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Mais cedo, o ministro da Cidadania, alertou que o texto precisa ser aprovado até, no máximo, a segunda semana de novembro
O relator da PEC dos Precatórios, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta quinta-feira à CNN Brasil que o Congresso não está dando "cheque em branco" para o governo gastar como quiser com o espaço extra no teto de gastos, que será aberto com a aprovação da medida.
Ele demonstrou confiança na aprovação célere da PEC, tanto da Câmara quanto no Senado, e defendeu que a proposta é a "melhor saída" para ampliar a proteção social das famílias brasileiras.
Apesar da falta de quórum ontem para a votação da medida no plenário da Câmara dos Deputados, Motta aposta na aprovação do texto na próxima quarta-feira (3), "por ampla maioria".
Em seguida, segundo ele, a tendência é que a apreciação também seja célere no Senado, presidido por Rodrigo Pacheco (PSD-MG). "Pacheco tem sensibilidade para com o tema, para votação rápida no Senado", disse Mota.
Mais cedo, o ministro da Cidadania, João Roma, alertou que a PEC precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional até, no máximo, a segunda semana de novembro, sob pena de o pagamento do Auxílio Brasil ter dificuldades para sair.
"Até o dia 15 de novembro, no caso antes, porque 15 é segunda-feira de feriado. Nosso apelo é para que, até a segunda semana de novembro, essa medida possa ser aprovada, porque, se não, terão dificuldades operacionais para fazer chegar o recurso à população", disse Roma a jornalistas na saída do Palácio do Planalto.
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