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O primeiro mês de 2022 nos mercados foi bem diferente do final de 2021. Vimos a bolsa brasileira subir quase 7% enquanto lá fora os índices de ações caíam, e ainda que tenha se valorizado ante moedas fortes, o dólar perdeu quase 5% em relação ao real, recuando para R$ 5,30.
Os dois fatos estão intimamente ligados. A moeda americana caiu porque recursos estrangeiros ingressaram no país, e um dos motivos foi a busca de ações brasileiras pelos investidores gringos.
Mas por quê? O que mudou - se é que algo mudou - do fim do ano passado para cá? De repente a bolsa brasileira ficou atrativa?
E essa busca por ações negociadas na B3 não foi a única razão para a queda do dólar. O desempenho da moeda americana tem relação também com outros importantes acontecimentos econômicos recentes, como a alta dos preços das commodities, o aperto monetário do Federal Reserve, o banco central dos EUA, e a alta da Selic por aqui.
Aliás, nesta última semana, nosso Banco Central aumentou a taxa básica de juros em 1,5 ponto percentual mais uma vez, de 9,25% para 10,75% ao ano.
Sendo o sobe e desce do dólar um tema que mexe diretamente com o bolso dos brasileiros e acende emoções e reações apaixonadas, a queda recente da moeda americana foi o assunto do podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro nesta semana.
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Eu, Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro discutimos os motivos que trouxeram alívio à divisa da terra do Tio Sam, falamos sobre as perspectivas para a moeda daqui para frente e tentamos responder à questão: afinal, vai ter Disney em 2022? Além disso, é claro, elegemos os nossos touros e ursos da semana.
Para ouvir a nossa conversa basta clicar aqui e apertar o play!
Veja também as principais reportagens do Seu Dinheiro na última semana e o que de mais importante aconteceu no mercado:
DE VOLTA AOS DOIS DÍGITOS
Como ficam os seus investimentos em renda fixa com a Selic em 10,75%. Taxa básica de juros deve subir mais ao longo do ano. Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa com a nova alta da Selic.
BALANÇO DO MÊS
Com alta de 7% do Ibovespa, bolsa é o melhor investimento de janeiro, e bitcoin é o pior; veja o ranking completo. Retorno de recursos estrangeiros para o Brasil levou à alta do principal índice da B3, além de queda do dólar; mas perspectiva de alta na Selic beneficiou os investimentos mais tradicionais da renda fixa conservadora.
FLOPOU
Mark Zuckerberg não curtiu. Meta, dona do Facebook, derruba Nasdaq e arrasta bolsas após queda inédita no número de usuários. Fundador da empresa aponta a concorrência do Tik Tok e o bloqueio de dados da Apple como os grandes vilões do desempenho no quarto trimestre do ano passado.
GIGANTES NO RINGUE
Após explosão de ganhos com pandemia, ações das big techs sofrem com queda das bolsas nos EUA; ainda vale a pena investir? Até mesmo quem encara o investimento como arriscado neste momento enxerga nas big techs fundamentos sólidos, perspectivas de crescimento e lucro.
A NATA DA B3
As ações favoritas dos analistas nas carteiras recomendadas de 14 corretoras para fevereiro. Perdido nas águas misteriosas do mercado acionário? Vale (VALE3) e outras duas ações ajudam a acertar o curso da sua carteira no mês.
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O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado
A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo
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