O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As últimas levas de notícias que chegam de todas as partes do mundo parecem ter jogado os investidores dentro de um labirinto de difícil resolução em que apenas a cautela pode ser utilizada como arma.
O emaranhado de corredores a serem percorridos não só são longos, como também parecem estar sempre mudando de posição — acompanhando as idas e vindas no posicionamento do Federal Reserve sobre a robustez da economia americana, as indecisões da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) sobre a oferta da commodity, a longa batalha do governo chinês contra a covid e os dados mistos do mercado de trabalho dos Estados Unidos.
Nesta terça-feira (30), todos esses desafios cruzaram o caminho dos investidores, deixando mais longe a saída do labirinto. Na China, novas restrições de mobilidade derrubaram o minério de ferro. O petróleo também teve uma queda firme, de olho na reunião da Opep na semana que vem.
Nos Estados Unidos, os sinais de que o Fed pode ter um espaço maior para realizar o aperto monetário, após a criação de novas vagas de trabalho superar as estimativas, derrubaram as bolsas que já vinham sofrendo com o recuo de 5% no preço do barril do Brent.
Com isso, os principais índices — Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq — tiveram perdas de cerca de 1%. O Ibovespa até chegou a abrir o dia em alta, mas não conseguiu sustentar o movimento, já que a queda do petróleo no mercado internacional pressionou as ações da Petrobras (PETR4) e de outras empresas de peso significativo no índice.
Longe do centro do labirinto, o Ibovespa fechou a sessão em queda de 1,68%, aos 110.430 pontos. Já o dólar à vista avançou 1,58%, a R$ 5,1130.
Leia Também
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
DESTRONADA?
Itaú BBA corta preço-alvo da Petrobras (PETR4) para R$ 38 após dividendo recorde — saiba se é hora de vender as ações. As novas estimativas do banco incorporam uma alta no custo de capital, um ambiente mais difícil para os mercados acionários, além da distribuição de proventos muito acima do esperado no segundo trimestre.
SOB NOVA DIREÇÃO
Vem fusão por aí? CEO da Marfrig assume comando da BRF após renúncia de Lorival Luz. A Marfrig já é a principal acionista da BRF, com pouco mais de 30% do capital, e desta forma deve aumentar ainda mais a presença na companhia.
REESTRUTURAÇÃO
Weg (WEGE3) fará mudanças no negócio de automação; confira a nova estrutura. Conselho de administração da empresa aprovou a separação da unidade de soluções digitais e sistemas da área de automação.
PATRIMÔNIO HISTÓRICO
Passando o chapéu: IRB (IRBR3) acerta a venda da própria sede em meio a medidas para se reenquadrar. Às vésperas de conhecer o resultado de uma oferta primária por meio da qual pretende levantar R$ 1,2 bilhão, a resseguradora se desfaz de prédio histórico.
BILIONÁRIO ANIVERSARIANTE
Parabéns, Warren Buffett! Por que o “Oráculo de Omaha” segue como referência no mercado financeiro aos 92 anos. O CEO da Berkshire Hathaway construiu riqueza com alocações a longo prazo e baixo risco e fez o seu primeiro investimento na bolsa aos 11 anos
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam