🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ana Carolina Neira

Ana Carolina Neira

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero com especialização em Macroeconomia e Finanças (FGV) e pós-graduação em Mercado Financeiro e de Capitais (PUC-Minas). Com passagens pelo portal R7, revista IstoÉ e os jornais DCI, Agora SP (Grupo Folha), Estadão e Valor Econômico, também trabalhou na comunicação estratégica de gestoras do mercado financeiro.

GIGANTE VAREJISTA

Do hype aos bilhões: como a chinesa Shein superou gigantes da moda como a Zara e agora quer abrir capital nos EUA

Com uma cadeia de fornecimento bem aperfeiçoada, aliada à inteligência artificial e automação dos processos, Shein tem sonhos grandes

Ana Carolina Neira
Ana Carolina Neira
8 de agosto de 2022
6:00 - atualizado às 17:58
Aplicativo e site da Shein exibidos em tela de celular e computador
Aplicativo e site da Shein exibidos em tela de celular e computador - Imagem: Divulgação

Se você tem aproximadamente 30 anos ou pelo menos convive com millennials ou alguém da geração Z, provavelmente já ouviu falar da Shein — nome derivado de SHE INside e criada por Chris Xu em 2008.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos anos, a varejista de moda chinesa surfou a pandemia, viralizou na internet e caiu no gosto dos jovens com preços baixíssimos, entrega rápida e tendências de moda que surgem nas redes em um dia e já podem ser encontradas no site um ou dois dias depois.

Basta digitar #shein no Tik Tok — outra gigante chinesa e muito responsável pela viralização da Shein — ou no Instagram para conferir os milhares de posts de pessoas usando roupas da marca, desafios em vídeos e os famosos vídeos de "unboxing", onde um usuário posta itens comprados pela internet e compartilha impressões com os seguidores.

Há também as batalhas: comparações entre produtos da Shein e similares de grifes famosas ou marcas populares, onde garotas mostram um blazer chinês comprado por R$ 70 e sua inspiração original que pode custar R$ 400 na Zara, por exemplo.

Não é difícil encontrar quem montou um look completo com saia, blusa, sapato, bolsa e acessórios desembolsando cerca de R$ 200 no site da Shein — impressionante se considerados os dados de inflação no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou garotas que tiram diversas fotos usando as roupas compradas na Shein e postam nos comentários dos anúncios das peças em busca de likes que viram cupons de desconto para novas compras.

Leia Também

Além do “hype”

Se até aqui isso tudo parece só uma coisa de febre adolescente capaz de viralizar um blush de R$ 27 nas redes sociais comprado com o atrativo de muitos cupons e frete barato, saiba que a coisa é bastante séria — hoje, a Shein é avaliada em mais de US$ 100 bilhões e possui investidores como General Atlantic, Tiger Global Management e Sequoia Capital China.

De acordo com um ranking elaborado pela CB Insights, entre as startups, a Shein fica atrás somente da Byte Dance, dona do Tik Tok e avaliada em US$ 140 bilhões; e da Space X, do bilionário Elon Musk, com um valor estimado em US$ 127 bilhões.

Isso significa que ela vale mais do que suas concorrentes que até pouco tempo dominavam o mercado de fast fashion, como a espanhola Inditex, que é dona de marcas famosas como Zara e Pull and Bear.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os planos da Shein está o de provar o seu valor na principal vitrine do capitalismo global. A varejista tem planos de abrir o capital nas bolsas dos Estados Unidos até 2024. Uma possível oferta de ações deverá revelar parte da “mágica” da empresa, e se toda essa eficiência pode conviver com resultados para os acionistas.

Veja também: quem a Faria Lima apoia nas eleições de 2022?

São poucos os números disponíveis sobre as operações da companhia, mas os dados disponíveis impressionam. Hoje a Shein fatura R$ 2 bilhões apenas no Brasil, de acordo com um relatório do BTG Pactual. É algo muito próximo do faturamento da Hering no país antes da aquisição pelo Grupo Soma (SOMA3), empresa que levou anos para chegar a esse patamar por aqui. 

A Arezzo&CO (ARZZ3), por exemplo, é uma das marcas mais tradicionais do segmento de moda e faturou R$ 2,9 bilhões por aqui em 2021.

"Todo mundo compra roupa, mas a inovação e o que explica os números da Shein está no modelo de negócios dela, que não encontra concorrentes. Ela encurta toda a cadeia e consegue entregar tendências de maneira acessível na mão dos consumidores", afirma Ricardo Pastore, professor e coordenador do Núcleo de Varejo e Retail Lab da ESPM de São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa não comenta seus resultados financeiros e não respondeu ao contato da reportagem.

A capacidade da Shein e seu fast fashion em tempo real

Ao falar sobre a quebra da cadeia, o professor da ESPM toca naquele que é um dos pilares da gigante chinesa: uma cadeia de fornecimento bem aperfeiçoada, aliada à inteligência artificial e automação dos processos. 

Hoje, a Shein coloca cerca de seis mil itens novos em seu site e aplicativo todos os dias, enviados diretamente da China para qualquer lugar do mundo.

Para trazer essa sensação de opções infinitas ao consumidor, os algoritmos trabalham o tempo todo para identificar com rapidez quais peças são as mais vendidas, em quais tamanhos, quais localizações e, a partir daí, saber o que funciona melhor e deve abastecer a loja ou quais produtos serão descontinuados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ana Paula Tozzi, presidente da consultoria de varejo AGR, afirma que essa capacidade rompeu com um modelo tido como inovador até então, aquele trazido pela Zara para o mercado ainda na década de 90. 

Se antes as marcas trabalhavam com uma nova coleção para cada estação do ano, a espanhola foi pioneira ao colocar uma nova coleção por semana em suas lojas, com um total de 52 lançamentos por ano.

No Brasil, a Lojas Renner (LREN3) ganhou a preferência dos consumidores — e dos investidores na bolsa — nos últimos anos ao adotar o modelo de “fast fashion”, que traz mudanças rápidas nas coleções dependendo da preferência dos clientes.

Mas essa velocidade vem aumentando ainda mais nos últimos anos. A marca Mind7, da C&A (CEAB3), tem novas peças de roupas toda semana e ainda traz aquele sentimento de "preciso comprar antes que esgote". A concorrente chinesa, porém, parece ter colocado esse conceito em outro patamar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A Shein acaba desenvolvendo o modelo, a moda, uma série de micro coleções todos os dias por um preço baixo que faz o cliente voltar, tudo com uma base de tecnologia muito grande que as outras ainda não possuem, é um volume muito maior do que o que tínhamos no mercado", diz Ana Paula Tozzi.

Aqui, ela ressalta que até mesmo características que poderiam ser um demérito, como a demora de 15 a 20 dias de entrega da China para o Brasil, ou uma qualidade inferior, acabam sendo perdoadas pelo consumidor.

"É uma lógica de que tudo bem demorar 20 dias, custou só R$ 20 mesmo. Eles são capazes de criar recorrência com esse preço e variedade, o consumidor volta", diz a consultora.

E volta mesmo!

Em uma pesquisa rápida, é possível descobrir que o aplicativo da Shein está sempre entre os mais baixados da Apple Store, a loja de aplicativos da Apple, seja na categoria geral ou de varejistas. Na Play Store, dos celulares com sistema Android (Google), a chinesa conta com mais de 100 milhões de downloads.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com um estudo elaborado pela Conversion, agência especializada em SEO, a Shein ocupa o décimo lugar entre os maiores e-commerces do Brasil, considerando os dados de visitas mensais no site e no aplicativo. Até maio, eram mais de 30 milhões de pessoas acessando o site ou aplicativo da varejista chinesa.

Cálculos do UBS BB informam que 55% dos downloads de aplicativos de lojas de vestuário no Brasil foram do app da Shein no mês de junho, um recorde para a loja. A segunda colocada, a Renner (LREN3), tem uma fatia de 10%.

Diante desses números, é natural que exista algum incômodo por parte das varejistas de moda mundo afora, de olho na queridinha da Gen Z. Em relatório recente, o Itaú BBA avaliou a varejista chinesa e aponta que o que há de mais disruptivo em seu modelo de negócios é o uso de inteligência artificial.

"Essa expertise deve ser o próximo objetivo para os players nacionais, pelo menos aqueles que querem uma fatia significativa do mercado digital, que deverá conduzir a maior parte do crescimento futuro da indústria da moda", escrevem os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre outros fatores que devem pressionar as varejistas nacionais, aponta o Itaú BBA, estão a alta dos juros e da inflação e também a normalização da demanda, que estava reprimida durante o período de pandemia e agora já foi normalizada.

O bolso pesa

No atual contexto econômico, não tem jeito: o preço de um produto pesa cada vez mais. E aqui, os especialistas são unânimes ao dizer que a Shein leva vantagem pelo simples fato de ser 100% digital, sem custos para manter lojas físicas.

De maneira geral, ela acaba pressionando mais as concorrentes voltadas para os públicos de média e baixa renda, como Riachuelo e Lojas Renner (LREN3), além dos comércios de rua.

"Eles fazem o básico, mas conseguem fazer um básico muito bem feito. As pessoas querem acesso, roupas de todos os tamanhos, velocidade na entrega, preços baixos. Eles tem tudo isso sem as dificuldades de manutenção de uma loja física, com peças de tamanhos muito variados ocupando espaço no estoque", explica Fábio Netto, sócio da StartSe, plataforma focada no ecossistema de tecnologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele relembra que esteve com um executivo da Forever 21 em viagens pelo Brasil quando a marca ainda planejava desembarcar por aqui. Na ocasião, o que mais chamou a atenção dos americanos foram os preços que teriam de ser praticados para atuar no Brasil e competir com nomes consolidados como Riachuelo e Marisa (AMAR3).

Não deu outra: em junho, a Forever 21 deixou o mercado brasileiro, pressionada pelos altos impostos, custos de importação e infraestrutura. Mas a “culpa” não foi só do Brasil, já que a rede também passa por dificuldades nos Estados Unidos.

As vantagens fiscais que ajudam a Shein

No mesmo relatório, os analistas do Itaú BBA também levantam aqueles que talvez sejam alguns dos pontos mais delicados para a Shein: as vantagens fiscais intrínsecas ao seu modelo de negócios e criticadas pelo setor e os custos baixos de produção, que levam às discussões sobre as condições de trabalho dos funcionários das confecções.

Toda a cadeia de suprimentos da Shein está em Guangzhou, na China, o que garante acesso a matérias-primas e mão de obra extremamente baratas, caminho também usado por outras varejistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já as isenções fiscais para importação são muito responsáveis pelos preços baixos praticados pela Shein, uma vez que boa parte dos países para onde seus produtos são enviados oferecem esse tipo de benefícios para itens de baixo preço. Contam, ainda, com a dificuldade de alguns países em controlar encargos tributários.

Atualmente, o mercado monitora especialmente essas questões tributárias, uma vez que qualquer mudança pode atrapalhar o futuro da Shein caso resulte em aplicação de novas taxas aos seus produtos.

A equipe do Itaú BBA indica, ainda, temas caros aos consumidores como potenciais desafios aos planos ambiciosos da Shein, entre eles tempo e custo de envio e política de devolução, apontados como pontos que precisam ser melhorados pela empresa.

"Esses pontos apresentam desafios para o modelo de negócios da Shein e são difíceis de superar porque conflitam com a estratégia atual da empresa. Por exemplo, para reduzir o custo de envio e tempo, a empresa precisaria ter um centro de distribuição no país de compra, o que provavelmente implicará a perda de suas vantagens fiscais", escrevem os analistas, em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os próximos passos da Shein

Quando os assunto são empresas de tecnologia chinesas, o céu é o limite, a exemplo de outras gigantes como Alibaba e AliExpress. Mas é fato que a empresa vai precisar de dinheiro para chegar lá.

Além de apostar cada vez mais na variedade de itens — que além das roupas passam por acessórios, itens para a casa e para animais de estimação — a Shein dá seus primeiros passos rumo a uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. 

No Brasil, a expectativa é aproveitar a popularidade para montar uma operação própria no país e bater de frente com as lojas mais consolidadas por aqui, avaliando como produzir peças ainda mais baratas em território nacional.

Para os analistas do BTG Pactual, entrar de vez no Brasil significa também competir nas mesmas condições que os produtores locais, o que pode ameaçar a estratégia de preços muito baixos praticada hoje pela Shein.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Isso inclui também desafios na ampliação da capacidade de produção local, um grande gargalo para pares globais de sucesso como a Zara, que vemos como uma vantagem competitiva para players locais bem estabelecidos como Renner, Arezzo e Soma", diz o relatório.

O desejo de fincar bandeira no Brasil também coincide com um momento específico do varejo de moda local, uma vez que uma das queridinhas dos jovens acaba de dar adeus ao mercado — a Forever 21.

"A Shein pode pegar um momento muito bom de entrada para aqueles que gostavam da Forever com sua moda jovem. Vale observar também que a venda clássica está saturada, com varejistas explorando outras categorias como eletroeletrônicos e até mesmo com lojas menores", afirma Ricardo Pastore, professor da ESPM.

Ele acredita que o caminho mais natural para a Shein seja justamente aproveitar essas brechas no mercado e expandir cada vez mais sua atuação, a exemplos de outras gigantes asiáticas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar