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Victor Aguiar
Victor Aguiar
Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.
DÊ O PLAY!

Uma nova bolha de tecnologia está estourando? O podcast Touros e Ursos desta semana traz a resposta

Ações de tecnologia amargam perdas intensas em 2022 — nem mesmo as big techs escapam. Veja as perspectivas para esses papéis no curto prazo

Victor Aguiar
Victor Aguiar
23 de julho de 2022
7:11 - atualizado às 17:35
Tela do celular com apps de empresas de tecnologia, como Twitter, Google e Facebook
Imagem: Shutterstock

Analisar o setor de tecnologia dos EUA é se deparar com um mar vermelho: o Nasdaq amarga perdas de mais de 20% no ano; as ações das big techs — gigantes como Apple, Amazon, Facebook, Google e Microsoft — também têm baixas na casa dos dois dígitos. É uma versão 2.0 da bolha das ponto com, no começo dos anos 2000?

Richard Camargo, analista da Empiricus, não é tão pessimista. Convidado especial do podcast Touros e Ursos desta semana — e especialista no setor de tecnologia —, ele não vê um problema mais agudo com esse tipo de empresa. Pelo contrário: no lado operacional e financeiro, os grandes players continuam sólidos como sempre.

Mas, num ambiente de enorme incerteza macroeconômica, com juros em alta e uma possível recessão no horizonte, nem mesmo as gigantes de tecnologia conseguiram escapar à cautela generalizada dos investidores — e os múltiplos bastante esticados dessas ações foram um convite para um movimento de correção mais intensa na bolsa.

O que esperar do setor?

"A Microsoft segue crescendo 18% ao ano, numa base de mais de US$ 200 bilhões de receita", diz Camargo, ilustrando seu ponto de que as big techs estão longe de uma turbulência mais intensa no front dos resultados trimestrais. "A expectativa do mercado é em relação à mensagem que elas vão transmitir".

O nome do jogo, mais uma vez, é a hipótese de recessão: se as empresas de tecnologia derem sinais de que o futuro não parece muito promissor, é possível vermos uma correção adicional nas ações; por outro lado, se a mensagem for mais animadora, há um gatilho para recuperação no curto prazo.

Dito isso, um segmento em particular das empresas de tecnologia parece estar mais sujeito à desconfiança dos investidores: o de propagandas e anúncios online — o chamado advertisement. O Snapchat, por exemplo, trouxe um balanço bastante fraco e viu suas ações despencarem quase 40% na sexta-feira (22).

Se o resultado da Snap for um indicativo do que está por vir, então empresas como Facebook e Google, que têm modelos de negócios semelhantes, podem decepcionar o mercado; ambas reportam seus números trimestrais nos próximos dias, assim como outras big techs.

O que interessa pro investidor é conseguir captar um pouco do sentimento; se, na margem, tá melhor, ta piorando, se enxergam desaceleração

Richard Camargo, analista da Empiricus

É hora de comprar ações de tecnologia?

Feitas essas considerações, qual o melhor jeito de se posicionar? As quedas do setor de tecnologia representam oportunidades de compra, ou ainda é cedo para montar uma posição mais relevante?

Camargo acredita que é preciso analisar caso a caso, segmento a segmento — algumas empresas sólidas e com boas perspectivas foram duramente penalizadas e oferecem um potencial de valorização interessante; outras ainda estão em fase pré-operacional e não parecem ter um futuro muito promissor.

E, no podcast Touros e Ursos, o analista ainda revelou uma empresa que vê com bons olhos e que foi castigada nos últimos meses — segundo ele, o preço de tela reflete um cenário ultra pessimista e que dificilmente vai se concretizar. Para saber qual é essa companhia, é só dar play!

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