Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

para além da joia

Vivara (VIVA3) cresce e pode avançar sobre meios de pagamentos e logística

Assunto “M&A” (fusões e aquisições, pela sigla em inglês) já vinha dominado reuniões com investidores nas reuniões antes da estreia na B3, em 2019

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
14 de agosto de 2021
18:01 - atualizado às 18:05
Gisele Bundchen - Vivara (VIVA3) | varejo de luxo
Gisele Bündchen, em propaganda da Vivara - Imagem: Vivara / Divulgação

A Vivara (VIVA3), que cresceu em meio à pandemia, discute internamente a realização de aquisições, segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Otavio Chacon Lyra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O setor é dominado por empresas familiares, em um mercado muito fragmentado. Isso está no radar de todos, incluindo investidores financeiros. De qualquer ângulo, a consolidação faz sentido", disse o executivo.

Lyra diz que a as aquisições podem ser de joalherias, mas também se estender a áreas como meios de pagamentos e logística. A empresa nunca fez uma aquisição.

O assunto "M&A" (fusões e aquisições, pela sigla em inglês) já vinha dominado reuniões com investidores nas reuniões antes da estreia na B3, em 2019.

A negociação com a HStern, por exemplo, chegou a ir para a mesa, mas não avançaram significativamente, segundo fontes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

Expansão da rede física da Vivara (VIVA3) deve continuar

Apesar da expectativa do mercado, o presidente da companhia, Paulo Kruglensky, diz que a companhia tem um forte potencial de crescimento e que a expansão da rede física vai continuar.

Leia Também

Apenas no segundo trimestre deste ano foram abertas 16 lojas; em julho, vieram mais 8. "A expansão potencial da Vivara é muito grande. A participação em shoppings ainda tem muito a crescer", disse.

Outra importante via que vem sendo explorada é da Life, focada em prata, que se tornou uma operação independente.

Com um tíquete mais baixo do que o das joias em ouro, a Life atraiu os jovens, que costumam comprar com mais frequência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

VÍDEO: Amazon (AMZO34) e Alpargatas (ALPA4): hora de comprar?

Por que a empresa cresce

Uma das razões para a Vivara (VIVA3) ter crescido é que com a pandemia a classe A deixou de gastar com viagens internacionais, direcionando a renda para outros produtos de valor agregado.

O presidente da Sociedade Brasileiro de Consumo e Varejo (SBCV), Eduardo Terra, disse que a Vivara entrou na pandemia bem estruturada após o IPO.

A empresa, segundo ele, aproveitou um momento em que a cesta de consumo dos mais ricos mudou com a restrição de viagens internacionais. Segundo Terra, além disso, a Vivara se digitalizou rapidamente.

O terceiro fato que ajudou o negócio durante o isolamento foi um ambiente em que os competidores diretos enfrentam dificuldades - deixando o caminho livre para que ela ganhasse terreno -, disse o especialista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em seu balanço, a empresa fundada há 40 anos por Nelson Kaufman diz dominar 14,7% do setor no País, bem à frente das rivais mais próximas. A estimativa é de que a dinamarquesa Pandora e a HStern tenham cerca de 2% de participação cada.

2º trimestre da Vivara

No segundo trimestre, a Vivara viu seu lucro líquido atingir R$ 81,7 milhões, mais do que dobrando em relação ao mesmo período de 2019, ainda antes da pandemia. Na comparação com 2020, a companhia conseguiu reverter um prejuízo. Em um ano, a empresa diz que seu domínio de mercado avançou 3 pontos porcentuais.

A rentabilidade medida pela margem bruta do trimestre atingiu 68,0%, com expansão de 0,5 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado foi reflexo de uma "adequada composição de estoques em todas as categorias, combinada com a correta política de precificação", de acordo com a empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Vivara, a margem líquida foi de 22,6% no segundo trimestre, 23,8 p.p. acima se comparado ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida apresentou uma expansão de 163,0%, na base anual, a R$ 361,9 milhões.

As vendas digitais foram responsáveis por 17,3% da receita total do trimestre - a parcela correspondeu a R$ 78,9 milhões (valor bruto) -, "mantendo o novo patamar de penetração atingido no ano passado", disse a empresa.

Quanto ao mix de vendas, o destaque do segundo trimestre foi a categoria de joias, com o produto correspondendo a uma fatia maior das vendas do e-commerce e aumento de preços.

A Vivara (VIVA3) registrou expansão de 5,8% nas vendas das lojas físicas, mesmo com a operação ainda comprometida pelas restrições de fluxo de clientes nos shoppings. A retomada foi gradual ao longo dos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A receita de lojas físicas representou 82,1% da receita total no segundo trimestre, contra 35,0% do mesmo período do ano passado, quando as restrições por causa da pandemia foram maiores. O valor bruto da receita das lojas físicas correspondeu a R$ 374,9 milhões.

Ações VIVA3 estão baratas?

Única representante do setor de joias na Bolsa, a Vivara acumula alta de 24% na bolsa desde a sua estreia, em outubro de 2019. Entre cinco casas, quatro recomendam a compra das ações (VIVA3) da companhia.

A mediana do preço-alvo para os papéis é de R$ 36, de acordo com dados reunidos pelo TradeMap. As ações da companhia eram negociadas a R$ 29,86 na sexta-feira. Veja como foi o dia dos mercados.

*Com informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

BTG Pactual (BPAC11) entrega resultado “difícil de criticar”, mas ações caem na B3. O que explica a queda?

11 de maio de 2026 - 14:26

Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado

PROVENTOS EM ALTA VOLTAGEM

CPFL Energia (CPFE3) detalha pagamento de R$ 1,3 bilhão em dividendos; veja quem tem direito

11 de maio de 2026 - 14:21

Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026

A META FICOU MAIS DIFÍCIL

Banco Inter reage à queda das ações na bolsa com nova aposta: a “Regra dos 50” para crescer — e lucrar mais — até 2029

11 de maio de 2026 - 12:16

Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes

OPERAÇÃO ÍCARO

Fast Shop bate recorde: empresa leva multa de R$ 1 bilhão por fraude em imposto e propina paga a auditor

11 de maio de 2026 - 11:28

Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma

BALANÇO

Telefônica Brasil (VIVT3): lucro salta quase 20% no 1T26, e dona da Vivo entrega seu melhor 1º trimestre em dois anos. O que está por trás da expansão?

11 de maio de 2026 - 9:12

Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) supera expectativa com lucro recorde e ROE de 26,6% no 1T26. O que está por trás de mais um balanço forte?

11 de maio de 2026 - 7:33

O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com petróleo na casa dos US$ 100, analistas calculam se Petrobras (PETR4) vai ou não vai liberar dividendos do 1T26

11 de maio de 2026 - 6:02

Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções

TROCAS DE PESO

Dança das cadeiras na bolsa: semana tem troca de CEOs em série e agita empresas da B3

9 de maio de 2026 - 16:58

A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)

VELHO CONHECIDO

Santander (SANB11) bate o martelo: conselho aprova por unanimidade a eleição de Gilson Finkelzstain como CEO

8 de maio de 2026 - 20:05

Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil

CHEGOU A HORA DE VENDER?

O que a pior semana da Petrobras (PETR4) em mais de dois anos diz sobre as ações como investimento

8 de maio de 2026 - 19:45

Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana

HORA DE COMPRAR?

Caixa Seguridade (CXSE3): depois do anúncio de R$ 1 bilhão em dividendos, analistas calculam retorno e dão veredito

8 de maio de 2026 - 19:19

Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos

SD ENTREVISTA

“Foi bom, mas poderia ter sido melhor”: o recado do diretor do BR Partners (BRBI11) sobre o 1T26; ações caem na B3

8 de maio de 2026 - 16:01

Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro

TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia