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A petroleira já havia esclarecido no final de semana que "não há definição" quanto à implementação de um programa de subsídio financiado com seus recursos, mas o presidente voltou a falar no assunto hoje

Mesmo com uma negativa pública da Petrobras (PETR3/PETR4), o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar nesta quarta-feira (4) sobre a ideia de um vale gás custeado pela estatal.
Segundo ele, a proposta está “avançada”. “Depende de pequenos acertos porque a Petrobras não é minha. Ela tem a participação do privado também. Estamos negociando isso aí".
Antes da declaração, a petroleira já havia esclarecido que "não há definição" quanto à implementação de um programa de subsídio financiado com seus recursos.
No último sábado (31), após a primeira investida de Bolsonaro no tema, a companhia lembrou que uma decisão dessa magnitude estaria sujeita à governança de aprovação e teria de seguir políticas internas da empresa.
Como uma empresa de capital aberto, todas as decisões sensíveis sobre o negócio passam pela análise de seu conselho administrativo.
Os papéis preferenciais (PETR4) recuaram 2,16%, enquanto as ações ordinárias (PETR3) caíram 3,25% hoje, em meio a desvalorização dos preços de petróleo no mercado internacional.
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Bolsonaro diz que a Petrobras tem um fundo de cerca de R$ 3 bilhões para fazer o vale gás — um programa de subsídio da compra do botijão para a população de baixa renda. “A ideia é dar um bujão a cada dois meses para o pessoal do Bolsa Família”.
A redução do preço do gás de cozinha é uma promessa de campanha de Bolsonaro que ainda não foi cumprida e preocupa às vésperas do ano eleitoral.
Em agosto de 2019, o governo foi na contramão do prometido e pôs fim ao subsídio do botijão de 13 quilos, mas, neste ano, decidiu zerar a cobrança de impostos de vez.
Por meio de uma Medida Provisória já aprovada no Congresso e sancionada pela Presidência, o Executivo zerou as alíquotas de PIS e Cofins, que representavam 3% do preço final do botijão.
Na entrevista de hoje, o presidente usou a medida para voltar a dizer que a alta no preço do ocorre em razão do ICMS, que é um imposto estadual, do frete e da margem de lucro de quem está vendendo. "Eu fiz a minha parte, zerar o imposto do gás de cozinha", afirmou.
Não é a primeira vez que o governo federal sugere uma interferência na Petrobras. As ações da companhia, inclusive, já sofreram com o fantasma da intervenção política ao longo do primeiro semestre.
Os ativos chegaram a despencar 7% em abril logo após Bolsonaro forçar uma troca de comando na presidência da estatal.
Descontente com a política de preços da gasolina e do diesel, ele indicou o general Joaquim Silva e Luna para ocupar o lugar de Roberto Castello Branco no comando.
A troca virou alvo de um processo administrativo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em comunicado, a autarquia frisou que a assimetria informacional — a indicação de Silva e Luna foi anunciada pelas redes sociais — pode trazer prejuízo às decisões de investimento e abrir portas para abusos no mercado.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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