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No primeiro dia da volta ao fechamento às 17h, o Ibovespa terminou o pregão em queda de 1,60%, aos 109.928 pontos
Não é só na filosofia que tudo o que é sólido desmancha no ar. No mercado financeiro, por exemplo, a rigidez do minério de ferro e a consistência do petróleo não impediram que as cotações das duas commodities derretessem nesta segunda-feira (14) e derrubassem o Ibovespa.
O barril do Brent, utilizado como referência internacional, recuou 5,88%, negociado a US$ 106,04. A queda do minério de ferro foi ainda mais acentuada: a matéria-prima do aço recuou 7,33%, para US$ 143,70 a tonelada, no porto de Qingdao, na China.
O mau desempenho atrapalhou a cotação das empresas que trabalham com as duas commodities — e, como é o caso de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), têm um grande peso na carteira —, levando o principal índice da B3 a inverter o sinal logo após a abertura.
Ao longo do dia, o novo adiamento das negociações de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia e a virada para o vermelho também no exterior pioraram o cenário. Em Wall Street, pesaram tanto a guerra quanto a política monetária — a nova decisão do Federal Reserve (Fed) deve ser anunciada na quarta-feira (16).
Com isso, o Ibovespa aprofundou as quedas e, no primeiro dia da volta ao fechamento às 17h, recuou 1,60%, aos 109.928 pontos.
Já o dólar seguiu a trajetória oposta. A moeda norte-americana chegou a ficar abaixo dos R$ 5,04 durante a manhã, mas virou o jogo e registrou alta de 1,30%, a R$ 5,12.
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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
DESTAQUES DA BOLSA
Vale (VALE3) cai mais de 5%, mas essa pode ser uma boa notícia para os investidores. Somado às quedas dos últimos dias, o novo recuo apaga os ganhos acumulados pela companhia em março e abre uma nova oportunidade de compra.
BEM POSICIONADA
Diversificação que compensa: Credit Suisse mantém recomendação de compra para WEG (WEGE3) e vê potencial de valorização de 40%. Segundo analistas, a empresa poderá tirar proveito da aceleração do plano de transição energética da União Europeia.
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NORMAS MAIS RÍGIDAS
Nubank (NUBR33) pode precisar de R$ 1,8 bilhão em capital para atender a nova regra do Banco Central. Com uma carteira de US$ 5,2 bilhões (R$ 26 bilhões) em financiamentos por cartão de crédito, o roxinho deve ser o mais afetado pelas medidas, segundo os analistas do Goldman Sachs.
CONTA PARA CRIANÇAS
Vale a pena abrir uma conta C6 Yellow, do C6 Bank, para o seu filho? A conta digital do banco para menores de idade tem alguns recursos de monitoramento dos gastos pelos responsáveis e cartão de débito personalizável.
PERSISTÊNCIA
Mais um fora? brMalls (BRML3) nega ter recebido nova proposta da Aliansce Sonae (ALSO3); relembre a história. A informação chegou ao mercado nesta segunda-feira (14) por meio de fato relevante registrado junto à CVM.
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