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Covid-19 e custos pesam no desempenho da Tenda no 4º tri, mas XP diz que números foram bons

Lucro caiu 5,6% no final do ano passado por conta da pandemia, mas analistas afirmam que vendas se destacaram positivamente

12 de março de 2021
7:23
Modelo de casa da construtora Tenda
Modelo de casa da construtora Tenda - Imagem: Divulgação

A construtora e incorporadora Tenda (TEND3) obteve lucro líquido consolidado de R$ 72 milhões no quarto trimestre de 2020, recuo de 5,6% em comparação com o mesmo período de 2019. No acumulado do ano, o lucro totalizou R$ 200,3 milhões, baixa de 24%.

A diminuição do lucro reflete os efeitos da pandemia, que provocaram paradas temporárias das obras, com perda de produtividade. Também pesaram os aumentos nos custos de construção no período.

Ainda assim, os analistas da XP Investimentos afirmam que a Tenda fechou o ano com números fortes, impulsionado pelo forte desempenho de vendas.  A receita líquida da Tenda foi de R$ 685,9 milhões no trimestre, alta de 26,3%, e R$ 2,282 bilhões no ano, avanço de 17%, puxada pelo aumento das vendas.

A margem bruta ajustada da Tenda ficou em 31,5% no trimestre, queda de 1,9 ponto porcentual. E no ano, chegou a 32,2%, retração de 2,8 pontos, tudo dentro do esperado, de acordo com os analistas Renan Manda e Lucas Hoon.

A Tenda também apurou um prejuízo de R$ 2,7 milhões no trimestre com o seu novo negócio de construção industrializada (chamada pelo jargão de off-site), que ainda está sendo colocado de pé, sem gerar receitas.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado somou R$ 110,2 milhões no trimestre, alta de 10,3%, e R$ 330,0 milhões no ano, queda de 6,6%.

O resultado financeiro gerou uma despesa líquida de R$ 7,1 milhões no trimestre, revertendo a receita líquida de R$ 4 milhões vista um ano antes. A inversão se deu porque a posição de caixa líquido diminuiu, e a queda da Selic reduziu a rentabilidade das aplicações.

A Tenda fechou o quarto trimestre com caixa líquido de R$ 148 milhões, diminuição de 25,8% em um ano. A companhia reportou ainda queima de caixa de R$ 54,3 milhões no trimestre devido à antecipação das obras para aliviar o efeito do aumento nos custos dos materiais. No ano, houve geração de caixa de R$ 70 milhões.

* Com informações da Estadão Conteúdo

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