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Um ano como esse faz qualquer um repensar se realmente deve ou não investir em tecnologia. Para te ajudar a responder essa pergunta, vou listar as 3 maiores oportunidades que eu vejo em 2023
Olá, seja bem-vindo à Estrada do Futuro, onde conversamos semanalmente sobre a intersecção entre investimentos e tecnologia.
Definitivamente, 2022 não foi um bom ano para o investidor de tecnologia.
Depois de uma década marcada por retornos expressivos, as ações do segmento (e de vários outros correlatos a ele), sofreram.
Não raro, entre as empresas que ficaram conhecidas como "unprofitable techs" (empresa de tecnologia que não dão lucro), os prejuízos acumulados em 2022 são da ordem de desvalorizações acima de 70%.
Um ano como esse faz o investidor repensar muitas coisas. Entre elas, se ele realmente deve ou não investir no segmento.
Para te ajudar a responder essa pergunta, eu vou listar abaixo as 3 maiores oportunidades que eu vejo no setor, em 2023.
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Em agosto de 2022, escrevi uma coluna detalhando o pacote bilionário de investimentos públicos aprovado nos EUA, pela gestão Biden.
Entre as prioridades no governo americano estão os investimentos no renascimento da indústria de semicondutores nos EUA, mas principalmente o investimento em energias renováveis.
Painéis solares, turbinas eólicas, energia distribuída, infraestrutura nacional de postos de abastecimento para veículos elétricos… todos esses itens serão amplamente incentivados pelo governo Biden em 2023 (e além) com uma série de benefícios fiscais.
Neste ano, no portfólio de ações especulativas que eu construo na Empiricus, tivemos casos de sucesso com a First Solar, a maior produtora de painéis solares dos EUA, um investimento em que conseguimos mais do que duplicar o capital investido.
Essa tendência é uma das que deverá permanecer forte em 2023, com novidades possivelmente em novas tecnologias como as tão esperadas baterias.
Em setembro de 2022, escrevi uma coluna falando sobre o como a desvalorização das ações de tecnologia criou a oportunidade de consolidação no mercado.
De grandes empresas a fundos de private equity, não faltam interessados em levantar cheques bilionários para comprar essas empresas a preços de banana.
Então na coluna eu mencionei três ações de tecnologia que estavam abandonadas e poderiam ser alvos nos próximos meses.
Em menos de três meses, a Coupa Software (Nasdaq: COUP) — uma das empresas que eu selecionei —, recebeu uma proposta de aquisição por um valor cerca de 70% superior às mínimas da ação no ano.
Essa tendência de consolidação provavelmente se estenderá para 2023 e você certamente deveria estar à caça de empresas que podem ser alvos para o investidor.
Se quiser conhecer as minhas preferidas, uma delas já foi, mas ainda faltam duas.
Se você é um leitor recorrente desta coluna, deve ter notado que já faz algumas semanas que eu estou obcecado pelos avanços da inteligência artificial.
Basicamente, hoje eu tenho ao meu lado o algoritmo ChatGPT aberto o dia inteiro em uma das minhas telas.
A maturação dos produtos de inteligência artificial em 2023 será uma das grandes tendências de tecnologia e, com ela, trará o renascimento de algumas ideias que foram aniquiladas pela realidade em 2022, como o conceito do metaverso.
Em 2023, imagino que todas as grandes empresas de tecnologia como Google, Microsoft, Adobe e tantas outras anunciem a inclusão de algoritmos como esses em seus “bundles” de assinatura.
Outras formas de desintermediação do conhecimento técnico emergirão, como algoritmos capazes de criar modelos 3D, fazer simulações físicas e design de produtos, todos eles recebendo com inputs apenas texto. Ou seja, apenas a criatividade de qualquer pessoa, dotada ou não de conhecimento técnico.
Claro, muito disso ainda é especulativo, mas sobre isso eu tenho uma certeza:
Enfim, você pode contar comigo em 2023 para te trazer, nesta coluna, todas as principais novidades e oportunidades de investimento em inteligência artificial.
Boas festas!
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