O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Cenário pandêmico acabou beneficiando os resultados da companhia, resultando em volatilidade e juros baixos que impulsionaram investidores e empresas a recorrerem ao mercado de capitais
Uma combinação de forte volatilidade nos mercados financeiros devido à pandemia de covid-19, juros baixos no Brasil e no mundo e inflação controlada contribuiu para o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro e acabou beneficiando a B3, a operadora da bolsa de valores.
A companhia fechou 2020 com um lucro líquido atribuído aos acionistas de R$ 4,2 bilhões, 53% maior que o resultado de 2019. O desempenho operacional foi positivo em todas as linhas de negócio no ano, com exceção do segmento de infraestrutura para financiamento.
"O aumento expressivo dos volumes negociados em nossas plataformas impulsionou o crescimento de 41,8% das receitas, totalizando R$ 9,3 bilhões em 2020, o qual, combinado com disciplina na gestão de despesas resultou em aumento de 659bps em nossa margem Ebitda, que atingiu 78,7% em 2020", diz o relatório de resultados da companhia, divulgado na noite de hoje.
A geração de caixa de atividades operacionais no período, ajustada pela variação de aplicações financeiras e garantias de operações, totalizou R$ 6,1 bilhões, 23,9% maior que em 2019, "e foi em grande parte distribuída aos nossos acionistas por meio de dividendos, JCP e recompra de ações", diz a B3.
A empresa destaca que, em 2020, o mercado de capitais local teve um salto de relevância na carteira do investidor e se tornou uma fonte cada vez mais relevante de financiamento das companhias.
Em 2020, diz a B3, foram realizadas 53 ofertas públicas iniciais (IPOs) e subsequentes (follow-ons), que captaram mais de R$ 117,7 bilhões, volume 31,8% maior que em 2019. A base investidores de varejo cresceu 93,9%, atingindo 3,2 milhões de contas na central depositária da B3 em dezembro.
Leia Também
O endividamento bruto da B3 encerrou 2020 em aproximadamente R$ 7,0 bilhões, o equivalente a 1,1 vez o Ebitda recorrente (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
A B3 registrou um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no quarto trimestre de 2020, alta de 49,7% ante o resultado do mesmo período do ano anterior. O resultado veio em linha com a expectativa do mercado, segundo dados da Bloomberg. O lucro líquido recorrente totalizou R$ 1,2 bilhão, ganho de 34,1% na comparação anual.
A receita líquida da operadora da bolsa totalizou R$ 2,3 bilhões, alta de 44,4% ante o quarto trimestre de 2019. Segundo a companhia, houve crescimento de receita em todos os segmentos de negócio, com exceção de Balcão.
Já o Ebitda recorrente (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,7 bilhão no período, 46,5% a mais que o mesmo período do ano anterior. A margem Ebtida ajustada foi de 78,7%.
Tanto as receitas quanto o Ebitda no quarto trimestre vieram apenas ligeiramente acima do consenso de mercado.
Segundo a companhia, no quarto trimestre ainda havia muitas incertezas em relação à pandemia, mas os avanços na distribuição de vacinas trouxeram alguma retomada econômica, o que se refletiu nos seus negócios nos mercados de capitais e de veículos.
A empresa destacou o retorno do capital estrangeiro ao mercado de ações brasileiro (entrada de R$ 62,9 bilhões no período), bem como o crescimento de 16,9% no volume de vendas de veículos em relação ao terceiro trimestre.
No cenário de juro baixo, a captação das empresas continuou a crescer, sustentada também pela propensão dos investidores locais a buscarem alternativas de diversificação de suas carteiras.
No quarto trimestre, os 16 IPOs e follow-ons representaram volume de R$ 38,8 bilhões, 20,5% acima do quarto trimestre de 2019. Também houve uma retomada na atividade de crédito, principalmente nos últimos meses do ano, com a captação bancária somando R$ 3,5 trilhões no quarto tri, 40,1% acima do mesmo período do ano anterior.
A receita do segmento Listado totalizou R$ 1,7 bilhão no período (crescimento de 54,2% na comparação anual), o equivalente a 68,6% da receita total da companhia, de R$ 2,5 bilhões.
O desempenho do segmento foi beneficiado pelos juros baixos e pela continuidade da volatilidade em decorrência da pandemia de covid-19. No mercado de ações e instrumentos de renda variável, houve crescimento de 67,3% no volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista de ações e de 84,9% no volume de contratos futuros de índice de ações.
No mercado à vista, a alta reflete o maior giro de mercado, que atingiu 173,6% no trimestre e, no caso dos contratos futuros de índices, o desempenho é explicado pelo constante crescimento da negociação da versão mini desses contratos, notadamente por investidores pessoas físicas e de alta frequência.
O número médio de investidores ativos na depositária de renda variável cresceu 99,2%, reflexo do aumento do interesse pela diversificação de investimentos em um ambiente de taxa de juros mais baixa.
No quarto trimestre, foram realizados R$ 177,2 milhões em investimentos, os quais se referem, principalmente, a atualizações tecnológicas para todos os segmentos da B3, ao desenvolvimento de novos produtos e ao projeto da nova estrutura predial (engenharia, mobiliário e tecnologia) da companhia. Em 2020, os investimentos totalizaram R$ 423 milhões.
Segundo fato relevante divulgado em 10 de dezembro de 2020, a B3 espera investir entre R$ 420 milhões a R$ 460 milhões em 2021, e atingir um endividamento equivalente a 1,5 vez a relação entre dívida bruta e Ebitda.
A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza
Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações
O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo
Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista
O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada
Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora