';

🔴 O ‘NOVO PETRÓLEO’ FOI ENCONTRADO E JÁ É MOTIVO DE DISPUTA NO MUNDO — DESCUBRA AQUI

Cotações por TradingView
2021-04-26T13:06:27-03:00
Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
apostando na tradição

Safra compra área de gestão de recursos do Crédit Agricole no Brasil

Com aquisição, banco incorpora carteira de cerca de R$ 5 bilhões e se torna sétimo maior gestor de fundos do país

25 de abril de 2021
10:58 - atualizado às 13:06
Fachada do Banco Safra
Imagem: Shutterstock

Referência em gestão de patrimônio para os mais abastados, o Banco Safra reforçou sua posição com a aquisição as operações de asset e private banking do grupo francês Crédit Agricole.

A operação foi confirmada pelo banco no domingo (25) após ser noticiada em diversas publicações, mas foi fechada na sexta-feira (23). O montante não foi divulgado pelo banco, uma das maiores instituições de cunho privado do Brasil, com carteira de crédito de cerca de R$ 130 bilhões e recursos de terceiros sob gestão que totalizam cerca de R$ 310 bilhões.

"Estamos num momento muito positivo. Para o Safra, essa aquisição mostra a nossa vocação para o segmento, nossa disposição de sempre buscar novos negócios com vistas à expansão de nossas operações", disse, em nota, o presidente do Banco Safra, Silvio de Carvalho.

A aquisição ocorre num momento em que o Safra está buscando se abrir para além de clientes com tickets menores, concorrendo com outras plataformas de investimento, já tendo entrado no mercado de investimentos captados por meio de agentes autônomos.

Tem ainda a SafraPay, credenciadora do banco, que além de oferecer maquininhas de cartão para pequenas e médias empresas, disponibiliza serviços como linhas de crédito para esses clientes.

Isso tudo sem perder de vista seus negócios mais tradicionais, como demonstra a aquisição do braço de gestão de patrimônio do banco francês, chamado Indosuez Wealth Management, que estava à venda desde setembro do ano passado.

Apesar da venda, o Crédit Agricole permanece atuando no país por meio de seu Banco Credit Agricole Brasil (BCAB), atendendo a grandes empresas brasileiras, multinacionais da rede Crédit Agricole CIB e instituições financeiras locais.

Com a compra, o Safra acrescentou uma carteira de cerca de R$ 5 bilhões ao total de R$ 105,3 bilhões que detém, tornando-se o sétimo maior gestor de fundos do país, com base nos dados da Anbima.

Comentários
Leia também
CUIDADO COM OS ATRAVESSADORES

Onde está o seu iate?

Está na hora de tirar os intermediários do processo de investimento para deixar o dinheiro com os investidores

REVISÃO

JP Morgan está mais pessimista com setor de papel e celulose e corta recomendação para Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) — ações recuam na B3

26 de janeiro de 2023 - 12:10

Na avaliação do banco, os resultados de Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) para os próximos meses devem ser afetados pela cotação da celulose

VIGIANDO E PUNINDO

Entenda disputa entre Alexandre de Moraes e o deputado bolsonarista Nikolas Ferreira que gerou uma multa de R$ 1,2 milhão ao Telegram

26 de janeiro de 2023 - 11:40

O ministro mandou suspender o perfil do parlamentar e de outras personalidades em uma investigação sobre atos antidemocráticos, mas o aplicativo manteve a conta ativa

CRIPTOS EM ALTA

Bitcoin (BTC) sobe mais de 10% na semana enquanto criptomoeda Aptos (APT) opera ‘milagre’ e dispara mais de 130%; entenda

26 de janeiro de 2023 - 10:32

O protocolo chegou a ser avaliado em aproximadamente US$ 4 bilhões em setembro, um mês antes de ser lançado oficialmente

MARKET MAKERS

O efeito assustador da alavancagem: Como avaliar o patrimônio de uma empresa endividada?

26 de janeiro de 2023 - 9:43

Quanto mais endividada uma empresa, maior é o risco do investimento — e o caso de Americanas mostra que, a companhia tiver mais dívida do que capacidade de gerar caixa, uma hora o negócio degringola

TEM FUNDAMENTO?

CVM pede explicações à Oi (OIBR3) após ação disparar 90% em 4 pregões; acionistas querem destituir conselho

26 de janeiro de 2023 - 8:51

Mesmo com a alta recente, as ações da Oi acumulam queda de 77% nos últimos 12 meses. Em cinco anos, a operadora perdeu mais de 90% do valor na B3

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies