🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

IPCA DE MARÇO

Inflação vai a 0,93% e mercado vê risco de estourar meta

Taxa acumulada passou a 6,10% no mês passado, reforçando temor de que inflação oficial termine o ano acima do teto da meta, de 5,25%.

Imagem: Shutterstock

Pressionado pelo reajuste dos preços dos combustíveis, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou variação de 0,93% em março, a maior para o período desde 2015. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses passou de 5,20%, em fevereiro, para 6,10% no mês passado, reforçando no mercado o temor de que a inflação oficial do País termine o ano acima do teto da meta - que é de 5,25%.

"A chance de a inflação ficar acima dos 4,5% este ano é uma certeza. Uma inflação entre 5% e 6% me parece hoje que é a previsão mais clara e uma média de 0,40% (mensal até o fim do ano) é razoável. Se o câmbio atrapalhar, pode ficar mais perto de 6%", alertou Luiz Roberto Cunha, professor do Departamento de Economia e decano do Centro de Ciências Sociais na PUC-Rio, que espera um pico de 8,1% no IPCA em 12 meses até agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Analista da Coordenação de Índices de Preços do IBGE, André Almeida lembra que a última vez que o acumulado em 12 meses ultrapassou o teto da meta foi em novembro de 2016. "O teto era de 6,5% e, em novembro daquele ano, o acumulado em 12 meses chegou a 6,99%."

O economista do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos, frisa que a inflação geral não está fora de controle, mas que a dinâmica recente, que inclui o forte aumento dos combustíveis, exige atenção. "Em nossa avaliação, neste estágio, o principal risco de alta para a inflação é financeiro e de custos, e não de demanda", disse ele, alertando para os riscos políticos e fiscais com potencial para afetar o câmbio e expectativa de inflação.

A meta central definida pelo Conselho Monetáro Nacional (CMN) para 2021 é de 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, de 5,25%. Se a meta for descumprida, o Banco Central tem de apresentar uma justificativa ao Ministério da Economia para o resultado.

Variação. Pelos dados divulgados ontem pelo IBGE, os gastos com combustíveis subiram 11,23% em março. Só a gasolina variou 11,26%, respondendo por quase dois terços da taxa de inflação. Também ficaram mais altos os preços do etanol (12,59%) e do óleo diesel (9,05%). Em 10 meses de aumentos consecutivos, a gasolina foi reajustada em 42,39%. Já o gás de botijão subiu 4,98%, acumulando um aumento de 20,01% nos últimos 12 meses. Apesar de mantida a bandeira tarifária amarela, a energia elétrica ficou 0,76% mais cara em março, em decorrência de reajustes nas tarifas de concessionárias no Rio de Janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, os alimentos registram menor variação. A falta de pagamento do auxílio emergencial (que só foi retomado neste mês) e o recrudescimento da pandemia podem estar por trás de uma redução na demanda por itens alimentícios, com reflexo sobre os preços, acredita Pedro Kislanov, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE.

Leia Também

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3777 e Dia de Sorte 1287 fazem novos milionários; Mega-Sena 3052 acumula e prêmio vai a R$ 41 milhões

CALENDÁRIO DE BENEFÍCIOS

PIS/Pasep acabou? Veja se haverá pagamento em setembro e quando os depósitos retornam

"Pode ser que tenha a ver com auxílio emergencial, sim, a gente não teve auxílio no primeiro trimestre. E, por conta de questões de lockdown, pode ter a ver com demanda reprimida. As pessoas compram menos alimentos perecíveis nesse período", justificou Kislanov.

No entanto, as condições climáticas favoráveis e a sazonalidade das lavouras também contribuíram para uma oferta maior de alimentos.

O custo da alimentação no domicílio caiu 0,17% em março, com recuos nos preços do tomate, batata-inglesa, arroz e leite longa vida. As carnes ficaram mais caras. Já a alimentação fora do domicílio subiu 0,89% em março, puxada pelas altas do lanche e da cerveja. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Beneficiários com NIS final 7 recebem parcelas do Bolsa Família e parte também terá direito ao auxílio-gás 1 de setembro de 2026 - 5:39
Quatro economistas do BTG Pactual estão sentados em cadeira de madeira. Todos eles vestem terno azul. A mediadora está de lilás. Ao fundo, um painel com o logo Macro Day do BTG Pactual. 31 de agosto de 2026 - 19:01
Bilionária mais jovem do brasil tem herança atrelada à WEG. 31 de agosto de 2026 - 13:05
geraldo alckmin no macro day 2026 31 de agosto de 2026 - 12:30
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 31 de agosto de 2026 - 8:16
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar