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Empresa tenta se converter em gigante nacional de moda; Arezzo quer avançar no e-commerce e dar maior autonomia para algumas marcas, segundo o banco

A Arezzo — que propôs a compra da Cia Hering, em avanço para virar uma gigante da moda nacional — já tem planos de governança para a empresa, ao mesmo tempo em que pretende avançar com outras marcas, disse o Credit Suisse nesta segunda-feira (19).
Analistas do banco contam que ouviram do CEO da Arezzo, Anderson Birman, que a varejista segue na expectativa de concretizar o negócio com a Hering. O grupo calçadista não respondeu ao Seu Dinheiro até o fechamento desta matéria.
A Arezzo fez uma proposta de R$ 3 bilhões para adquirir a tradicional rede de moda — abaixo do valor da companhia antes da pandemia, de R$ 5 bilhões. A oferta, revelada pela Hering na quarta (14), foi vista por parte do mercado como um início de negociação — impulsionando os papéis de ambas.
Segundo o Credit Suisse, os planos da Arezzo envolvem o desenvolvimento de calçados para a marcas da Hering. A combinação dos negócios ainda permitira que a empresa comprada usasse o conhecimento da Arezzo para acelerar a digitalização das vendas.
"Existem algumas sinergias de back-office [departamento administrativo] a serem capturadas. Mais importante: a Arezzo poderia tirar proveito da produção verticalmente integrada da Cia Hering", disse o Credit Suisse.
O banco afirma que a proximidade entre as companhias foi citada pelo CEO como fator positivo sobre a negociação. "Arezzo conhece muito bem a Hering, considerando que Anderson Birman foi do membro do conselho da varejista".
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Segundo o Credit Suisse, os planos da Arezzo para este ano também envolvem um avanço no e-commerce e maior autonomia para a marca de chinelos Brizza.
Em abril, a empresa ainda lança a Bambini, uma divisão de calçados infantis — que começa sob o guarda-chuva da Arezzo, mas que pode se tornar uma marca autônoma, disse o banco.
O CEO da companhia prevê que a Anacapri — de sapatilhas, bolsas e acessórios — se torne do tamanho da Arezzo em termos de base de lojas, segundo o Credit Suisse.
Já a marca Schutz alavancaria a Reseva, comprada no ano passado, com o lançamento de uma coleção de roupas no terceiro trimestre.
Segundo o banco, a operação da Arezzo no Estados Unidos também é destaque, com a Schutz crescendo. "Agora, a empresa pretende dobrar os investimentos no que importa — marketing (e não mais em espaços físicos)", diz. A companhia fechou lojas no país durante a pandemia.
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