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Para coordenador do Monitor, recuo consolida retrações disseminadas em diversas atividades econômicas, provocadas pela pandemia

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 4,0% no ano de 2020, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).
Pelo lado da oferta, indústria e serviços recuaram, enquanto a agropecuária cresceu 2,0% no ano passado. Sob a ótica da demanda, houve retração em todos os componentes, com destaque para a queda de 5,2% no consumo das famílias.
"A expressiva queda de 4,0% da economia em 2020 consolida retrações disseminadas em diversas atividades econômicas, em decorrência da pandemia de covid-19", avaliou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, em nota oficial. "Os desafios para 2021 mostram-se grandes a partir deste cenário, tendo em vista que, devido ao crescimento lento de 2017-2019, a economia não havia sido capaz de recuperar as perdas da recessão de 2014-2016."
Segundo ele, com o choque enfrentado em 2020, que ainda não foi totalmente eliminado, os resultados de 2014, pico da série histórica, "parecem cada vez mais distantes de serem alcançados".
Sob a ótica da demanda, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) recuou 2,9% em 2020, puxado pelo componente de máquinas e equipamentos. As exportações caíram 1,9% em 2020, enquanto as importações apresentaram retração de 10,3%.
"O resultado do PIB de 2020 interrompeu a trajetória de crescimento que se estendia por três anos e retornou ao patamar de 2016. A preços constantes de 2020, o PIB de 2020, embora seja um pouco maior que o de 2016, ainda é inferior aos do período 2017 a 2019", ressaltou a nota da FGV.
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O PIB teve um crescimento de 3,4% no quarto trimestre de 2020 em comparação ao terceiro trimestre. Em relação ao quarto trimestre de 2019, o PIB teve uma retração de 0,8%.
No mês de dezembro, o PIB apresentou crescimento de 1,0% ante novembro de 2020. Na comparação com dezembro de 2019, houve expansão de 1,4% em dezembro de 2020, o primeiro resultado positivo após nove meses consecutivos de quedas.
O Monitor do PIB antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.
*Com informações da Estadão Conteúdo
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