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Agência ressalta os desafios para estabilizar a dívida pública, principalmente relacionados à pandemia e à demora na vacinação da população

O Brasil mantém seu patamar atual de crédito, mas a situação fiscal ainda é uma grande preocupação. Esta é a conclusão da agência de classificação de riscos Fitch Ratings, que reafirmou a nota BB- para o País, com perspectiva negativa.
O que coloca o Brasil no patamar atual, segundo a agência, é o tamanho e a diversidade da economia, o câmbio flexível, a confortável posição das reservas internacionais e o bom mercado doméstico para os títulos públicos.
A perspectiva negativa se justifica principalmente pelas contas públicas. A Fitch enxerga dificuldades para que o governo estabeleça uma política fiscal mais consistente e um ritmo de crescimento da economia que permitam estabilizar as dívidas no médio prazo.
Em seu relatório, a agência ressalta que os gastos públicos continuam subindo, e não é possível descartar novas medidas para amenizar os efeitos da pandemia de covid-19, aumentando a fragilidade fiscal, e tornando o Brasil mais vulnerável a eventuais choques econômicos.
Depois da recessão de 4,1% em 2020, a Fitch espera que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 3,3% em 2021, e 2,5% em 2022. Estes avanços serão baseados principalmente na alta dos preços das commodities e na recuperação da economia global, especialmente na China.
Os principais riscos para este ritmo projetado estão relacionados à pandemia. A Fitch aponta as incertezas sobre a evolução no número de casos e atrasos na vacinação como possíveis fatores que podem atrasar a retomada da atividade econômica.
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A Fitch aponta que o déficit do setor público atingiu 14% do PIB no ano passado, muito acima da média dos países classificados com a nota BB. “Projetamos que o déficit deste ano será de 7,4%, ante 5,2% na média BB. A recuperação deve acontecer com aumento de receitas e retirada parcial de benefícios fiscais concedidos em 2020”, afirma a agência.
Por fim, a Fitch se mostra ainda cética sobre o andamento das reformas tributária e administrativa, que poderiam melhorar a percepção sobre o Brasil no médio prazo. As barreiras políticas podem atrapalhar o andamento dos temas no Congresso, segundo a agência.
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