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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa opera em queda de 1% com exterior negativo e commodities; dólar fecha em queda

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16 de dezembro de 2022
7:14 - atualizado às 15:11

RESUMO DO DIA: A última sessão da semana começa com as bolsas internacionais no vermelho. A Europa e os EUA aguardam dados regionais enquanto o Ibovespa digere o cenário doméstico. O impasse envolvendo a PEC da Transição animou os negócios por aqui. Existe uma expectativa de que o texto seja alterado na Câmara e os gastos do governo, reduzidos.

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FECHAMENTO DO DIA

Enquanto no mundo do cinema o duende Grinch reina sozinho como o grande vilão que quer acabar com o Natal, no mercado financeiro esse papel parece estar sendo desempenhado por mais de um personagem neste fim de 2022 — os banqueiros centrais das principais economias do mundo. 

Nos Estados Unidos e na Europa, o discurso repetido é o mesmo: os juros precisarão manter-se em níveis elevados por mais tempo para que a inflação volte a patamares aceitáveis. 

Para os investidores, é como se o Natal tivesse sido cancelado. Nas bolsas globais, o que se vê é uma fuga de ativos de risco, deixando de lado o tradicional rali de fim de ano. 

Além do cenário internacional conturbado, vilões locais também entram em cena para estragar a ceia de Natal da B3 — o cenário fiscal e as mudanças propostas para a Lei das Estatais. 

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FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,85% , aos 102.855 pontos. Na semana, a queda foi de 4,34%.

FECHAMENTO EM NOVA YORK
  • Nasdaq: -0,97%
  • S&P 500: -1,12%
  • Dow Jones: -0,85%
FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,41%, aos R$ 5,2941, mas na semana, a alta acumulada foi de 0,92%.

FECHAMENTO

O barril do Brent encerrou o dia em queda de 2,67%, a US$ 79,04.

MAIS MUDANÇAS INDESEJADAS

Na última hora, a perspectiva de que a mudança na Lei das Estatais pode ser barrada pelo Senado perdeu força. Isso porque, segundo a Broadcast, a Casa, na realidade, pode optar por mais mudanças, ampliando a presença de sindicalistas na gestão e tomada de decisões. A informação tem pressionado os juros futuros.

NOVA YORK PRESSIONA

Em Nova York, os ânimos seguem deprimidos. Os principais índices em Wall Street recuam mais de 1%, ainda pesando os riscos de uma recessão no próximo ano, já que as indicações do Federal Reserve apontam para mais tempo de juros altos.

No Brasil, incertezas ao redor da PEC da Transição e da lei das estatais também ficam no radar. O ambiente externo e interno desfavoráveis pressionam os juros futuros, que operam em alta.

TEM POTENCIAL, MAS ESPERE MAIS UM POUCO

Os analistas do Itaú BBA retomaram a cobertura das ações do Magazine Luiza (MGLU3), mas o cenário macroeconômico ainda nubla as expectativas do banco de investimentos para o desempenho da varejista. 

Apesar de enxergar o Magalu bem posicionado para abocanhar algumas fatias de mercado com suas lojas físicas e comércio eletrônico próprio — se mantendo em um patamar confortável frente aos concorrentes —, o banco de investimentos retomou a cobertura dos papéis com uma recomendação neutra. O preço-alvo para as ações é de R$ 3,20, um potencial de alta de 23%. 

Na visão dos analistas, o crescimento da participação de mercado deve ser o gatilho para a movimentação de curto prazo, mas o cenário macroeconômico desafiador, com juros altos e inflação acima da meta, são preocupantes. Negociada a um nível de 23 vezes o múltiplo de preço sobre lucro, o banco espera um ponto de entrada mais atrativo. 

Atuando em um setor de grande concorrência, o Itaú BBA vê o Magazine Luiza bem posicionado na corrida pela consolidação do e-commerce brasileiro. O ganho de participação de mercado deve ser impulsionado principalmente pelo bom relacionamento com fornecedores e pela execução da companhia — o que leva a uma melhora da lucratividade. 

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PARA ITAÚ BBA, WEG (WEGE3) É UMA EXCELENTE OPÇÃO PARA O INVESTIDOR QUE QUER SE DEFENDER

Em tempos de Copa do Mundo, todo mundo já deve ter participado de alguma discussão recente sobre estratégia de defesa das seleções. E no mundo dos investimentos não é diferente — se você souber se defender bem, obviamente terá resultados melhores. E a Weg (WEGE3) parece cumprir esse papel muito bem, de acordo com um relatório do Itaú BBA.

Para os analistas, ainda que o mercado local esteja marcado pela volatilidade — que não tem data para sair de cena — essas ações são boas graças à consistência de resultados.

Por isso, ainda que não haja nenhum gatilho de curto-prazo para WEGE3, saber que ela entrega bons números consistentemente é animador.

A recomendação do Itaú BBA para o ativo é de compra, com preço-alvo de R$ 44,00 para 2023 — potencial de valorização de 18,6% se considerado o fechamento de quinta-feira (15).

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SEM PRESSA

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse há pouco que acha difícil que a mudança na Lei das Estatais evolua ainda em 2022, já que o texto muito provavelmente será enviado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa antes de avançar.

FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: -0,69%
  • Londres: -1,22%
  • Paris: -1,08%
  • Madri: -1,24%
  • Stoxx 600: -1,24%
XP: INTER (INBR32) É COMPRA, MAS NUBANK (NUBR33) NÃO

A XP iniciou a cobertura dos recibos de ações (BDR) do Inter (INBR32) e do Nubank (NUBR33) com uma clara preferência pelo primeiro.

De acordo com a XP, o ambiente favorável para a formação de novos concorrentes entre as fintechs e os neobancos passou. Agora, o cenário macroeconômico difícil deve levar os dominantes desse mercado a fortalecer sua liderança.

E, nesse ambiente, a XP enxerga o Inter bem posicionado para consolidar sua posição. Parte dessa visão é amparada no extenso leque de serviços e produtos disponíveis na plataforma do laranjinha. 

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“Isso deve permitir que a empresa melhore gradativamente a rentabilidade de suas operações daqui para frente, à medida que sua base de clientes (e sua monetização) amadureça”, dizem os analistas Renan Manda e Matheus Guimarães no relatório da XP.

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ALÔ, INVESTIDOR

Com as festividades de fim de ano cada vez mais próximas, a Randon (RAPT3; RAPT4) decidiu dar mais um motivo para seus acionistas celebrarem. A companhia anunciou o pagamento de R$ 94,98 milhões em dividendos a partir de 20 de janeiro de 2023.

O montante será a título de juros sobre capital próprio (JCP) e poderá ser atribuído aos dividendos do exercício social de 2022.

O valor equivale a R$ 0,28927 por ação, mas vale relembrar que o JCP está sujeito à retenção de 15% de Imposto de Renda (IR) na fonte. Após a mordida do Leão, o montante por ação passa para R$ 0,24588 por papel.

Para ter direito aos proventos, é necessário fazer parte da base de acionistas da empresa até o dia 22 deste mês. Depois da data de corte, os papéis passarão a ser negociados "ex-JCP" e sofrerão um ajuste na cotação.

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Apesar da bolsa operar em queda e os juros futuros avançarem, o dólar à vista vem renovando máximas ao longo do dia. A moeda americana é influenciada pela percepção de que a economia dos Estados Unidos pode entrar em recessão no próximo ano.

CYRELA CAI FORTE APÓS MORGAN STANLEY REBAIXAR RECOMENDAÇÃO DOS PAPÉIS CYRE3

A Cyrela (CYRE3) e outras construtoras da B3 já foram consideradas parte do “kit Lula” — o grupo de ações que seriam favorecidas com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mas a situação inverteu-se rapidamente com as incertezas geradas pelas primeiras sinalizações da equipe do presidente eleito.

A PEC da Transição, por exemplo, que será usada para financiar parte das promessas de campanha de Lula, abrirá um furo bilionário no teto de gastos. E, com o pilar fiscal brasileiro novamente abalado, surgem as preocupações macroeconômicas.

Considerando as perspectivas para a inflação e a taxa de juros — que pode se manter elevada por mais tempo para conter o aquecimento dos preços —, o Morgan Stanley revisou suas estimativas para o setor.

As principais mudanças ocorreram na avaliação da Cyrela. A recomendação para a companhia foi rebaixada de compra para neutra e o preço-alvo sofreu um corte de 28,5%, descendo a R$ 20 por ação.

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A forte cautela vista no mercado internacional leva o Ibovespa a renovar mínimas nesta manhã. A preocupação dos investidores está na possibilidade de recessão nas maiores economias do mundo.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera o último pregão da semana em queda, com o mau humor do exterior e a forte desvalorização das commodities.

A bolsa brasileira cai 0,92%, aos 102.782 pontos. Já as bolsas em Nova York:

  • Dow Jones: -0,72%;
  • S&P 500: -0,74%;
  • Nasdaq: -0,37%.

O petróleo, um dos catalisadores do Ibovespa, cai 2,41%, com o barril a US$ 79,20. As pressões sobre a commodity ocorrem em razão da maior cautela e preocupação dos investidores sobre a continuidade do aperto monetário promovido pelos principais bancos centrais.

Nesta semana, o Federal Reserve (Fed; EUA), o Banco Central da Inglaterra (BoE) e o Banco Central Europeu (BCE) elevaram os juros em 50 pontos-base, sem perspectiva de fim do ciclo de altas.

Soma-se a isso, o cenário doméstico com a tramitação da PEC da Transição, que deve ser apreciada na próxima terça-feira (20) pela Câmara dos Deputados e adiamento das discussões sobre as mudanças na Lei de Estatais no Senado Federal. Incertezas quanto ao comando da Petrobras (PETR4) também pressionam o Ibovespa para baixo nesta sexta-feira.

Os destaques do dia são Marfrig (MRFG3), com alta de quase 5% com ganhos impulsionados pela distribuição de proventos; e Natura (NTCO3), com queda superior a 4%, em razão do avanço dos juros futuros (DIs).

O dólar à vista recua 0,59%, a R$ 5,2825.

PMI DOS EUA

O índice gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês), um dos indicadores de inflação, composto caiu a 44,6 pontos em dezembro, segundo dados preliminares da consultoria S&P Global.

O índice de serviços recuou a 44,4 pontos, abaixo da projeção de 46,5 pontos, de acordo com analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal.

Já o PMI industrial registrou queda a 46,2 pontos em dezembro ante a previsão de 46,5 pontos.

Vale lembrar que o indicador abaixo dos 50 pontos implica em um retração da economia no período determinado.

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas em Nova York abriram em queda com maior cautela sobre as perspectivas de recessão global e continuidade no aperto monetário pelos principais bancos centrais do mundo. Confira:

  • Dow Jones: -0,68%;
  • S&P 500: -0,63%;
  • Nasdaq: -0,41%.

Ibovespa recua 0,93%, aos 102.775 pontos e acompanha o mau humor do exterior, além da desvalorização das commodities.

MARFRIG (MRFG3) SOBE

Os papéis de Marfrig (MRFG3) sobem 4,71%, a 8,00 e lidera as altas do Ibovespa.

Os investidores ainda repercutem a distribuição dos dividendos, no montante de R$ 600 milhões, anunciados na última quarta-feira (14), após o fechamento dos mercados.

As ações passam a ser negociados "ex-dividendos" a partir de 20 de dezembro de 2022. O pagamento está previsto para 28 de dezembro.

A alta de Marfrig puxa os demais frigoríficos, com exceção de BRF:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,055,37%
JBSS3JBS ONR$ 20,891,75%
BEEF3Minerva ONR$ 12,480,97%
BRFS3 BRF ONR$ 6,87-0,58%
E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

Muito se discute sobre os limites da liberdade de expressão, se é que deva existir algum. Para Elon Musk, que se autointitula há muito como “defensor da livre expressão”, a fronteira para censurar contas no Twitter está muito bem delimitada: basta publicar coisas que desagradem o Chief Twit.

Só nesta semana, a plataforma de mídia social suspendeu inúmeros perfis na rede, a começar por 25 contas de rastreamento de jatos particulares de bilionários e agências governamentais — incluindo um perfil que monitorava os voos do avião de Musk.

Já na noite de ontem, as suspensões do site do passarinho azul atingiram as contas de destacados jornalistas norte-americanos que escrevem com frequência sobre a empresa e sobre Elon Musk, incluindo repórteres do New York Times e do Washington Post.

Apesar de Elon Musk avisar que as suspensões durariam apenas sete dias, tanto para os perfis de rastreamento quanto para os de jornalistas, algumas das contas contavam com mensagens indicando que as páginas estavam “permanentemente suspensas”.

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COMMODITIES CAEM EM BLOCO

Com a queda acentuada do petróleo, acima de 2%, em razão da maior cautela e expectativas de recessão, as companhas brasileiras do setor de commodities operam em forte recuo no Ibovespa.

CÓDIGONOMEULTVAR
RRRP33R Petroleum ONR$ 31,78-3,32%
PRIO3PetroRio ONR$ 35,06-1,98%
PETR4 Petrobras PN R$ 21,80 -1,09%
PETR3 Petrobras ON R$ 24,69 -0,88%

O dólar à vista segue em tendência de queda. A moeda americana cai 0,40%, a R$ 5,2918.

IRB (IRBR3) CAI 2%, APÓS LEILÃO

Com a retomada das negociações, os papéis da IRB (IRBR3) operam em queda de 2,78%, a R$ 0,70.

O movimento acontece após a B3 retirar as ações da resseguradora da carteira do Ibovespa, em segunda prévia divulgada hoje.

IRB (IRBR3) ENTRA EM LEILÃO

Os papéis da resseguradora IRB (IRBR3) tiveram as negociações suspensas por oscilação máxima permita. Os investidores repercutem a retirada das ações na carteira do Ibovespa, de acordo com a segunda prévia divulgada mais cedo.

As ações operavam a R$ 0,72.

PETROBRAS (PETR4) RETOMA NEGOCIAÇÕES

Os papéis da Petrobras (PETR4) voltaram a ser negociadas no Ibovespa, após leilão. Contudo, as ações caem mais de 1%, com incertezas sobre a condução da estatal no futuro governo e queda acentuada do petróleo no cenário internacional.

PETROBRAS (PETR4) ENTRA EM LEILÃO

As ações da Petrobras (PETR4) entraram há pouco em leilão por oscilação máxima permitida. A estatal repercute a forte queda do petróleo no cenário internacional, que acumula baixas acima de 2%.

Soma-se a isso as incertezas sobre o comando da companhia durante o governo Lula (PT) e o adiamento da discussão da Lei das Estatais no Senado, que deve acontecer somente no próximo ano.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa cai 0,22%, aos 103.511 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 7,943,93%
DXCO3Dexco ONR$ 7,452,62%
MRVE3MRV ONR$ 8,022,56%
QUAL3Qualicorp ONR$ 5,231,95%
BEEF3Minerva ONR$ 12,551,54%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CYRE3Cyrela ONR$ 12,37-2,29%
RRRP33R Petroleum ONR$ 32,20-2,04%
SBSP3Sabesp ONR$ 54,45-1,59%
NTCO3Natura ONR$ 10,26-1,25%
PRIO3PetroRio ONR$ 35,42-0,98%
SABESP (SBSP3) VAI INVESTIR R$ 26,2 BILHÕES NOS PRÓXIMOS CINCO ANOS

No topo da lista das empresas que devem ser privatizadas muito em breve, a Sabesp (SBSP3) anunciou que vai investir R$ 26,2 bilhões nos próximos cinco anos.

Segundo o plano aprovado pela companhia, que compreende o período de 2023 a 2027, serão investidos aproximadamente R$ 5 bilhões por ano.

O principal uso desse dinheiro será para coleta e tratamento de esgoto, além do abastecimento de água.

A área de coleta de esgoto deve receber um total de R$ 12,4 bilhões, enquanto a parte de tratamento ficará com R$ 4,8 bilhões. Para o abastecimento estão previstos R$ 8,9 bilhões no total.

Leia mais.

O Ibovespa, que abriu em tom negativo acompanhando as bolsas internacionais, fica instável com atenção às movimentações do próximo governo Lula (PT).

Além disso, a desvalorização do petróleo no exterior pesa sobre a bolsa brasileira, que resulta em baixas na Petrobras (PETR4), principalmente.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu o pregão em queda de 0,06%, aos 103.673 pontos. A bolsa repercute o desempenho do exterior e a desvalorização das commodities.

No mesmo horário, o dólar à vista cai 0,40%, a R$ 5,2916.

O dólar à vista inverteu o sinal há pouco e opera em queda de 0,34%, a R$ 5,2947.

ADRS DE VALE E PETROBRAS EM NOVA YORK

Os papéis das principais companhias negociadas no Ibovespa operam em queda no pré-mercado de Nova York, com maior cautela dos investidores sobre as expectativas das taxas de juros e risco de recessão global. Além disso, as commodities recuam nesta sexta-feira.

Os recibos de ações (ADRs, na sigla em inglês) da Petrobras caem 1,17%, a US$ 9,28. Os ADRs de Vale tem baixa de 0,67%, a US$ 16,29.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Repercutindo a cautela internacional, os Contratos Interfinaceiros (DIs) iniciaram as negociações com juros em viés de alta, sobretudo, os mais longos. Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,66%13,66%
DI Jan/2413,95%13,90%
DI Jan/2513,68%13,59%
DI Jan/2613,59%13,46%
DI Jan/2713,51%13,37%
RALI PERDE FORÇA, MAS BITCOIN SUSTENTA us$ 17 MIL

As criptomoedas viveram mais uma semana de alta volatilidade. Enquanto alguns analistas acreditavam que se tratava de um início de rali, a alta do bitcoin (BTC) perdeu vigor e os investidores devolveram os ganhos dos últimos dias.

Entre a noite de quinta-feira (15) e a manhã desta sexta-feira (16), foram liquidados mais de US$ 117 milhões de posições alavancadas em criptomoedas. A maior parte desse montante estava alocado em contratos de bitcoin e ethereum (ETH).

Esse movimento gerou uma pressão vendedora no mercado e todos os demais tokens (criptomoedas) do mercado também foram arrastados para o movimento de baixa. A fraqueza das bolsas internacionais também impede novas altas.

Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

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MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

É QUE UM CARINHO, ÀS VEZES, CAI BEM

Lá fora, os mercados asiáticos encerraram a semana predominantemente em baixa nesta sexta-feira, acompanhando as movimentações negativas dos mercados globais durante ontem, com os investidores permanecendo cautelosos, já que os aumentos agressivos das taxas de juros pelos bancos centrais globais levarão a economia a uma recessão — avisamos que o otimismo internacional recente era fruto de ansiedade e afobação.

Há também relatos de que as mudanças do governo chinês em sua política de zero-Covid resultaram em infecções generalizadas em Pequim, mas os números de casos não estão sendo relatados oficialmente. Naturalmente, teme-se que, consequentemente, as autoridades possam reverter os afrouxamentos, prejudicando a economia. Os mercados europeus e os futuros americanos amanhecem em queda.

A ver…

00:33 — Adiamento

Internacionalmente, algumas ADRs brasileiras acompanham o humor estrangeiros e caem nesta manhã no pre-market de NY, também digerindo a incerteza política local. Nem as commodities conseguem se salvar, com queda por conta do temor relacionado com a desaceleração da atividade econômica.

O problema é que o ambiente local não é mais tranquilo, com um impasse político relevante colocando incerteza sobre a PEC, que acabou ficando travada na Câmara e sendo adiada para terça-feira que vem (o Orçamento para 2023 deverá ser votado na quarta-feira).

Se esperava resolver tudo isso até dia 15 de dezembro, de modo a garantir o pagamento do Auxílio Brasil em R$ 600 para o mês de janeiro e de não ter paralisação de serviços e obras. A ideia era que semana que vem servisse apenas para a formalização final do Orçamento, mas as expectativas foram frustradas. O

recesso legislativo começa depois do dia 22, então semana que vem é a última janela possível para a aprovação, que não é tão certa, principalmente por conta dos atritos provocados pela votação do STF sobre a constitucionalidade do Orçamento Secreto. Muito ruído pela frente.

Na Suprema Corte, o placar está, por enquanto, 5 a 4 contra as emendas do relator. Faltam os votos de Gilmar Mendes e Lewandowski, que poderiam inverter o cenário e tornar constitucional o movimento do Congresso. A sessão, porém, só voltará na segunda-feira, às 10 horas, um dia antes da análise da PEC pela Câmara.

O mercado tem reagido a cada notícia nova de Brasília, transformando o nosso dia a dia em uma verdadeira loucura volátil. Lula voltou para Brasília para negociar mais ministérios e demais postos para aprovar a proposta. Ainda tem água para rolar.

01:56 — Para onde foram os otimistas americanos?

Ontem, nos EUA, o S&P 500 teve sua pior queda desde o início de novembro, em meio a preocupações sobre uma recessão iminente e por quanto tempo o Federal Reserve manterá as taxas de juros elevadas para combater a inflação. Outra preocupação importante para o mercado é a taxa terminal — ou seja, onde a taxa de juros eventualmente termina no final de seu regime de aperto de taxa (atualmente, estamos na faixa entre 4,25% e 4,5% ao ano).

O Fed sinalizou uma taxa terminal entre 5,0% e 5,25% em 2023, mas mercados de trabalho fortes e inflação elevada de serviços preocupam o Fed com a persistência da inflação. Em outras palavras, a taxa pode ir além desse patamar e, depois de alcançá-lo, ficar por lá algum tempo, até que as expectativas fiquem ancoradas novamente.

Até que o mercado consiga avaliar isso corretamente, continuaremos passando por muita volatilidade e sofrendo com bear market rallies (pequenas altas em mercados de baixa).

02:44 — Não é só nos EUA

O Federal Reserve, dos EUA, o Banco da Inglaterra, do Reino Unido, e o Banco Central Europeu, da Zona do Euro, aumentaram suas taxas de juros em 50 pontos-base nesta semana, indicando adicionalmente mais aperto monetário nos próximos meses para conter a inflação.

Destaque para o BCE, que esteve nos últimos 10 anos com uma postura consideravelmente relaxada e que agora tem falado grosso com o mercado, reforçando sua postura hawkish (contracionista) — por lá, os juros subiram para 2% e ainda devem alcançar 3% em 2023.

Surpreende o comentário duro de Christine Lagarde, presidente da autoridade monetária, que teve contornos bem sérios sobre a inflação, apesar do recuo recente no nível dos indicadores de preços.

Por outro lado, o Banco da Inglaterra, que começou a subir os juros antes, começou a aplicar um tom mais comedido (quem sobe antes, terminar de subir primeiro, como é o caso brasileiro). O problema é que, enquanto a postura contracionista continuar, os mercados europeus continuarão sofrendo.

03:32 — Mais oferta de petróleo

O preço do barril de petróleo cai nesta manhã. Não é só o receio com a demanda, por conta da atividade global, que deve desacelerar (entrar em recessão em alguns casos), mas também por conta da oferta. Nos EUA, o oleoduto Keystone (capacidade de capacidade de 610 mil barris por dia) voltou a funcionar parcialmente depois de ficar fechado por mais de uma semana devido a um vazamento no dia 7.

Nem toda a operação voltou ao normal, mas um trecho que se estende de Hardisty, em Alberta (Canadá), a Wood River e Patoka, em Illinois (EUA), já está operacional, enquanto o segmento afetado pelo vazamento permanece isolado. De qualquer forma, se antes a falta de oferta havia pressionado na margem os preços para cima, a retomada da atividade do oleoduto deveria pressionar os preços para baixo.

04:14 — E essa tal fusão nuclear?

Nos EUA, o Departamento de Energia anunciou nesta semana que cientistas de um laboratório da Califórnia foram capazes de criar pela primeira vez uma reação de fusão nuclear com ganho líquido de energia. O avanço é significativo. A esperança é que a fusão nuclear, que não produz carbono ou resíduos radioativos, possa ser aproveitada para fornecer energia limpa ilimitada para o mundo e substituir os combustíveis fósseis — para ilustrar, a fusão nuclear libera 4 milhões de vezes mais energia do que a queima de petróleo, carvão ou gás.

Por décadas, tudo isso foi apenas teórico. A dificuldade até então era promover uma fusão com ganhos líquidos de energia. Foi o que conseguiram: geraram 50% a mais de energia do que o necessário para sua criação. Agora, com a prova de que é possível criar uma reação de fusão nuclear que realmente produz mais energia do que o necessário, podemos começar a tornar essa esperança de energia limpa sustentável uma realidade (poderia liberar energia livre de carbono "virtualmente ilimitada"). Muito tempo e muito dinheiro foram necessários para atingir esse marco. Contudo, precisaremos de mais dinheiro gasto no futuro.

O motivo? Levará décadas até que iniciativas comercialmente viáveis funcionem fora do laboratório, até mesmo porque ainda precisamos descobrir como transformar a energia criada na reação em eletricidade para os usos do dia a dia. Pelo menos os investidores estão a caminho de investir mais de US$ 1 bilhão em tecnologia de fusão este ano. Sim, é apenas uma fração dos US$ 1,4 trilhão investidos este ano em energia limpa, mas já é alguma coisa (o mercado geral de fusão pode valer US$ 40 trilhões no futuro). Foi um pequeno passo, mas um marco importante para as próximas décadas.

IRB (IRBR3) FORA DO IBOVESPA?

Na semifinal do campeonato de quem leva a melhor no Ibovespa, a mais nova desclassificada é a resseguradora IRB (IRBR3). Sem a inclusão de novas ações, o índice que reúne as principais ações negociadas na B3 deve contar com 90 companhias na carteira que será válida entre janeiro e abril deste ano.

A saída da carteira que reúne as ações com maior volume e liquidez — uma espécie de “elite” da bolsa — é mais um revés para o IRB. Mas o “rebaixamento” da resseguradora já era esperado pelo mercado.

No final de novembro, a XP afirmou que havia uma grande probabilidade dos papéis da companhia ficarem de fora do Ibovespa.

Em relatório, os analistas da corretora afirmaram que o IRB (IRBR3) corria o risco de ser classificado como penny stock — ações com preço médio abaixo de R$ 1,00 no trimestre.

Leia mais.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO E DO DÓLAR

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,80%, aos 104.985 pontos.

O índice acompanha o mau humor do exterior, com expectativas de uma recessão mundial após os principais bancos centrais elevarem os juros básicos, em linha com o esperado, mas sem horizonte de fim do aperto monetário.

O dólar à vista abriu em leve alta de 0,09%, a R$ 5,3205.

FUTUROS DE NOVA YORK

Os índices futuros de Nova York operam em queda com maior cautela dos investidores. Isso porque o Federal Reserve (Fed) não sinalizou, na última reunião, quando a elevação das taxas de juros devem atingir o pico ou o fim do aperto monetário.

Confira:

  • Dow Jones futuro: -1,15%;
  • S&P 500 futuro: -1,14%;
  • Nasdaq futuro: -0,79%.
COMMODITIES SEM DIREÇÃO ÚNICA

As commodities operam sem direção única nesta sexta-feira (16). Com a maior cautela do exterior após as decisões dos principais bancos centrais de elevar os juros, sem a previsão de fim do aperto monetário, imprimem mais aversão ao risco.

O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 0,49%, a US$ 117,82.

O petróleo acumula queda de 1,92%, com o barril a US$ 79,71.

AGENDA DO DIA
  • Senado: Pacheco atende desejo de Lira e antecipa de 3ªF para hoje a votação de projeto que mantém orçamento secreto
  • Ibovespa tem exercício de opções
  • Bélgica: Reunião Conselho Europeu
  • Reino Unido/ONS: vendas no varejo em novembro (4h)
  • Alemanha/S&P Global: PMI composto preliminar de dezembro (5h30)
  • Zona do euro/S&P Global: PMI composto preliminar de dezembro (6h)
  • Reino Unido/S&P Global/CIPS: PMI composto preliminar de dezembro (6h30)
  • Zona do euro/Eurostat: CPI final de novembro (7h)
  • Zona do euro/Eurostat: balança comercial de outubro (7h)
  • Rússia: BC divulga decisão de política monetária (7h30)
  • FGV: Monitor do PIB de outubro (8h)
  • FGV: IPC-S da 2ª quadrissemana de dezembro (8h)
  • BC publica Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas de 2022 (10h)
  • EUA/S&P Global: PMI composto preliminar de dezembro (11h45)
  • EUA: Presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, participa de evento do Instituto American Enterprise (14h)
  • EUA: Diretora do Fed Michelle Bowman participa do evento “Pergunte ao Fed” (15h)
  • EUA/Baker Hughes: poços e plataformas de petróleo em operação (15h)
FIQUE DE OLHO

Com a agenda cheia com dados econômicos na Europa e nos EUA, os destaques do dia são a divulgação dos índices gerentes de compras (PMIs).

No cenário doméstico, os investidores tendem a operar com menor volatilidade após o adiamento das votações da PEC de Transição na Câmara dos Deputados para a próxima terça-feira (20) e da Lei das Estatais no Senado, sem data definida para apreciação.

INFLAÇÃO NA EUROPA

A Zona do Euro divulgou, há pouco, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), que mede a inflação na região.

Em novembro, o CPI recuou 0,1% ante outubro, na leitura final, em linha com as expectativas dos analistas consultados pelo Wall Street Journal.

Já a comparação anual, a inflação avançou 10,1 em novembro, um pouco acima das previsões de alta de 10,1%. Contudo, o índice anual apresenta uma desaceleração, após alta de 10,6% em outubro.

O núcleo do CPI, que exclui itens mais voláteis como energia e alimentos, ficou estável em novembro, com alta anual de 5,0%, conforme as expectativas do mercado.

Os dados foram divulgados pela Eurostat, agência de estatísticas da Zona do Euro.

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de Marfrig (MRFG3).

MRFG3: [Entrada] R$ 7.67; [Alvo parcial] R$ 8.07; [Alvo] R$ 8.67; [Stop] R$ 7.00

Recomendo a entrada na operação em R$ 7.67, um alvo parcial em R$ 8.07 e o alvo principal em R$ 8.67, objetivando ganhos de 13%.

O stop deve ser colocado em R$ 7.00, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

FUTUROS DE NOVA YORK OPERAM NO VERMELHO

Os índices futuros de Nova York operam com o sinal vermelho na manhã desta sexta-feira.

Os ativos de risco estão sob pressão dos temores de que a economia global esteja a caminho de uma recessão em meio a um processo de aperto monetário nos dois lados do Atlântico Norte.

Nos Estados Unidos, os mais recentes indicadores de varejo e gastos com consumo apontam para uma desaceleração econômica.

Ao longo do dia, a atenção dos investidores estará voltada para discursos de diretores do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h30:

  • Dow Jones futuro: -1,10%;
  • S&P 500 futuro: -1,24%;
  • Nasdaq futuro: -1,07%.
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta sexta-feira.

Os investidores repercutem o aperto monetário em andamento nas economias desenvolvidas.

Nos últimos dias, os bancos centrais dos Estados Unidos, da zona do euro, da Inglaterra e da Suíça voltaram a elevar suas respectivas taxas básicas de juros.

Por volta das 7h23, o índice pan-europeu operava em queda de 0,87%.

Veja como estavam as principais bolsas da Europa no mesmo horário:

  • Frankfurt: -0,59%;
  • Londres: -0,70%;
  • Paris: -0,91%.
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM BAIXA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira. Os investidores repercutiram na sessão de hoje o recuo acentuado dos mercados de ações dos Estados Unidos.

As exceções foram as bolsas de valores de Xangai e Seul, que fecharam perto da estabilidade.

Na China, o bom desempenho das ações de incorporadoras operaram como um contrapeso ao setor de tecnologia.

Veja como fecharam as principais bolsas da Ásia hoje:

  • Tóquio: -1,87%;
  • Xangai: -0.02%;
  • Seul: -0.04%;
  • Taiwan: -1,40%;
  • Hong Kong: +0,42%.

LIRA ADIA PEC DA TRANSIÇÃO PARA A SEMANA QUE VEM

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), adiou para a semana que vem a votação da Proposta de Emenda à Constituição da Transição.

Segundo ele, a votação ocorrerá na próxima terça-feira (20). Lira afirmou ainda que a votação do Orçamento de 2023 será votado no dia seguinte, quarta-feira (21).

Articuladores do governo eleito trabalham contra o relógio para angariar o apoio de pelo menos 308 deputados para aprovar a PEC.

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