Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

entrevista exclusiva

Suzano se prepara para 2021 ainda melhor, com ESG no centro da estratégia

Condições do mercado de celulose permitem que empresa realize novos reajustes de preços ao longo do ano, diz diretor financeiro

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
8 de março de 2021
5:57 - atualizado às 16:08
Marcelo Bacci, diretor executivo de finanças e de relações com investidores da Suzano
Marcelo Bacci, ex-diretor executivo de finanças e de relações com investidores da Suzano - Imagem: Divulgação

O lendário Mike Tyson cunhou uma frase que vira e mexe é utilizada em palestras corporativas e motivacionais. “Todo mundo tem um plano até tomar um soco pela primeira vez”, disse o pugilista em 1987, quando estava em seu auge, antes de defender seu título de peso-pesado contra Tyrell Biggs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pode ser batida, mas ela retrata muito bem as peças que a vida nos prega. Nossos planos não significam nada perante o aleatório. E isso ficou bastante claro com a crise de covid-19. Quantas empresas não viram seus planos de investimentos, estratégias para ganhar mercado e melhorias de produtividade terem que ser substituídos por ajustes nas operações e medidas para poupar caixa, de modo a evitar que o pior acontecesse?

A pandemia não poupou ninguém no ano passado. O soco foi tão forte que muitas não resistiram e foram para a lona. Outras sentiram o baque, mas conseguiram se levantar e seguir adiante com o plano traçado.

A Suzano (SUZB3) foi uma das que se enquadraram no segundo caso. Peso-pesado do mercado de celulose global, ela iniciou 2020 tendo que trabalhar com preços abaixo da média dos últimos dez anos, e que pioraram no ponto alto da pandemia.

Mas a partir do segundo semestre, a situação começou a virar a seu favor. A cotação da celulose engatou uma alta, em meio a um mercado com demanda alta e oferta baixa, e o real se desvalorizou muito perante o dólar, resultando em condições muito favoráveis para os negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isto permitiu que ela fosse capaz de cumprir com a maior parte dos compromissos que assumiu para o ano passado – ela gerou caixa operacional de R$ 11,5 bilhões, 63% superior ao registrado em 2019, reduziu seu estoque de celulose em aproximadamente 1 milhão de toneladas, executou integralmente o plano de desalavancagem e diminuiu em 9% o custo de produção de celulose, com a ajuda das sinergias advindas da combinação de negócios com a Fibria Celulose.

Leia Também

O resultado dessa combinação de cenário favorável e ajustes operacionais foi um quarto trimestre de resultados robustos e o maior valor de mercado de sua história – no acumulado de 2021 até sexta-feira (5), as ações da Suzano se valorizaram 33%, enquanto o Ibovespa registrou queda de 3,5%.

Mas como ano novo é vida nova, de acordo com o ditado, fica a dúvida: é possível repetir o sucesso do ano passado?

Para Marcelo Bacci, diretor financeiro e de relações com investidores da Suzano, a resposta é sim. As condições favoráveis vistas mais para o final do ano passado perduram em 2021, indicando um ano ainda melhor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um momento em que o mercado está cada vez mais de olho em empresas de commodities, temendo a valorização do dólar diante da situação fiscal e alta nas curvas de juros nos Estados Unidos, a Suzano desponta como um nome que deve se descolar do mercado, com as ações alçando voos próprios.

E tudo isso deve ocorrer com a empresa tendo o ESG no centro da estratégia, que serve inclusive para reduzir o peso da dívida.

2020 quase perdido, 2021 de boas perspectivas

Nos últimos três meses de 2020, a companhia registrou uma receita líquida R$ 8 bilhões, montante 14% superior ao registrado no mesmo período de 2019, o que ajudou o resultado de 2020 a fechar em R$ 30,4 bilhões, avanço de 17%.

O bom desempenho operacional também foi visto no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado de R$ 4 bilhões, um crescimento de 61% em base anual. Em 2020, ele alcançou R$ 15 bilhões, aumento de 39%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os resultados contrastaram com o que a própria Suzano esperava para 2020. O Seu Dinheiro conversou com Bacci em agosto e as expectativas dele e da empresa eram cautelosas. Na ocasião, ele afirmou ao Vinicius Pinheiro que a celulose estava num nível de preço muito baixo e que se não fosse a pandemia “ele já teria se recuperado um pouco”.

A previsão, porém, se mostrou equivocada, para alegria (e alívio) da empresa. De fato, os preços da celulose não davam indícios de melhora, estando abaixo de sua média dos últimos dez anos, em torno de US$ 458 a tonelada. Mas eles começaram a subir a partir do segundo semestre, especialmente em outubro, e agora estão em cerca de US$ 600 a tonelada na China, o maior mercado de celulose do mundo.

O diretor financeiro da Suzano explicou que o preço está sendo sustentado pela menor oferta no mercado e uma demanda mais aquecida do mercado chinês. E esta situação deve perdurar ao longo do ano, abrindo caminho para mais reajustes positivos de preços.

“É muito difícil saber as condições dos estoques dos clientes, mas o que nós sabemos, ou que nós conseguimos projetar, é que os estoques deles não estão baixos, mas estão menores do que já estiveram, e o operating rate (percentual de uso da capacidade) deles está alto, a demanda pelos produtos deles está alta. Eles estão operando com alta capacidade, então eles têm uma propensão para querer garantir a oferta da matéria-prima.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você deve ter reparado que não citei se a Suzano teve lucro ou prejuízo no quarto trimestre e em 2020. Mas esse é um ponto que não tem tanta importância quando se trata da empresa, e os executivos fazem questão de ressaltar que não é uma métrica relevante. Como ela tem uma boa parte da dívida em dólar, qualquer variação do câmbio joga para cima ou para baixo a última linha do balanço, não sendo um bom demonstrativo de suas operações.

Mas caso você realmente queira saber, a Suzano fechou o quarto trimestre com um lucro líquido de R$ 5,9 bilhões e um prejuízo de R$ 10,7 bilhões em 2020.

Reduzindo dívida para investir

Apesar da situação adversa do mercado no começo do ano, a Suzano se manteve no rumo para cumprir com o objetivo de reduzir seu endividamento, missão encampada pela administração da Suzano depois que ela realizou a maior transação do mundo em 2018: a compra da Fibria, negócio avaliado em US$ 14,5 bilhões.

A união das duas empresas brasileiras criou uma gigante global com capacidade de produção de 11 milhões de toneladas de celulose e 1,4 milhão de toneladas de papel por ano, mas resultou em uma alavancagem elevada – no quarto trimestre de 2019, a relação entre a dívida e o Ebitda em dólar estava em 5,0 vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para lidar com esta situação, a Suzano se comprometeu, para 2020, a entrar numa espécie de “regime”, visando reduzir a alavancagem, e para isso estabeleceu algumas metas.

A primeira era conseguir transformar em realidade as sinergias da transação com a Fibria. De acordo com Bacci, as inciativas para redução de custos deram resultado. “Nós tivemos R$ 1,3 bilhão em sinergias que se tornam recorrentes nos próximos anos e que aceleraram a geração de caixa da Suzano em 2020 ”, disse.

Segundo, era a venda de ativos não operacionais. A Suzano tinha florestas em algumas regiões que não eram mais utilizadas. O principal negócio foi a venda de uma área de 21 mil hectares de florestas na região central do estado de São Paulo para a Bracell Celulose e Turvinho Participações, por R$ 1,05 bilhão.

Em terceiro lugar estava o compromisso de fazer menos investimentos. A Suzano tinha investido quase R$ 6 bilhões em 2019 e se comprometeu com R$ 4 bilhões em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Combinado com os bons preços da celulose e controle de custos, a empresa foi capaz de reduzir a dívida em mais de US$ 1 bilhão ao longo do ano passado e conseguiu chegar ao final do ano com uma alavancagem de 4,3 vezes, além de gerar R$ 11,5 bilhões em caixa.

O processo foi bem-sucedido e Bacci disse que ele deve continuar em 2021, em grande parte graças às boas condições do mercado.

“Isso vai fazer com que a gente acelere esse processo de desalavancagem e rapidamente se coloque numa posição de estar totalmente enquadrado em nossa política financeira e capaz de pensar em novos investimentos daqui para frente”, disse.

ESG não é papinho bonitinho, é business

Além do bom ambiente de negócios e do controle de custos, a Suzano conta ainda com mais uma “arma” para reduzir o endividamento – os compromissos que assumiu na parte de sustentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2010, a companhia anunciou diversas metas de sustentabilidade de longo prazo. Até 2030, ela pretende realizar a remoção líquida de 40 milhões de toneladas de carbono na atmosfera, tirar 200 mil pessoas da linha de pobreza de suas áreas de influência e substituir plásticos e derivados do petróleo de sua cadeia produtiva, utilizando 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável.

Com metas traçadas, a Suzano constatou que poderia utilizá-las na redução do seu endividamento. Vendo que investidores estão cada vez mais exigindo que seus recursos sejam aplicados em projetos e empresas que respeitem os preceitos do ESG, sigla em inglês para boas práticas ambientais (E), sociais (S) ou de governança (G), a empresa decidiu aumentar as emissões de títulos de dívida com compromissos ligados a meio ambiente e questões sociais.

No ano passado, a Suzano foi a segunda empresa em todo mundo a emitir o chamado sustainability linked bond, título em que o emissor se compromete com uma série de compromissos ligados à sustentabilidade.

Foram duas emissões, uma de US$ 750 milhões e depois mais US$ 500 milhões. E neste ano ela embarcou no sustainability linked loan, um empréstimo ligado à sustentabilidade. Ao invés de emitir um bond, ela tomou empréstimos com bancos e se comprometeu com metas de sustentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Bacci, uma das vantagens é que as taxas de juros cobradas pelos investidores por estes títulos são menores. Ele informou que a segunda operação com sustainability linked bonds, de US$ 500 milhões, teve a menor taxa de juros já paga por um emissor brasileiro na história para uma operação de dez anos, de 3,1% ao ano.

Ele também citou que um papel da Suzano que não tem o perfil de sustentabilidade, com vencimento em 2030, estava sendo vendido no mercado secundário com juros de 3,18% ao ano. Já o papel com vencimento em 2031 e que tem o aspecto de sustentabilidade é negociado a uma taxa de 2,94% ao ano”, disse.

“O investidor que compra este papel está disposto a ganhar 0,24% ao ano a menos que o outro, porque esse papel é um papel green, ele é ligado à sustentabilidade. Como tem bloco de dinheiro buscando investimentos ligados à sustentabilidade, esse tipo de investidor, em função dos benefícios que estes papéis geram para a sociedade, aceita um juro menor.”

Além do endividamento, a questão da sustentabilidade também é um fator decisivo na hora de a Suzano negociar com potenciais compradores, sendo um fator que pode ajudar ou prejudicar um acordo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Quem compra os nossos produtos também quer saber de onde eles saíram, se foi de área desmatada, se eu faço qualquer tipo de atividade que é nociva ao meio ambiente. Isso é muito importante para eles, porque os clientes finais deles também se importam com isso”, disse Bacci.

Esse tipo de demanda deve crescer ainda mais nos próximos anos, não só para a Suzano, mas para grande parte das companhias brasileiras, em especial aquelas que atuam com commodities, tornando essencial uma atuação firme do governo no combate a ilegalidades.

“Uma das razões pelas quais que a gente resolveu ser mais vocal a respeito do assunto é para ter um ganho reputacional também, mostrar para o mercado que, independentemente do que o Brasil como país está fazendo com seus recursos naturais, nós aqui [Suzano] temos padrões muito estritos, nós temos objetivo de melhorar ainda mais em relação ao que temos hoje", afirmou Bacci.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE PATINHO FEIO A PROTAGONISTA

Após apanhar na bolsa, distribuidoras de energia podem dar a volta por cima. XP diz o que você deve colocar na carteira

22 de abril de 2026 - 18:05

Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic

ENTENDA

A estreia deste banco na bolsa foi um balde de água fria, mas o futuro pode guardar alta de 80%, segundo o BTG

22 de abril de 2026 - 17:06

Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

Gestora resgatou o BRB: conheça a Quadra Capital, que comprou R$ 15 bilhões em ativos do Banco Master

22 de abril de 2026 - 16:32

A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar

HORA DE ABANDONAR OS PAPÉIS

Ação da Braskem (BRKM5) ainda pode cair pela metade: Bradesco BBI faz alerta para ‘situação insustentável’

22 de abril de 2026 - 15:11

Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos

VAREJO FARMACÊUTICO

A virada da Pague Menos (PGMN3): o que está por trás da recomendação de compra do BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 14:31

Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1

NOVA ESTRUTURA

Sai um, entram dois: Azzas 2154 (AZZA3) reorganiza a casa após baixas no alto escalão; veja como fica agora

22 de abril de 2026 - 13:01

Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino

COSTURANDO UM APORTE

Energisa (ENGI11) anuncia acordo de R$ 1,4 bilhão com Itaú (ITUB4) — e banco entra como sócio em divisão estratégica

22 de abril de 2026 - 11:00

Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica

À FRENTE DA REESTRUTURAÇÃO

Quem devem ser os novos líderes na Braskem (BRKM5), que tentarão recuperar a petroquímica após venda de fatia da Novonor para a IG4

22 de abril de 2026 - 10:27

Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4

O QUE FAZER COM A AÇÃO?

Construtora ‘queridinha’ do Minha Casa, Minha Vida se prepara para acelerar em 2026 — e ação deve saltar mais de 34%, segundo o BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 10:02

Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026

“ELEFANTE BRANCO” SAI DE CENA

Adeus, e-commerce: Sequoia (SEQL3) ‘joga a toalha’ no varejo digital e vende operação ao Mercado Livre (MELI34)

22 de abril de 2026 - 9:12

Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia

TEM FUNDAMENTO?

Alta de 115% é pouco? A preocupação de R$ 500 milhões que ronda a Tenda (TEND3), construtora queridinha do momento

22 de abril de 2026 - 6:01

Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?

ENERGIA SOB PRESSÃO

El Niño pode mexer com o seu bolso — e virar o jogo para as elétricas: as ações que ganham e perdem na bolsa, segundo o Safra

21 de abril de 2026 - 14:21

Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.

CORRIDA BILIONÁRIA

Amazon turbina aposta em inteligência artificial com investimento de até US$ 25 bilhões na Anthropic, dona do Claude

21 de abril de 2026 - 13:14

Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura

DO AVIÃO PARA A ESTRADA

Por que a alta do petróleo pode destravar potencial de até 30% para a Marcopolo (POMO4), segundo o Safra

21 de abril de 2026 - 11:19

Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas

TENTANDO VIRAR O JOGO

O “plano de resgate” do BRB: banco tenta limpar o balanço com venda de até R$ 15 bilhões em ativos do Master

21 de abril de 2026 - 10:22

Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital

ESCOLHA ESTRATÉGICA

Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3): as campeãs da XP para absorver os ganhos do petróleo mais caro

20 de abril de 2026 - 19:51

Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento

SOB A LUPA DOS ANALISTAS

A conta chegou para os bancos digitais? Safra liga alerta para “teste de fogo” de Nubank e Inter no 1T26

20 de abril de 2026 - 19:19

Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas

CHEGOU A HORA DE VENDER?

Vale (VALE3) ainda tem lenha para queimar após alta de 25%, mas o pote de ouro ficou mais longe; ação é rebaixada pelo Barclays

20 de abril de 2026 - 18:00

O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista

REESTRUTURAÇÃO

Azul (AZUL3) estreia novo ticker na bolsa após grupamento — e ação cai no primeiro pregão

20 de abril de 2026 - 16:40

Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento

ANÁLISE

Nvidia (NVDA) tem espaço para crescer, mas também possui 5 riscos, segundo nova tese do BTG Pactual; confira

20 de abril de 2026 - 14:08

O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia