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Apesar de vir abaixo das menores expectativas dos especialistas ouvidos pela Broadcast, de 0,94%, esse é o maior valor em março para o índice desde 2015

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,93% em março, de acordo com o boletim divulgado hoje pelo IBGE. Apesar de vir abaixo das menores expectativas dos especialistas ouvidos pela Broadcast, de 0,94%, esse é o maior valor em março para o índice desde 2015.
O IPCA acumula variação de 2,05% no ano, abaixo da mediana das expectativas de 4,90%, e de 6,10% nos últimos 12 meses, também abaixo dos 6,20% da mediana das projeções.
No acumulado dos 12 meses, a inflação ficou acima da meta do governo. A meta de inflação do Banco Central para este ano é de 3,75%, podendo ficar entre 2,25% e 5,25%. O destaque ficou para os aumentos nos preços de combustíveis (11,23%) e do gás de botijão (4,98%), que pesaram no índice.
“Foram aplicados sucessivos reajustes nos preços da gasolina e do óleo diesel nas refinarias entre fevereiro e março e isso acabou impactando os preços de venda para o consumidor final nas bombas. A gasolina nos postos teve alta de 11,26%, o etanol, de 12,59% e o óleo diesel, de 9,05%. O mesmo aconteceu com o gás, que teve dois reajustes nas refinarias nesse período, acumulando alta de 10,46%, e agora o consumidor percebe esse aumento”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.
Uma boa notícia para o consumidor é que a inflação de alimentação e bebidas (0,13%) vem desacelerando. O preço continua subindo, mas sobe menos a cada mês.
“Os alimentos tiveram alta de 14,09% em 2020, mas, desde dezembro, apresentam uma tendência de desaceleração. Alguns fatores contribuem para isso, como uma maior estabilidade do câmbio e a redução na demanda por conta da suspensão do auxílio emergencial nos primeiros meses do ano”, comenta Kislanov.
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Para quem está comendo em casa, a alimentação no domicílio teve queda de 0,17%, enquanto a alimentação fora do domicílio teve alta de 0,89%.
Os principais recuos foram nos preços do tomate (-14,12%), da batata-inglesa (-8,81%), do arroz (-2,13%) e do leite longa vida (-2,27%), que baratearam as refeições em casa. Mas as carnes (0,85%) seguem em alta, embora a variação tenha sido inferior à de fevereiro (1,72%).
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