O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Medida visa acabar com paraísos fiscais e taxar as empresas onde elas geram suas receitas

As lideranças financeiras do Grupo das 20 principais economias globais aprovaram neste sábado (10) o acordo para a atualizar as regras de tributação de empresas internacionais.
Reunidos em Veneza, os membros do G-20 endossaram a reestruturação das taxas que foi negociada por 131 países na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O Comissário Europeu para Economia, Paolo Gentiloni, disse que a taxação mínima global de 15% para as corporações multinacionais é a prioridade para a União Europeia a partir de agora.
"Vamos avaliar tudo, mas o que decidimos hoje é a prioridade número 1", afirmou à imprensa após a reunião. A observação serve de resposta à pressão dos Estados Unidos para que a União Europeia abandone planos de uma taxação diferenciada no bloco.
A medida aprovada visa acabar com paraísos fiscais e taxar as empresas onde elas geram suas receitas.
"Depois de muitos anos de discussões e construção sobre o progresso feito no ano passado, alcançamos um acordo histórico sobre uma arquitetura tributária internacional mais estável e justa", declararam as autoridades financeiras em um comunicado.
Leia Também
Os integrantes do grupo informaram ainda que os termos para a nova arquitetura tributária devem ser finalizados na reunião que farão em outubro.
Até lá, novos ajustes não devem ser feitos, mas governos como os de Estados Unidos, França e Alemanha já defenderam uma taxa acima de 15%. Na reunião deste sábado, a França sugeriu que os países deveriam tributar em 25% as multinacionais.
Irlanda e Hungria, participantes do grupo de trabalho da OCDE que instou o aumento, ainda não se pronunciaram a favor. As Ilhas de São Vicente e Granadina assinaram a proposta nesta manhã, segundo o site da OCDE, sendo o 132º país a entrar no acordo.
A Secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse que o G-20 tentará entender até outubro a relutância de algumas nações, mas frisou que "não é essencial que todos os países estejam dentro".
A reforma visa distribuir de forma equitativa entre os países o direito de tributar os lucros das multinacionais. Por exemplo, uma empresa como a gigante do petróleo BP está presente em 85 países.
Uma taxa efetiva mínima de 15% geraria uma receita adicional de US$ 150 bilhões por ano, segundo a OCDE (Com agências internacionais).
33% MAIOR
FIM DO CHURRASCO EUROPEU
CONCORRÊNCIA DESIGUAL?
MÁQUINA DE MILIONÁRIOS
ESTÁ CHEGANDO A HORA
CAIU!
CONQUISTA INÉDITA
BOLA DIVIDIDA
POR PREÇO DE CUSTO
O DIABO VESTE PRADA, GUCCI, CHANEL...
STJ BATEU O MARTELO
FIM DO "SABOR CHOCOLATE"?
O PESO DA GUERRA
DANÇA DAS CADEIRAS
FRASES ICÔNICAS
AS MAIS LIDAS
O QUE VEM POR AÍ
ANOTE NA AGENDA
DIREITOS DO CONSUMIDOR
FORA DA FRONTEIRA