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RESUMO DO DIA: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi sabatinado ontem no Jornal Nacional, da Rede Globo. Monitoramento em tempo real realizado pela Quaest Pesquisa e Consultoria mostra que a sabatina com Lula foi a que mais movimentou as redes até agora. Já em termos de audiência, dados preliminares indicam que a entrevista com Lula impulsionou o Jornal Nacional, mas não superou a de Jair Bolsonaro (PL). Enquanto isso, o presidente volta a considerar ir ao debate na Band no domingo, mas decisão final deve sair na última hora.
Os candidatos mais bem colocados na disputa ao governo do Estado do Rio de Janeiro evitaram se associar aos presidenciáveis no primeiro programa eleitoral exibido na televisão nesta sexta-feira (26).
Cláudio Castro (PL), Marcelo Freixo (PSB) e Rodrigo Neves (PDT) — que aparecem à frente nas pesquisas — sequer citaram os nomes de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL) e Ciro Gomes (PDT), postulantes ao Palácio do Planalto apoiados por seus partidos.
Empossado governador do Rio após o impeachment de Wilson Witzel, Cláudio Castro usou o primeiro programa eleitoral para falar sobre as realizações de seu governo durante os dois anos e meio em que esteve à frente do Palácio Guanabara e para se apresentar aos eleitores fluminenses.
Sob o lema “Quem é esse cara?”, a peça publicitária cita medidas tomadas por Castro em áreas como economia, saúde e na área social.
Já Freixo cita potencialidades do Rio de Janeiro, como o petróleo, que serão foco em um eventual governo. O pessebista diz que o setor será uma das prioridades do Estado. Em um aceno à parcela mais conservadora da população, ele diz ainda que para combater a violência no Rio é necessário “polícia botando bandido na cadeia” e “educação”.
Do outro lado da Baía de Guanabara, Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói, usou o tempo do primeiro programa para se apresentar aos eleitores do Estado.
Conhecido pela gestão à frente de Niterói, o candidato citou melhorias em indicadores da cidade durante sua gestão. Neves trabalha para se tornar mais conhecido pelos eleitores fora da Região Metropolitana. (Estadão Conteúdo)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (26) que vai manter o teto de gastos, a regra que limita o crescimento das despesas do governo à inflação do ano anterior.
Em entrevista ao Ironberg Podcast, do fisiculturista Renato Cariani, Bolsonaro disse que as consequências de ampliar as despesas são as “piores possíveis” devido ao efeito sobre o dólar e a bolsa.
“Hoje em dia, muita gente reclama sobre isso aí [teto]. Mas eu entendo que, se você ampliar os gastos, as consequências serão péssimas para todo mundo. Então, vamos manter o teto de gastos e, na medida do possível, atendendo nem que seja a conta-gotas, os anseios”, disse.
“Tem que fazer uma conta bem feita, até porque o meu governo foi o primeiro que tem teto de gastos. Eu tenho um limite para gastar. Quanto mais eu empurro de um lado, vou ter que tirar de outro lugar. Você não tem como tirar de outro lugar, estamos no limite do limite”, acrescentou.
O presidente disse que o gasto com servidor público é “bastante alto” no Brasil, mas voltou a sinalizar que deve haver reajuste salarial para as categorias em 2023.
Na prática, o governo Bolsonaro driblou o teto de gastos em diversos momentos nos últimos anos.
No mais recente, o Executivo conseguiu aprovar no Congresso uma emenda constitucional que decretou emergência no País para viabilizar o aumento do Auxílio Brasil de R$ 400 a R$ 600 e a concessão de novos benefícios sociais, às vésperas das eleições e fora do teto.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve analisar em sessão plenária na próxima terça-feira (3) a candidatura do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), em prisão domiciliar.
Jefferson está preso preventivamente desde agosto de 2021 por ataque a instituições democráticas. O ex-deputado também foi condenado no escândalo do mensalão, e por isso está inelegível até 2023.
Em 19 de agosto, o TSE suspendeu o repasse de recursos dos fundos eleitoral e partidário a Jefferson. Mas, como ainda não teve a candidatura indeferida, ele ainda aparecerá na propaganda eleitoral dos presidenciáveis, que estreia neste sábado (26).
A propaganda eleitoral gratuita é a aposta da senadora Simone Tebet, candidata à presidência pelo MDB, para dar uma guinada na sua campanha.
Os primeiros minutos na TV serão usados por ela para se apresentar, disseram aliados ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Nesta sexta-feira (26), nas inserções de 30 segundos que já começaram a ser veiculadas, a candidata, além de falar dos cargos que já ocupou, ressalta sua participação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, no ano passado.
Ela também chama os telespectadores a assistirem à sua entrevista no Jornal Nacional esta noite. “Temos um encontro marcado”, diz.
O marqueteiro Felipe Soutello, que fez a campanha à Prefeitura de São Paulo de Mário Covas, em 2020 (PSDB), é o responsável pelas peças publicitárias, que buscarão mostrar Simone Tebet como “a moderação” e a solução à polarização que toma conta do País.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Se o presidente Jair Bolsonaro (PL) perde para o rival petista Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de voto, o mesmo não acontece quando o assunto é audiência.
Embora a distância seja bem menor do que aquelas auferidas nas sondagens eleitorais, Bolsonaro liderou a audiência do Jornal Nacional que, nesta semana, realizou sabatinas com os presidenciáveis.
Em sua edição de quinta-feira (25), quando apresentou entrevista com Lula, o telejornal registrou a segunda maior audiência no ano em São Paulo: 32 pontos e 48% de participação.
A marca, no entanto, ficou um ponto abaixo da edição com a entrevista de Bolsonaro na segunda-feira (22): 33 pontos com 48% de participação. O número representa um crescimento de 33% (ou mais 8 pontos) sobre a média do Jornal Nacional em 2022.
No Rio de Janeiro, na quinta-feira, o Jornal Nacional marcou 34 pontos, com 51% de participação. Foi também a segunda melhor marca do ano atrás apenas da edição de segunda-feira (36 pontos). O número equivale a um aumento de 36% (mais 9 pontos) sobre a média do JN em 2022 no Rio.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) mudou de ideia e voltou a considerar ir ao debate da Band com candidatos ao Palácio do Planalto que vai ser realizado no domingo (28).
Para não ser o que chamou de “alvo preferencial” dos rivais na corrida ao Palácio do Planalto, Bolsonaro havia decidido não ir ao debate, de acordo com fontes da campanha à reeleição.
“Devo estar lá domingo, estou batendo o martelo, mas devo ir. Num momento achei que não deveria ir, agora acho que devo ir. Vou ser fuzilado, vão atirar em mim o tempo todo, eu sou um alvo compensador para eles. Mas, acredito que a minha estratégia vai dar certo”, disse Bolsonaro em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.
No entanto, relatos de um ministro ouvido pelo Estadão indicam que a decisão de ir ou não ao debate da Band pode ser tomada na última hora.
Segundo o ministro, Bolsonaro ficou preocupado com sua performance na entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, em comparação a do seu principal oponente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na avaliação da campanha de Bolsonaro, o presidente pode “perder a cabeça” caso seja provocado pelos adversários no debate.
Os apoiadores do presidente citaram que o tom “debochado” de Ciro Gomes (PDT) — poderia irritar Bolsonaro — e lembraram do desempenho de Simone Tebet (MDB) nas discussões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, realizada no ano passado no Senado.
O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) defendeu nesta sexta-feira (26) igualar o padrão da indústria brasileira ao padrão da indústria chinesa.
Para isso, ele afirmou em sabatina promovida pelos jornais Valor Econômico e O Globo e pela rádio CBN nesta manhã que é preciso implementar um novo código brasileiro de trabalho para promover equilíbrio.
“O padrão chinês é assim, o juro do empresário brasileiro é 40/50% ao ano, o do empresário chinês descontado a inflação é zero, essa é a primeira grande marca do padrão chinês, financiamento que é potente ao mundo. O Brasil faz 26 anos que impõe ao mundo da produção brasileira a maior taxa de juros que é consistentemente mais alta do que o lucro dos negócios”, disse.
Para atingir esse padrão, o candidato defende que o Brasil precisa, além de rever os juros ao setor, investir em tecnologia e pesquisa.
Além disso, Ciro diz que é preciso achar um ponto de equilíbrio para que o desenvolvimento alcançado pela indústria chinesa seja implementado no Brasil sem que haja prejuízos ao trabalhador e aos empresários. (Estadão Conteúdo)
Visivelmente irritado, o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) ironizou a declaração do candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista ao Jornal Nacional de que, se eleito, iria negociar com o Congresso Nacional.
“Muita gente boa aqui sabe a dificuldade de relacionamento Executivo-Legislativo. Não é papinho de ontem ‘vou conversar’. Conversar ‘p…’ nenhuma”, declarou o chefe do Executivo em cerimônia de inauguração do auditório da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
“Na prática, a realidade é uma coisa bem diferente”, completou Bolsonaro.
Bolsonaro também citou a defesa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) feita pelo ex-presidente.
“Vi Lula falando ontem ‘temos novo MST’. Aí, você vai modificar o DNA da cobra, da sogra?”, questionou.
“Vai acreditar nessa conversa mole de que você vai ter tudo, ‘vou passar gasolina para 3 reais’, ‘todo mundo vai comer picanha todo final de semana’? Não tem filé mignon para todo mundo”, seguiu, em nova crítica à sabatina de Lula no telejornal.
Em um discurso recheado de palavrões, Bolsonaro voltou a dizer que montou um ministério técnico. “O ministério do Paulo Guedes fez muita coisa”, afirmou aos empresários sobre a pasta da Economia.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) desistiu de ir ao primeiro debate de presidenciáveis, marcado para a noite de domingo na Band.
A informação foi veiculada por Malu Gaspar, colunista do jornal O Globo, com base em fontes no campo bolsonarista.
Apesar de a notícia ter vindo à tona horas depois da sabatina com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Jornal Nacional, um aliado de Bolsonaro disse que a decisão já havia sido tomada “há muito tempo” e não tem relação com a entrevista.
Nos últimos dias, porém, circulavam rumores de que Bolsonaro iria ao debate se Lula fosse.
Como Lula só pretendia ir se Bolsonaro fosse, agora é possível que o primeiro debate entre presidenciáveis ocorra sem a presença dos líderes nas pesquisas.
Procurada pela reportagem do Seu Dinheiro, a assessoria de imprensa de Lula deixou a possibilidade em aberto: “Não tem definição. A gente não se pauta – nem acredita – em Bolsonaro”.
Esta é a agenda dos candidatos à Presidência da República para esta sexta-feira.
A maioria deles estará em São Paulo para compromissos de campanha e entrevistas a veículos de comunicação.
O candidato Felipe D’Avila (Novo) não divulgou agenda pública. Já Roberto Jefferson (PTB) está em prisão domiciliar e obviamente não tem compromissos externos.
*Com informações da Agência Brasil.
Os candidatos aos cargos de governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital começam hoje a apresentar suas propostas aos eleitores no rádio e na TV.
A propaganda eleitoral gratuita dos candidatos à Presidência da República começará a ser veiculada amanhã nas emissoras de rádio e na televisão aberta.
Se a sabatina com Lula movimentou mais as redes sociais, a exibição ao vivo da entrevista com Bolsonaro ganhou em audiência em São Paulo. Pelo menos segundo dados preliminares.
De acordo com o site TV Pop, a entrevista com Lula alcançou 31,4 pontos de média em São Paulo em sua faixa horária de exibição. O índice representou 46,1% dos televisores ligados na região.
Já a entrevista com Bolsonaro teve média de audiência de 32,7 pontos, sendo sintonizada por 46,7% dos aparelhos de TV ligados no principal mercado do Brasil.
Os dados consolidados de audiência devem ser conhecidos ainda hoje.
O início da entrevista está marcado para as 20h30.
Candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi entrevistado na segunda-feira.
Na terça-feira foi a vez de Ciro Gomes (PDT).
Ontem, foi a vez do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A sabatina com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Jornal Nacional foi a que mais movimentou as redes sociais até agora.
Monitoramento em tempo real feito pela Quaest Pesquisa e Consultoria indica que a entrevista de Lula à Globo alcançou, na média, 15 milhões de pessoas na rede.
Transmitida na segunda-feira, a sabatina com Jair Bolsonaro (PL) atingiu, na média, 9 milhões de pessoas.
O monitoramento também constatou que, na média, Lula teve 48% de menções positivas contra 52% de citações negativas.
Nesse aspecto, o petista saiu-se melhor que Bolsonaro, mas pior que Ciro Gomes (PT), sabatinado na terça-feira.
Confira as conclusões do monitoramento no fio de Filipe Nunes, diretor da Quaest.
https://twitter.com/felipnunes/status/1562973097791172609
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o penúltimo candidato a participar da sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.
Na entrevista de ontem à noite, os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos questionaram o ex-presidente sobre corrupção, economia e alianças, entre outros temas.
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