O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Operadora de saúde vai ao mercado em busca de novos recursos, mas pode esbarrar nas mesmas dificuldades enfrentadas pela Dasa
O apetite da Hapvida (HAPV3) parece sem fim. Em meio a negociações para incorporar sua principal rival, a Notre Dame Intermédica (GNDI3), a operadora de saúde verticalizada vai ao mercado em busca de mais recursos para novas aquisições.
A companhia anunciou no domingo (11) a realização de uma oferta pública de distribuição primária e secundária (follow on) de, inicialmente, 133.333.334 ações ordinárias, e pode totalizar 180 milhões de novos papéis considerando o lote adicional e suplementar. A operação tinha sido antecipada pelo site “Pipeline”, do jornal “Valor Econômico”.
Com base na cotação em que os papéis fecharam a sexta-feira (9), de R$ 14,87, a Hapvida pode levantar de R$ 2 bilhões (considerando a oferta básica) a R$ 2,7 bilhões. O preço em que as ações serão emitidas será anunciado em 20 de abril, após o fim do processo de consulta de interesse com investidores, no chamado bookbuilding.
A oferta, voltada apenas a investidores institucionais, está sendo coordenada pelos bancos e corretoras BTG Pactual, Bank of America (BofA), Itaú BBA, XP, Credit Suisse e Citigroup.
No prospecto do follow on, a Hapvida informa que os recursos da parte primária da oferta serão destinados a potenciais fusões e aquisições, “que possam contribuir para a execução da estratégia de expansão para novos mercados”, e para investimentos na estrutura atual da companhia e de empresas recém adquiridas.
A operadora vem expandindo sua atuação nos últimos anos por meio de aquisições, buscando se consolidar como a maior operadora de saúde verticalizada do país. Para isso, já realizou oferta subsequente, emissão de debêntures e, é claro, a abertura de seu capital social – em 2018, ela levantou R$ 3,4 bilhões em sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
Leia Também
Sua principal operação é a incorporação da Notre Dame Intermédica, que a tornará uma das maiores provedoras de soluções de saúde verticalizadas no mundo, ficando em uma posição confortável para confrontar outros nomes do segmento, que também buscam recursos no mercado para adquirir ativos e expandir suas operações.
Recentemente, a Diagnósticos da América (DASA3), uma das principais redes de medicina diagnóstica do país, captou R$ 3,8 bilhões por meio de uma oferta restrita de ações justamente para adquirir ativos.
Essa oferta, aliás, pode ser um mau presságio do que está por vir para a oferta da Hapvida. A companhia controlada pela família Bueno, fundadora da Amil, teve que vender as ações por um preço abaixo do que queria e os controladores tiveram que colocar R$ 500 milhões para não serem diluídos nesse nível de preço, considerado baixo.
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024