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O ‘maior mão-de-vaca’ da NBA agora divide espaço com Michael Jordan no clube do bilhão
Desde os 21 anos de idade, Lebron James não ficava fora dos Playoffs da NBA. Agora, aos 37, a superestrela da maior liga de basquete do mundo voltou a assistir à fase decisiva da temporada diretamente do sofá. Mesmo assim, não lhe faltam motivos para comemorar.
Lebron, nascido quando sua mãe, solteira, ainda tinha 16 anos, é conhecido como o ‘maior mão-de-vaca’ da liga por ter o hábito de não comprar aplicativos para celular, músicas, ou pagar para usar a internet fora dos Estados Unidos.
Pois, com esse estilo regrado, ele agora faz parte de um clube cujo único outro membro é Michael Jordan — o dos jogadores e ex-jogadores da NBA que possuem mais de US$ 1 bilhão em patrimônio.
Lebron já havia dito, há 8 anos, que essa era sua maior meta. Segundo ele, sua vontade era ver seus negócios crescendo e assim, naturalmente, ele se tornaria um atleta de US$ 1 bilhão. Ele chegou lá — mas como? É disso que vamos tratar daqui para frente.
Segundo informações da Forbes, Lebron James, o atleta mais bem pago da NBA, faturou US$ 385 milhões em salários pelos times que passou: Cleveland Cavaliers, Miami Heat e Los Angeles Lakers. O que é muito, mas ainda não seria suficiente para torná-lo um bilionário.
Contudo, mesmo quando não está jogando basquete, Lebron segue faturando alto. Segundo a Forbes, entre acordos de publicidade e outras aventuras no mundo dos negócios, já são mais de US$ 900 milhões acumulados.
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Lebron chegou ao mundo do basquete colocando o pé na porta. Em 2003, fechou seu primeiro acordo com a Nike depois de recusar ofertas de duas empresas que, mais tarde, se tornaram uma só: Reebok e Adidas.
Na ocasião, o jogador justificou sua decisão dizendo que priorizaria aquilo que entendia ser benéfico para ele no longo prazo. O que acabou se confirmando quando, mais tarde, Lebron assinou um contrato vitalício com a fabricante de materiais esportivos.
E assim foram se acumulando os patrocínios: empresas de telefonia, alimentos, bebidas e varejistas não pensariam duas vezes antes de associar suas marcas a um craque que deixa multidões hipnotizadas, seja no ginásio ou na TV.
Entretanto, a grande sacada de Lebron foi fugir do papel de mero garoto propaganda, já que na NBA muitos são multimilionários, mas só um se tornou bilionário.
É que Lebron sempre procurou se tornar sócio dos negócios que promove, abrindo mão, por exemplo, de US$ 15 milhões do McDonald's para investir em uma nova cadeia de restaurantes, em que ele é sócio.
Aliás, na próxima vez que você parar para assistir um jogo do Liverpool, lembre-se que você estará contribuindo com a fortuna de Lebron.
O jogador de basquete havia se tornado sócio do clube ainda em 2011, mas usou seu apurado senso de negócios e trocou a participação que detinha por algo ainda melhor — 1% do grupo que hoje controla o Liverpool, o Boston Red Sox, e seu estádio, o Fenway Park, além de outras equipes do esporte norte-americano.
E ainda tem mais: Lebron era um sócio minoritário da fabricante de fones de ouvido Beats, vendida por US$ 3 bilhões à Apple em 2014 — e por isso faturou com a transação. A nova empreitada do único bilionário da NBA é uma empresa de nutrição esportiva, que fundou ao lado de Arnold Schwarzenegger.
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