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Relatório Focus mostra que economistas reajustaram expectativas para IPCA pela nona semana consecutiva e esperam dólar acima de R$ 5,10

As projeções dos economistas para a inflação em 2021 continuam se afastando do centro da meta estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3,75%, em meio à valorização do dólar em relação ao real, provocada por receios com a situação fiscal, intervenções governamentais e a demora na vacinação contra covid-19.
Pela nona edição consecutiva, o Relatório Focus mostrou reajuste positivo na mediana das estimativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ao final do ano, de 3,87% para 3,98%. Há um mês, as projeções apontavam para alta de 3,60%.
A alta da mediana para o IPCA ocorreu junto com o reajuste para cima das expectativas para a taxa de câmbio no final de 2021. A cotação esperada para o dólar passou de R$ 5,10 para R$ 5,15, uma frustração das expectativas dos economistas no final do ano passado, que esperavam o dólar abaixo de R$ 5,00.
O IBGE divulga nesta quinta-feira (11) o IPCA de fevereiro. O IPCA-15 subiu 0,48% em fevereiro, na comparação com janeiro, a maior leitura para o mês desde 2017.
Em meio à escalada dos preços, os economistas mantiveram pela segunda semana consecutiva a projeção de que a taxa básica de juros, a Selic, fechará o ano em 4,00% ao ano, de acordo com o Focus. Há um mês, as projeções indicavam que ela chegaria ao final de dezembro em 3,50% ao ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne na semana que vem para decidir se soube ou não a Selic.
Já a expectativa para o crescimento do PIB em 2021 foi levemente revisada para baixo, de 3,29% para 3,26%.
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Em relação ao endividamento do país, o Focus mostrou que a mediana das projeções para a dívida líquida do setor público, como proporção do PIB, recuou de 64,55% para 64,44%.
A expectativa para o déficit primário para 2021 permaneceu em 2,80% pela segunda semana seguida, enquanto a projeção para o déficit do resultado nominal em 2021 ficou em 7,00% pela quarta edição consecutiva do Focus.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
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