O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em momentos de crise, é importante manter uma parcela dos seus investimentos em ativos que costumam se salvar quando tudo dá errado, como o dólar. Veja o que esperar da moeda norte-americana e do ouro
Bom dia!
O ganhador do Nobel Milton Friedman popularizou uma frase que se tornou lugar-comum não só no mercado financeiro como na vida: “não existe essa coisa de almoço grátis”.
Se alguém oferece a você algo sem cobrar nada em troca, saiba que outra pessoa está pagando a conta — ou talvez você mesmo sem saber.
Mas para Harry Markowitz, outro vencedor do Nobel (a quem tive o privilégio de entrevistar), existe, sim, uma forma de almoço grátis no mundo dos investimentos: com a diversificação.
Ele provou que uma carteira composta por diferentes ativos e não correlacionados entre si reduz o risco do portfólio sem comprometer o retorno.
Uma maneira eficiente de garantir o seu prato no almoço grátis é manter uma parcela dos seus investimentos em ativos de proteção, aqueles que costumam se salvar quando tudo dá errado.
Leia Também
É por isso que a minha resposta para a pergunta “está na hora de comprar dólar” é sempre “sim”, independentemente da cotação.
Além da moeda norte-americana, o ouro é outro ativo que provavelmente não vai deixar você milionário, mas se mostra valioso como hedge (proteção) em momentos de crise.
Na estação derradeira da nossa série Onde Investir em 2022, o Ricardo Gozzi e a Carolina Gama contam como você pode fazer o hedge da sua carteira e o que esperar do dólar e do ouro.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas sobem antes da inflação dos EUA e publicação do Livro Bege; Ibovespa deve sentir volatilidade hoje. Cenário doméstico permanece atento à corrida eleitoral e à carta do presidente do BC ao ministro da Economia.
O PROBLEMA NÃO SOU EU, É VOCÊ
Campos Neto publica carta e não vê culpa nenhuma do BC no estouro da meta de inflação. Quem ler o documento de 15 páginas divulgado na última terça-feira não vai encontrar nenhum “mea culpa” do BC, responsável pelo controle da inflação. Veja as desculpas da autoridade monetária para o descontrole dos preços.
O APERTO MORA AO LADO
Os juros nos EUA vão subir, mas o que isso significa para o investidor brasileiro? Banco central norte-americano deve elevar a taxa básica, hoje perto de zero, pelo menos três vezes este ano e efeitos desse aperto vão das ações aos Treasuries.
PRIVATIZAÇÃO MARCADA
Eletrobras (ELET6) pretende pedir registro para oferta global de ações no segundo trimestre. A quantidade de ativos envolvidos no follow-on e a faixa indicativa de preço para os papéis, porém, ainda não foram definidos.
PREPARE O BOLSO
Ações da Petrobras (PETR4) sobem forte após estatal voltar a aumentar o preço dos combustíveis; veja os novos valores da gasolina e do diesel. A política de preços da petroleira implica em dores no bolso dos motoristas, mas é bem vista pelo mercado financeiro.
ONDE HÁ FUMAÇA, HÁ FOGO
“Monstro do Leblon” ressurge com redução de participação no Banco Inter (BIDI11); entenda. Só de units, o Ponta Sul – fundo gerido por Flávio Gondim – tinha 93 milhões de ações do banco digital. Na semana passada, em leilão na B3 que movimentou quase R$ 800 milhões, vendeu 30 milhões delas.
ESTÃO BARATAS?
BTG Pactual (BPAC11) anuncia plano bilionário de recompra de ações. O programa visa a ‘maximizar a alocação de capital’ do banco e pode se estender por até um ano e meio.
MONEY TIMES
B3: Ação está com desconto de 45%, calcula Bank of America. O BofA tem recomendação de compra para os papéis, com preço-alvo de R$ 19, potencial de alta de cerca de 70% frente ao último fechamento.
Uma ótima quarta-feira para você!
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais
Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas
Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje
Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana
O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado
Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo
A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia
Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro