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Ministro critica “disfuncionalidade” do sistema político por permitir que centro-esquerda domine votações, apesar da vitória da centro-direita nas eleições

O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que a agenda de reformas pode avançar agora que o governo conseguiu achar seu “eixo político”, dois anos após ser eleito, fazendo críticas ao atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acusando-o de obstruir a votação dos projetos.
Na abertura de evento virtual promovido pelo banco Credit Suisse, Guedes criticou a “disfuncionalidade” do sistema político brasileiro, atribuindo a ele a demora na aprovação da pauta de reformas, marco regulatórias e de medidas para aumentar os investimentos privados. Essa disfuncionalidade, segundo ele, fez com que uma aliança de centro-esquerda liderada por Maia travasse essa agenda, em detrimento da vontade expressada pela população, com a eleição de diversos nomes da direita.
“O presidente Bolsonaro foi eleito comandando uma aliança entre conservadores em costumes e de liberais na economia, uma aliança de centro-direita”, disse. “Não é razoável, isso é uma disfuncionalidade do nosso sistema política, termos uma maioria de centro direita, mas ter a pauta controlada por uma aliança de centro-esquerda.”
O ministro da Economia espera que a eleição de aliados para o comando da Câmara e do Senado destrave as reformas, afirmando que eles são “fundamentais para recuperar a dinâmica de crescimento, dinâmica que foi perdida ao longo de décadas”.
“Sabemos que temos um Congresso reformista. Os partidos de centro-direita ganharam a eleição. Com a maioria assumindo o comando, é provável que desobstrua a pauta”, afirmou.
Paulo Guedes disse também que o governo saberá agir com os estímulos necessários caso uma segunda onda de contaminações pelo novo coronavírus.
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De acordo com ele, o governo apresentou na PEC do pacto federativo um "protocolo de crise" a ser acionado em caso de necessidade, que consiste numa cláusula de calamidade pública na PEC do pacto federativo, travando todas as despesas e dedicando recursos a um auxílio emergencial.
"Se a pandemia faz a segunda onda, com mais de 1,5 mil, 1,6 mil, 1,3 mil mortes, saberemos agir com o mesmo tom decisivo, mas temos que observar se é o caso ou não", afirmou.
O ministro ressaltou seu otimismo em relação ao processo de vacinação, citando inclusive a autorização do governo federal para que o setor privado compre imunizante, desde que metade seja repassado ao SUS.
“Sabemos como vacinar em massa e rapidamente devemos estar entre os países que mais vacinam”, disse. “O Brasil vai subir verticalmente na escala da vacinação em massa.”
* Com informações da Estadão Conteúdo
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