🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Mercado em 5 Minutos: Quando a ressaca da recessão global insiste em não passar

Um fator de piora foram as projeções econômicas do Fed, que sugeriu taxas de juros ainda mais agressivas nas duas últimas reuniões do ano para combater a inflação elevada

23 de setembro de 2022
10:45 - atualizado às 10:46
Homem de ressaca
Homem de ressaca - Imagem: Pixabay

Bom dia, pessoal. Lá fora, os mercados ainda parecem de ressaca das decisões de política monetária anunciadas nesta semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Ásia, as ações fecharam em queda nesta sexta-feira, acompanhando as movimentações negativas dos mercados globais durante o pregão de ontem, diante das preocupações com a possibilidade de recessão após os recentes aumentos agressivos das taxas de juros pelo Fed e outros grandes bancos centrais.

Na Europa, a manhã é de queda para os ativos de risco, assim como se observa nos futuros americanos.

Um fator relevante de piora foi o compêndio de projeções econômicas do Fed, que sugeriu taxas de juros ainda mais agressivas nas duas últimas reuniões do ano, à medida que o banco central continua seus esforços agressivos para combater a inflação elevada.

O Brasil, por outro lado, tem conseguido se desvencilhar dessa realidade, mas com ADR brasileiras caindo lá fora nesta manhã, como Petrobras e Vale, que reagem à queda das commodities, fica difícil estar animado nesta sexta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ver...

Leia Também

00:38 — Desafiando o Copom

No Brasil, nem a fala agressiva do Banco Central na noite de quarta-feira (21) foi capaz de assustar os investidores, que ficaram animados com as perspectivas otimistas do final do ciclo de aperto (pelo menos por enquanto). 

O fato de o Brasil ter se adiantado com relação à política monetária nos coloca numa posição privilegiada.

Talvez tenha até havido uma euforia em demasia sobre a curva de juro, que recuou bem em todos os vértices, apesar da necessidade de se manter a taxa de juros elevada por mais tempo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, a perspectiva de uma flexibilização monetária na segunda metade de 2023 permite um certo tom mais relaxado sobre os ativos de risco.

Ninguém tem ligado muito para a política, essa é a verdade, com exceção dos torcedores (dos dois lados). 

Nos aproximamos das eleições e na semana que vem teremos o último debate na Globo, na quinta-feira — Lula não participará do debate no SBT, no sábado, mas estará na Globo (Bolsonaro irá nos dois se for esperto). 

O mercado não tem acompanhado tanto o ambiente político, na expectativa de que qualquer um dos dois favoritos para o segundo turno não seriam muito prejudiciais para os mercados nos próximos anos, contanto que as questões fiscais sejam devidamente endereçadas e o ambiente internacional não seja muito impeditivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

01:30 — Se preparando para a recessão

Em meio ao sentimento de aversão ao risco, o dólar americano se valorizou cerca de 20% por meio do DXY, sendo aproximadamente mais de 16% só em 2022. 

As demais moedas fortes têm perdido força gradualmente, diante dos problemas da União Europeia (euro), Japão (iene) e Reino Unido (libra). 

Existem duas forças principais por trás do recente declínio das grandes moedas em relação ao dólar.

A primeira se relaciona com o comércio global

Os países importadores de energia, com pouca produção doméstica significativa de petróleo ou gás, precisaram trocar mais de suas respectivas moedas por dólares para comprar essas matérias-primas, uma vez que os preços das commodities dispararam neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A segunda força diz respeito às políticas monetárias

Como sabemos, o Federal Reserve vem elevando as taxas de juros e reduzindo o tamanho de seu balanço este ano. 

Por outro lado, os demais bancos centrais, ainda que também tenham começado a apertar a política monetária, ficaram para trás do Fed. 

Assim, os rendimentos significativamente mais altos oferecidos nos EUA aumentaram a demanda por títulos em dólares.

A situação do mundo não é lá muito estável, com esse sentimento de aversão ao risco empurrando ativos para baixo, enquanto os investidores se preparam para uma recessão global que hoje ainda é difícil de mensurar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Várias autoridades americanas estão previstas para falar hoje, como o próprio Powell, presidente do Fed, sua vice, Lael Brainard, e outros nomes. As falas devem reforçar o temor do mercado.

02:28 — Fogo no parquinho

Enquanto os investidores acompanham alguns números de sentimento dos consumidores e dos empresários na Europa e nos EUA, o mercado britânico está particularmente mais volátil e negativo. 

Não apenas por conta dos dados decepcionantes do setor de varejo, mas por vetor político também.

Como antecipamos neste espaço há algumas semanas, Liz Truss, a nova premiê britânica, já começou a despejar sobre a economia suas primeiras "Pílulas Dilmáticas" (como eu gosto de chamar as medidas de Truss). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por meio de um "mini-orçamento'', o governo endereça o expansionismo fiscal prometido durante a campanha. 

Os mercados enxergam o "mini-orçamento" do Reino Unido de hoje como moldado mais pela necessidade política (foi prometido durante a campanha pela liderança do partido conservador) do que pela economia. 

O temor de déficit estrutural no Reino Unido deve se aprofundar, lançando válidas preocupações do mercado sobre a dívida e enfraquecendo a libra esterlina. O Reino Unido pode sair mais fraco do processo.

03:05 — Nacionalização alemã

A semana foi marcada por um episódio curioso na Alemanha. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Europa está na linha de frente da guerra na Ucrânia, enquanto a energia é usada como arma no campo de batalha, com a Rússia fechando totalmente as torneiras do Nord Stream 1 para a Alemanha e outros players.

Antes da invasão, a Rússia abastecia cerca de 40% das necessidades de gás natural da União Europeia, que é usado para tudo, desde aquecer os europeus, até geração de energia para a indústria pesada.

Consequência desse processo foi a nacionalização da Uniper nesta semana, o maior importador de gás da Alemanha.

As ações da companhia caíram bem em Frankfurt com a notícia, após uma queda de mais de 90% desde o início do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A medida drástica segue uma tentativa de resgate anterior de € 15 bilhões, que não conseguiu compensar pesadas perdas financeiras depois de a empresa ser forçada a comprar gás.

As especificidades do acordo farão com que o governo alemão assuma uma participação de 99% na gigante de energia e injete € 8 bilhões na companhia. 

Embora as instalações de armazenamento de gás da Alemanha estejam atualmente mais de 90% cheias (o que significa que problemas sérios ocorreriam somente após este inverno), o governo provavelmente lançará mais suporte de emergência nas próximas semanas.

Existem, inclusive, planos para assumir o controle de dois outros grandes importadores de gás conhecidos, como VNG e Securing Energy for Europe (antiga Gazprom da Alemanha). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Berlim também disse que assumiria a unidade alemã da Rosneft, incluindo participações em três refinarias de petróleo que respondem por 12% da capacidade de processamento de petróleo do país. O mundo está mudando muito.

04:11 — A força do dólar também reflete o conflito na Ucrânia

O dólar atingiu sua máxima de 20 anos justamente após Putin intensificar seu tom sobre a guerra na Ucrânia. 

Como comentamos, o presidente russo, Vladimir Putin, dirigiu-se à nação nesta semana para ordenar uma mobilização parcial das tropas da reserva enquanto a Rússia tenta manter os territórios do leste da Ucrânia depois que o exército ucraniano recapturou grandes extensões de terra nas últimas semanas.

O índice do dólar americano, que acompanha a moeda em relação aos seis principais pares, já sobe mais de 16% só neste ano. Outros ativos de refúgio, como ouro e títulos do Tesouro dos EUA, também subiram. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os preços do petróleo avançam com novas preocupações de que o fornecimento da Rússia, um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, seria interrompido, mas caem novamente nesta manhã.

Os comentários de Putin foram amplamente vistos como uma escalada do conflito, principalmente ao apoiar os referendos a serem realizados nos próximos dias em áreas controladas pela Rússia, mais um passo para anexar cerca de 15% da Ucrânia. 

Os temores sobre a desaceleração da China e o alerta da Rússia para intensificar a guerra na Ucrânia também assustaram os mercados, o que deve aprofundar o sentimento de aversão ao risco nos mercados globais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

DÉCIMO ANDAR

Alinhamento dos astros: um janeiro histórico para investidores locais. Ainda existem oportunidades na mesa para os FIIs?

1 de fevereiro de 2026 - 8:00

Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Hora da colheita: a boa temporada dos vinhos brasileiros que superam expectativas dentro e fora do país

31 de janeiro de 2026 - 9:01

Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja como escolher ações para surfar na onda do Ibovespa, e o que mais afeta os mercados hoje

30 de janeiro de 2026 - 8:54

Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros

SEXTOU COM O RUY

Próxima parada: Brasil. Por que o fluxo de dinheiro gringo pode fazer o Ibovespa subir ainda mais este ano

30 de janeiro de 2026 - 7:11

O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mudança de FIIs para fiagros que pode impulsionar dividendos, a reação aos juros e o que mais você precisa saber hoje

29 de janeiro de 2026 - 8:38

Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Prepare-se para um corte da Selic ainda hoje

28 de janeiro de 2026 - 15:03

Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos na tabela periódica, tensões geopolíticas e tarifas contra o Canadá: veja o que move os mercados hoje

26 de janeiro de 2026 - 8:28

Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O corre de R$ 1 bilhão: entre a rua e a academia premium, como a imensa popularidade das corridas impacta você

24 de janeiro de 2026 - 9:02

Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O melhor destino para investir, os recordes da bolsa e o que mais você precisa saber hoje

23 de janeiro de 2026 - 8:24

Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo

PARECE QUE O JOGO VIROU

Onde não investir em 2026 — e um plano B se tudo der errado

23 de janeiro de 2026 - 6:45

Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A batalha da renda fixa, o recorde da bolsa, e o que mais move os mercados hoje

22 de janeiro de 2026 - 8:30

A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar