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Novas aplicações de inteligência artificial estão inundando o mercado e ameaçam a perenidade de negócios enormes
Olá, seja bem-vindo à Estrada do Futuro, onde conversamos semanalmente sobre a intersecção entre investimentos e tecnologia. Não sei o quanto você acompanha de perto as novidades do mundo tech, mas um dos grandes assuntos do momento são as aplicações de inteligência artificial para o mercado de entretenimento.
Algumas coisas muito legais estão chegando diretamente na mão de criadores de conteúdo, e despertando perguntas naturais nos investidores. Em alguns casos, a perenidade de negócios enormes está ameaçada.
Na coluna de hoje, vou te apresentar essas novas aplicações de inteligência artificial que estão inundando o mercado.
Há alguns meses, um algoritmo de inteligência artificial venceu a Colorado Fair Fine Arts Competition. A imagem vencedora é essa a seguir.
A imagem foi batizada de Théâtre D'opéra Spatial e é o resultado de cerca de 900 interações entre o autor e o algoritmo Midjourney.
O Midjourney é apenas um de uma extensa lista de algoritmos que recebem texto como "input" e geram imagens como "output", na tentativa de transformar palavras em obra de arte.
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Ao acessar o Midjourney (que ainda está em Beta), você é direcionado a um servidor no Discord. Ali, basta digitar a sua descrição e você receberá imagens 100% originais, criadas por inteligência artificial para refletir a sua imaginação.
Abaixo, um print que eu tirei diretamente do Discord do Midjourney:

Outros algoritmos similares e que ganharam bastante notoriedade nas últimas semanas (e que você encontra a um "google" de distância), são o DALL-E e o Stable Diffusion.
Há vários outros campos sendo impactados por esse mesmo tipo de automação.
Outro bom exemplo são os algoritmos que estão escrevendo textos (como esta coluna).
Até onde a minha pesquisa me levou, a Jaspers parece ser a empresa mais avançada em termos de produto.
O algoritmo deles é capaz de transformar poucas palavras em "posts" completos e otimizados para SEO (a eterna guerra de rankear conteúdos no Google), criar vídeos curtos para serem postados no Youtube ou no TikTok, além de (também) criar imagens.
Tudo isso, vale lembrar, a partir de algumas poucas palavras.
A Jaspers diz que mais de 70 mil pessoas, entre profissionais independentes e organizações, já estão usando seu sistema. Recentemente, ela recebeu um aporte de US$ 125 milhões.
Numa rápida pesquisa pelo Google, você encontrará dezenas de outros algoritmos (fáceis de utilizar), que transformarão suas palavras em várias formas diferentes de conteúdo, entre escrita, áudio e vídeo.
Acredito que muito rapidamente, essas tecnologias trarão um impacto profundo na indústria de conteúdo, ao tornarem ainda mais intensa e competitiva a batalha entre produtores de conteúdo.
Em longo prazo, essas tecnologias transformarão toda a indústria de publicidade digital, onde ao invés de campanhas e criativos planejados ao longo de meses, os anúncios se tornarão contextuais (e muito menos invasivos), gerenciados totalmente por algoritmos de inteligência artificial.
Confesso que não está fácil responder à pergunta acima.
Ao testar os atuais algoritmos que têm ganhado as manchetes, não pude deixar de notar que eles se parecem muito mais com "funcionalidades" do que com produtos.
Imaginando que os algoritmos que transformam poucas palavras em imagens de fato se tornem amplamente utilizados (provável), não vejo motivos para que eles não se tornem funcionalidades em produtos mais robustos como o Photoshop e o Illustrator (Adobe), ou até mesmo o bom e velho Powerpoint da Microsoft.
O mesmo se aplica ao texto.
Se escrever poucas palavras for o suficiente para ter um texto longo, coeso e bem formatado para marketing digital, também não vejo motivo para que isso não se torne um funcionalidade em editores comuns como o Word e o Google Docs, além de estar presente em qualquer provedor de emails.
Microsoft, Google, Adobe e outras gigantes de softwares já estão todas anunciando exatamente colaborações como essa.
O Google, inclusive, foi mais longe, ao anunciar que seus algoritmos de busca sabem identificar se um texto foi gerado por inteligência artificial, ou por um humano, e que irá sempre priorizar os textos escritos por humanos em seus resultados de busca.
A princípio, me parece que, para investirmos em inteligência artificial, teremos que buscar algumas camadas a mais de complexidade.
Sobre isso, eu prometo falar nas próximas semanas.
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