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O IPCA, índice oficial da inflação no país, subiu 0,81% em maio e superou as expectativas do mercado, pressionado pela energia elétrica

O dragão inflacionário está despertando mais rápido que o esperado — e já começa a soltar fogo pela boca. Há pouco, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em maio, mostrando uma inflação mais forte que as previsões dos economistas.
O principal índice de evolução dos preços no país subiu 0,83% em maio em relação a abril, quando o aumento foi de 0,31%. O resultado superou até mesmo as estimativas mais pessimistas: segundo a Broadcast, o mercado trabalhava com um IPCA entre 0,65% e 0,76% no mês passado.
Com os dados de maio, a inflação acumulada em 12 meses já chega a 8,06%, bem acima da faixa perseguida pelo Banco Central para 2021, que vai de 2,25% a 5,25% — o centro da meta para o ano é de 3,75%.
E o que explica esse novo salto na inflação? Bem, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram alta em maio, mas um deles se destacou: o setor de habitação, cujos preços avançaram 1,78% — e, aqui, um fantasma bastante temido começa a dar as caras.
Dentro do segmento de habitação, chama a atenção o avanço expressivo de 5,37% dos preços da energia elétrica, em meio à implantação da bandeira tarifária vermelha — entre janeiro e abril, estava em vigor a bandeira amarela.
A pressão vinda do setor elétrico para os índices de inflação é apontada como um potencial fator de risco para a economia brasileira em 2021. Com a crise hídrica vista em diversos estados, já se projeta um encarecimento da conta de luz dos brasileiros ao longo do ano, uma vez que a matriz hidroelétrica pode ser insuficiente para garantir o abastecimento.
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E, nesse cenário, o acionamento de usinas termoelétricas — que são mais caras — parece inevitável; há quem levante o alerta para um possível novo apagão, embora o governo federal seja enfático ao descartar essa possibilidade.
A energia elétrica, no entanto, não foi a única componente do setor de habitação cujos preços subiram em maio. Os serviços de água e esgoto ficaram mais caros, avançando 1,61% no mês; o gás de botijão (+1,24%) e o gás encanado (+4,58%) também aumentaram.
Veja abaixo como ficaram os demais grupos que compõem o IPCA em maio:

Com a inflação ganhando força, o mercado agora volta os olhos ao Banco Central e às próximas decisões da taxa Selic, atualmente em 3,5% ao ano. Em linhas gerais, o aumento dos juros é a ferramenta clássica para conter o avanço dos preços.
Por mais que a autoridade monetária já tenha sinalizado que vem por aí mais um aumento de 0,75 ponto na reunião dos dias 15 e 16 de junho, imaginava-se no passado que, a partir do segundo semestre, o ritmo das elevações na Selic seria diminuído.
No entanto, com a inflação acelerando e a perspectiva de pressão vinda do setor elétrico, as sinalizações do BC na semana que vem ganham importância: será que a Selic continuará subindo na mesma intensidade no curto prazo?
Na dúvida, o mercado já promove ajustes nas curvas de juros futuros, especialmente nas de vencimento mais curto, que sobem com intensidade relativamente alta nesta manhã:
ATENÇÃO COMPRADORES
GUERRA DO DELIVERY
MOVE BRASIL
NOSTALGIA
QUALIDADE DE VIDA
ESTRELA PAROU DE BRILHAR?
LEVANTAMENTO EXCLUSIVO
SÓ DEU LOTOFÁCIL
UMA HERANÇA INDESEJADA
GUIA DOS VESTIBULANDOS
CUSTO DE VIDA
REALIDADE vs. EXPECTATIVA
VESTIBULAR
Toneladas e mais toneladas
SAÚDE
DESCANSE EM PAZ
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NEYMAR VAI!