso dos países na aliança militar exigiria retaliações.
MONEY TIMES
Xangai reabre mais pontos comerciais fechados pela Covid. A maior cidade da China começou hoje a reabrir estabelecimentos como shoppings e salões de beleza, após semanas em lockdown rígido para conter a Covid-19.
ESFRIOU
Ano deve ter queda de fusões e aquisições, mas 2022 conta com negócios de grande porte. Entre os fatores que causaram essa freada estão a guerra entre Rússia e Ucrânia e a expectativa de desaceleração na China, após lockdowns para conter os casos de covid.
ROTA DO BILHÃO
Como Beto Sicupira, fundador da Ambev, se tornou o 5º homem mais rico do Brasil. Sócio de Jorge Paulo Lemann e Marcel Telles e chamado de “rolo compressor” nas empresas, Sicupira atingiu uma fortuna de US$ 8,3 bilhões (R$ 42,6 bilhões).
Uma ótima semana para você!
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