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Depois de fechar o primeiro mês do ano no vermelho e sofrer um duro golpe com o 'efeito Facebook', as bolsas americanas parecem ter encontrado um pouco mais de tranquilidade diante de uma agenda esvaziada, o que permite uma recuperação saudável das perdas recentes.
Os dados de emprego mais fortes do que o esperado divulgados na última sexta-feira ainda ecoam pelas ruas de Wall Street, mas, pelo menos por enquanto, o foco se desvia de qual devem ser os próximos passos do Federal Reserve. Com isso, a quarta-feira fechou com uma alta de 2,08% para o Nasdaq e um avanço de 1,45% e 0,85% para o S&P 500 e o Dow Jones, respectivamente.
O apetite por risco também reverberou pelos corredores da B3, mas de forma bem mais comedida. Em mais uma sessão volátil e com muita oscilação beirando a estabilidade, o Ibovespa encerrou o dia em leve alta de 0,20%, aos 112.461 pontos.
A maior parte da pressão na bolsa veio do desempenho negativo do setor bancário, em reação ao balanço do Bradesco abaixo do esperado pelo mercado. Do lado positivo, tivemos dados econômicos melhores tanto de inflação como das vendas no varejo.
Mas os ecos mais fortes seguem sendo aqueles que guiam os investidores em direção a uma imagem mais clara do que o Banco Central espera para a taxa de juros. Nesta manhã, o diretor de política monetária do BC, Bruno Serra, repetiu em evento as mensagens deixadas pela ata da última reunião, divulgada ontem.
Serra mostrou preocupação com as questões fiscais – como a PEC para a redução dos preços dos combustíveis, que pode trazer um impacto de até R$ 100 bilhões nos próximos anos.
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Ele também confirmou que o ciclo de aumento da taxa básica de juros deve seguir por mais algumas reuniões, o que pressionou a curva de juros nos vencimentos de curto e médio prazo, sem impacto da inflação abaixo do esperado.
O efeito da fala também reverberou no câmbio. O dólar à vista foi favorecido mais uma vez pelo generoso fluxo de recursos estrangeiros e recuou 0,64%, a R$ 5,2269. Hoje, o Bank of America (BofA) chegou a recomendar posição na bolsa brasileira em detrimento de outros países da América Latina.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
QUEM DÁ MAIS
Bitcoin (BTC) em análise: dois estudos apontam para diferentes direções para o futuro do preço da maior criptomoeda do mundo. Mas quem estará certo? Especialista comenta. Enquanto uma delas acredita que o bitcoin pode chegar até os US$ 200 mil, a outra prevê que a maior criptomoeda do mundo deve voltar aos US$ 38 mil.
DIMINUINDO A VELOCIDADE
Luz amarela no e-commerce: XP corta preço-alvo de Americanas (AMER3), Magalu (MGLU3), Via (VIIA3) e Enjoei (ENJU3). Inflação e juros altos são motivos de tensão para essas empresas, que podem ter na Copa do Mundo e na competição mais racional o ponto de virada para o desempenho deste ano.
PAPEL EM ALTA
Klabin (KLBN11) vai pagar R$ 377 milhões em dividendos após registrar lucro bilionário em 2021. Empresa teve um ano forte, ajudada pela alta na celulose e pelo câmbio. E, junto ao lucro, anunciou dividendos complementares.
MEDIANTE REMÉDIOS
Em virada no último minuto, Cade aprova venda da Oi Móvel para Claro, Vivo e TIM; OIBR3 vira e sobe na bolsa após decisão. Conselho deu luz verde para o negócio mediante a imposição de ‘remédios’ para mitigar potenciais riscos à concorrência no setor de telecomunicações.
EM RECUPERAÇÃO
Vendas nos shoppings melhoram mas não retomam patamar pré-pandemia; conheça as perspectivas para 2022. Mesmo que subam para R$ 181 bilhões em 2022, o resultado ainda será 6% menor do que os R$ 192 bilhões de 2019.
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
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