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A crise das tulipas foi a primeira grande bolha especulativa de que se tem conhecimento. Séculos depois, surgiram muitas outras bolhas financeiras, como a atual febre dos veículos elétricos
Quando Charles de l’Écluse começou a plantar tulipas, no fim do século 16, é improvável que tenha imaginado que, apenas algumas décadas depois, a vida de muitos de seus compatriotas seria arruinada por aquelas belas flores.
Elas são raras no Brasil, onde o clima não lhes é favorável. Mas tornaram-se uma febre na Holanda do início do século 17. Cobiçadas, as tulipas rapidamente transformaram-se em artigo de luxo e símbolo de status.
Holandeses de todas as classes sociais desfaziam-se de suas posses para investir em tulipas. Quanto mais exótica e rara, mais cara a flor.
Conta-se que um único bulbo chegou a ser cotado pelo equivalente a 24 toneladas de trigo na década de 1620. Se uma tonelada de trigo custa hoje mais de R$ 2.100, estaríamos falando de algo em torno de R$ 50 mil. Por apenas uma flor.
Mas o preço continuou a subir. Surgiram então os contratos futuros de bulbos de tulipa. A especulação correu solta até os idos de 1637. Foi quando, num momento de desconfiança, os investidores saíram atrás do resgate dos títulos. Não deu outra. A corrida pelos saques levou a uma queda brusca nos preços, os contratos viraram pó e muita gente perdeu tudo o que tinha.
Explodia a primeira grande bolha especulativa de que se tem conhecimento. Muitas bolhas financeiras formariam-se - e explodiriam - nos séculos seguintes em diversas partes do mundo.
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Uma das mais conhecidas em anos recentes foi a bolha das empresas pontocom, no ano 2000. Mesmo com toda a atenção devotada pelo então presidente do Fed, Alan Greenspan, à “exuberância irracional” dos mercados, a bolha estourou, um monte de empresa quebrou e muita gente viu seus investimentos virarem pó.
Entretanto, a experiência não evita que novas bolhas se formem. Uma das grandes febres dos últimos tempos no mercado financeiro foi a que assomou as ações das montadoras de veículos elétricos.
Na base do “medo de ficar de fora” de uma grande oportunidade, muitos investidores compraram as promessas exageradas feitas por essas empresas.
Acontece que isso formou uma bolha, como aquela das tulipas, e a realidade agora cobra a conta, explica Richard Camargo, nosso colunista - e botânico nas horas vagas.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas aguardam falas de Jerome Powell; Ibovespa acompanha instauração da CPI da Petrobras (PETR4) e combustíveis hoje. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também participa de evento sobre política monetária nesta quinta-feira.
DEMOROU, MAS APROVOU
Um negócio de R$ 2 bilhões: Cade aprova compra da GasPetro pela Compass, subsidiária da Cosan (CSAN3). O negócio foi fechado em julho do ano passado, mas ainda depende de outras condições previstas em contrato para que o acordo seja concluído.
REMÉDIO PARA O BOLSO
Dividendos: Hypera (HYPE3) distribuirá R$ 194 milhões aos investidores. Veja quem tem direito ao pagamento. O mês de junho foi marcado por boas notícias para os acionistas da farmacêutica, que receberão cerca de R$ 0,30776 por ação em proventos.
EU VOS DECLARO...
Localiza e Unidas marcam data para oficializar fusão dos negócios. Empresas divulgarão um comunicado ao mercado com os detalhes sobre os procedimentos relacionados à união.
MARGEM DE ERRO?
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ELEIÇÕES 2022
Super trunfo: Simone Tebet quer jogar com o fato de ser desconhecida e a única mulher candidata para ter mais chance de vencer. A pré-candidata da terceira via diz que não se importa com a baixa performance nas pesquisas de opinião e afirma que impopularidade é um ativo importante para as eleições.
UMA FORTUNA EM JOGO
Mega Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 80 milhões. Veja as dezenas sorteadas e saiba como aumentar suas chances de ganhar. O próximo sorteio acontece em 25 de junho.
CHEGOU A SUA VEZ?
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Uma boa quinta-feira para você!
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