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A canção “Break My Soul”, lançada em junho, tornou-se o hino da renúncia aos empregos; no Brasil, os pedidos de demissão bateram recorde neste ano
A onda de demissões voluntárias, movimento conhecido como “great resignation”, veio à tona no ano passado em meio à crise sanitária e econômica nos EUA e se expandiu a outros países. O Brasil acompanhou a tendência, ainda que de forma mais contida.
Mas, como todo o movimento, faltava um hino — agora, entoado pela cantora Beyoncé. Em julho, a artista lançou um novo álbum e, em especial, uma canção chamou a atenção dos fãs mais “estressados”.
Os versos de “Break my soul” viralizaram entre os jovens na rede social TikTok, que enxergaram na letra uma descrição do burnout, síndrome do esgotamento pelo excesso de trabalho.
E, no ritmo de Beyoncé, uma nova tendência surgiu: “o quite quitting”, que pode ser traduzido como desistência ou demissão silenciosa. A ideia do movimento é o “esforço mínimo pelo trabalho”, que significa tirar mais tempo de lazer para os amigos, família e atividades pessoais.
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Nas palavras da cantora, ou melhor, nos versos de “Break My Soul”, em tradução livre: Liberte sua raiva, liberte sua mente / Liberte seu trabalho, liberte seu tempo / Liberte seu negócio, liberte seu estresse / Liberte seu amor, esqueça o resto
A demissão silenciosa não é pedir demissão, de fato. Mas a busca por um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, sendo um dos princípios evitar o “burnout”. Ou seja, o profissional quer continuar trabalhando, porém rejeita o estilo de vida de “viver para o trabalho”.
“Estão estabelecendo limites para que sua identidade e autoestima não estejam vinculadas à sua produtividade no trabalho”, afirma Nilufar Ahmed, professora de ciências sociais no Reino Unido, em artigo publicado na BBC.
A pandemia mudou as relações de trabalho e fez com que os profissionais repensassem o conceito do que é uma carreira profissional.
O modelo remoto e a maior flexibilidade da carga horária, além do foco maior na saúde mental trouxeram mudanças significativas ao mundo corporativo e intensificou a “onda” de demissões voluntárias.
Uma pesquisa recente, realizada pela plataforma de empregos Indeed, apontou que 61% dos entrevistados reconsiderariam e provavelmente mudariam de emprego se o trabalho causasse problemas de saúde mental. No caso da saúde física, cerca de 47%.
O estudo contou com a participação de 858 trabalhadores brasileiros, em maio de 2022.
Os desligamentos por vontade própria estão crescendo no país. Cerca de 2,9 milhões de trabalhadores pediram demissão entre janeiro e maio deste ano, segundo o relatório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), divulgado no início de agosto.
A pesquisa tem como base os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) no Ministério da Economia.
A renúncia aos empregos representou 33,4% de todos os desligamentos no período. Esse é o maior índice desde 2005, quando começou a série histórica.
Em geral, os profissionais que pedem demissão são aqueles que possuem nível superior — cerca de 48,2% — e, majoritariamente, homens (57,3%).
Além disso, a onda de demissões atinge os mais jovens. 38,5% dos que decidem sair do emprego possuem entre 18 e 24 anos.
*Com informações de Bloomberg, BBC e CNN.
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