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RESUMO DO DIA: Enquanto o ministro Paulo Guedes tem angariado votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL), petistas graúdos começaram a espalhar a notícia sobre o preferido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Ministério da Economia. Entenda essa história.
A coordenação da campanha do candidato à presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, cobra que candidatos ao governo no Acre, no Pará, no Espírito Santo e em Rondônia mostrem o ex-presidente e o vice Geraldo Alckmin (PSB) nos horários eleitorais e em materiais de propaganda.
Aliados querem “unificar a campanha” nessa reta final.
“O problema que nós identificamos nesses Estados é que não tem no programa de TV a presença do Lula e do Alckmin. Têm Estados que os deputados estão fazendo campanha sozinhos”, afirmou o deputado federal José Guimarães (PT-CE). (Estadão Conteúdo)
O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), lidera a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes com 36% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ipec contratada pela TV Globo divulgada nesta terça-feira (06).
Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 21%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que tenta a reeleição, aparece com 14%.
Na comparação com o último levantamento, divulgado no dia 30, os três subiram quatro pontos: Haddad tinha 32%, Tarcísio tinha 17% e Garcia, 10%.
De acordo com o levantamento, brancos e nulos somam 10%, e 12% não souberam responder.
Em eventual segundo turno, Haddad venceria Tarcísio com 43% contra 32%. O petista também ficaria à frente de Garcia, com 42% contra 31%. Em um cenário com Tarcísio e Garcia, o governador teria 32% e o ex-ministro, 31%.
O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), comentou sobre as pretensões políticas do ex-ministro e candidato ao Senado pelo Paraná e a proximidade de Moro com o ex-governador de São Paulo João Doria, seu desafeto, durante entrevista à Jovem Pan.
“Sérgio Moro tinha tudo para ser um excelente político, trazia uma bagagem muito grande lá atrás da Lava Jato, tinha tudo, talvez para ser meu vice, em 2026 candidato a presidente. Algo subiu à cabeça dele”, afirmou Bolsonaro.
O PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm uma carta na manga para conseguir o apoio da Faria Lima e de empresários nas eleições de outubro: Marcos Lisboa.
O atual diretor-presidente do Insper começa a circular como o nome petista para a Economia no caso de Lula vencer a corrida ao Palácio do Planalto.
Lisboa, além de economista, já foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda no governo de Lula (2003 a 2005).
O problema é que, enquanto o ministro Paulo Guedes tem angariado votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL), poucos na Faria Lima sabem da opção de Lisboa como o nome do PT para a Economia.
Atentos a isso, petistas graúdos começaram a espalhar a notícia sobre o preferido de Lula para o ministério.
O candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, afirmou nesta terça-feira (06), durante agenda em São Paulo, que, se eleito, seria capaz de criar 5 milhões de empregos nos dois primeiros anos do seu mandato.
Para realizar a promessa, Ciro propôs usar renúncias fiscais autorizadas pelo governo federal.
“[Existe] uma série de 14 mil obras paradas. E o dinheiro vem de um corte de 20% das renúncias fiscais que hoje são R$ 350 bilhões. Com 20% de corte eu arrumo R$ 70 bilhões por ano, isso é o suficiente para honrar 5 milhões de empregos em dois anos”, afirmou.
Ciro repetiu a proposta de criação, com parte de reservas cambiais, de uma linha de crédito operada diretamente pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para auxiliar empresas em situação de inadimplência. (Estadão Conteúdo)
A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) vive um racha a menos de um mês para o primeiro turno das eleições. O motivo: as propagandas na televisão.
De um lado, a ala ideológica tem criticado o tom “paz e amor” de Bolsonaro e defendido que ele adote uma versão mais “combativa” no horário eleitoral, inclusive com ataques diretos ao seu principal rival e líder nas pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Do outro lado, o marqueteiro do PL, Duda Lima, e parte da ala política defendem que a propaganda na TV precisa ser mais propositiva e que a artilharia contra Lula e o PT deve ficar restrita às redes sociais, comandadas por Carlos Bolsonaro.
*As informações são do jornal O Globo
No que depender do PT e dos partidos de oposição à candidatura de Sergio Moro (União Brasil) ao Senado, o slogan “Juiz Moro” não poderá ser usado pelo ex-ministro em sua campanha eleitoral.
Isso porque essas legendas se preparam para entrar com uma ação contra a propaganda de Moro na justiça.
De acordo com o advogado Luiz Eduardo Peccinin, que representa a Federação Brasil da Esperança, integrada por PT, PV e PC do B, Moro não é mais magistrado, e por isso estaria “confundindo o eleitor ao misturar sua candidatura com o próprio Judiciário”.
*Com informações da Folha de S. Paulo
A participação do presidente Jair Bolsonaro (PL) na sabatina promovida pela Jovem Pan com os candidatos à Presidência contou com mais uma polêmica com uma jornalista.
Questionado sobre as compras de imóveis realizadas por familiares com dinheiro vivo, Bolsonaro começou a responder mencionando o marido da jornalista Amanda Klein.
“Você é casada com uma pessoa que vota em mim. Eu não sei como é o teu convívio na tua casa com ele, mas eu não tenho nada a ver com isso”, disse Bolsonaro.
Confira o que a jornalista respondeu para o presidente, que concorre à reeleição.
O site ‘bolsonaro.com.br’ voltou ao ar nesta terça-feira (06) com mensagens de ameaças recebidas pelo criador da plataforma, Gabriel Baggio Thomaz.
O domínio, que já foi usado para divulgar ações do governo, foi comprado neste ano e passou a retratar o presidente Jair Bolsonaro (PL) como uma “ameaça” ao Brasil e o compará-lo com o ditador alemão Adolf Hitler.
Na última quinta-feira (01), um dia após a campanha de Bolsonaro decidir acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para derrubar a página, o site havia sido desativado.
Agora, o site mostra em uma seção intitulada “Retrato do ódio”, com e-mails que teriam sido encaminhados a Thomaz.
O conteúdo com críticas ao presidente também voltou ao ar com críticas ao orçamento secreto, ao dizer que quem dá as cartas são o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira.
Diversas manifestações políticas estão marcadas para o feriado de 7 de setembro, dia em que se comemoram os 200 anos da independência do Brasil.
Principalmente as caravanas bolsonaristas contam com apoio de empresários e páginas de movimentos de direita, como mostra o jornal Folha de São Paulo.
Pensando nisso, diversas medidas foram tomadas pelos demais poderes para evitar conflitos pelo país. O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu decretos que flexibilizam a compra de armas antes do pleito de outubro.
#NotíciaSTF Com base no risco de aumento da violência política por conta do início da campanha eleitoral, o ministro Edson Fachin concedeu liminares em três ações para suspender trechos de decretos da Presidência que flexibilizam compra e porte de armas. 1/3
— STF (@STF_oficial) September 5, 2022
Do mesmo modo, a Polícia Militar do Distrito Federal optou pelo fechamento da Esplanada dos Ministérios na noite da última segunda-feira.
A inteligência das forças de segurança do DF teme o risco de protestos de radicais por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
O que dizem os quatro principais candidatos à presidência de República hoje no Twitter?
O ex-presidente Lula (PT) mantém o tom de combate à fome em suas primeiras mensagens na rede social:
A primeira coisa que nós temos que garantir é comida para o povo. Quem não come não pensa direito. Nós temos que comer bem, nossas crianças têm que comer bem, tomar um bom café da manhã antes de ir pra escola. É a partir daí que vamos melhorar a vida do povo brasileiro. Bom dia.
— Lula (@LulaOficial) September 6, 2022
Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez um longo discurso em formato de fio (thread) sober verdades e aparências, o bem e o mal:
– Na aparência, o mal pode ser facilmente confundido com o bem. A vantagem acaba sendo de quem finge mais. Eu poderia muito bem me adequar a isso e me tornar a voz do establishment, mas jamais trocaria a minha alma e a minha consciência pelo aplauso de meia dúzia de vagabundos.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 6, 2022
O candidato Ciro Gomes (PDT), por sua vez, se defendeu das acusações de redes sociais sobre suas falas contra o ex-presidente Lula em entrevista à rádio Jovem Pan na última segunda-feira (05).
Para o candidato, houve uma distorção dos fatos e o corte foi retirado de contexto quando diz que nunca viu o ex-presidente “tão fraco” e “indefeso”:
Vejam o que eu disse. Compartilhem a verdade.? pic.twitter.com/MIZGMWevKT
— Ciro Gomes (@cirogomes) September 6, 2022
Fechando a lista dos quatro principais candidatos, Simone Tebet (MDB) não escreve nada desde ontem à noite, quando se pronunciou sobre as queimadas da Amazônia:
O desmatamento na Amazônia cresceu 29% em 2021, sendo o maior dos últimos 10 anos. 94% desses desmatamentos são ilegais. É a destruição do patrimônio brasileiro. Precisamos acabar com a grilagem, garimpeiros e madeireiros ilegais, para recuperar nossa Floresta. +
— Simone Tebet (@simonetebetbr) September 5, 2022
Em mais um dia de campanha, presidenciáveis participam de caminhadas, panfletagens, entrevistas e reuniões. Confira as agendas dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira (6):

Lula (PT): participa de reunião de coordenação com os partidos que integram a Coligação Brasil da Esperança, às 10h, no Hotel Grand Mercure do Ibirapuera, em São Paulo (SP).
Jair Bolsonaro (PL): participa das sabatina na Jovem Pan, em Brasília.
Ciro Gomes (PDT): às 10h, participa de encontro com lojistas na Rua das Noivas, no bairro da Luz, em São Paulo (SP). Às 12h30, concede uma entrevista sobre Propostas para a Amazônia. Às 19h30, dá entrevista para a Rede TV. Às 20h45, faz live na Ciro TV.
Simone Tebet (MDB): tem compromissos em Brasília. Às 10h, reúne-se com a diretoria da Associação Nacional dos Procuradores da República, na Procuradoria Geral da República. Às 11h15, tem reunião com a Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF). À tarde, tem sabatina com Correio Braziliense e TV Brasília, ao vivo, às 13h10, na sede do Correio Braziliense. Às 15h, reúne-se com os embaixadores dos estados-membros da União Europeia no Brasil, na sede da Delegação da União Europeia no Brasil.
Felipe D’Ávila (Novo): participa, às 8h15, de sabatina do Mais Brasil News. Às 10h15, concede entrevista, ao vivo, para a BM&C New.
Soraya Thronicke (União): grava programa eleitoral, às 10h, em Brasília. À tarde, tem encontro com representantes da Frente Parlamentar Mista do Biodíesel (FPBio) e recebe propostas do setor, às 16h, no Comitê de Campanha do União Brasil, em São Paulo (SP).
Constituinte Eymael (DC): faz caminhada no centro empresarial Alphaville, em Barueri (SP), às 16h.
Léo Péricles (UP): às 17h participa de live na internet com Rita Von Hunty.
Pablo Marçal (Pros): não divulgou sua agenda.
Padre Kelmon (PTB): não divulgou sua agenda.
Sofia Manzano (PCB): faz panfletagem e participa de conversa na feira do núcleo bandeirante, em Brasília, às 8h. No Rio Grande do Sul, concede entrevista ao Grupo MPF de Rádios Web, às 18h.
Vera Lucia (PSTU): tem agendas no estado de São Paulo. Às 7h, visita a fábrica ocupada MWL, em Caçapava. Às 9h, conversa com os trabalhadores da Avibrás, em Jacareí. Depois, segue para São José dos Campos, onde participa: às 10h, de um café com aposentados; às 11h30, de caminhada pelo Centro da cidade; e às 15h30, de reunião com sindicalistas e ativistas. Às 18h30, retorna para Jacareí, onde visita a Ocupação Quilombo Coração Valente.
*Com informações da Agência Brasil
A nova pesquisa de intenção de voto publicada pelo Ipec (ex-Ibope) divulgada na noite da última segunda-feira (05) mostra que a vantagem do ex-presidente Lula (PT) sobre o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a crescer.
Enquanto o petista registrou 44% das intenções de voto, Bolsonaro oscilou para baixo — mas dentro da margem de erro — em relação à leitura anterior, para 31%.
Com isso, sobem as chances de vitória do petista no primeiro turno. Os demais candidatos somam 45% enquanto Lula tem mais do que isso dentro da margem de erro — dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet registraram 8% e 4% das intenções de voto, respectivamente. Também dentro da margem de erro, ambos estão empatados.
Luiz Felipe D’Avila, candidato do partido Novo, e a senadora Soraya Thronicke ficam com 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram na pesquisa.
Confira a seguir os números da edição mais recente do Ipec:
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