O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar da queda, o resultado foi melhor do que a retração de 26,6% registrada em todo mercado de carros de passeio e utilitários leves
Com o resultado afetado pela combinação de restrições da pandemia e desvalorização do real, as empresas importadoras de automóveis tiveram redução de 20,7% das vendas no ano passado, num total de 27,4 mil unidades emplacadas.
O número foi divulgado nesta quinta-feira, 14, pela Abeifa, associação que reúne, em sua maioria, marcas sem fábricas no Brasil, que vão desde grifes de alto luxo como Ferrari e Lamborghini a marcas também não populares, mas de maior volume, como Kia e Volvo.
Apesar da queda, o resultado dos importadores, influenciado pela antecipação de consumidores aos aumentos de preços, foi melhor do que a retração de 26,6% registrada em todo mercado de carros de passeio e utilitários leves (entre veículos nacionais e importados de todas as marcas).
A previsão da Abeifa para 2021 é de crescimento de 9,4%, o que, se confirmado, corresponderá à importação de 30 mil automóveis, ainda sem voltar ao nível de 2019: 34,6 mil unidades.
Durante a apresentação dos números, o presidente da Abeifa, João Oliveira, disse que vê este ano com otimismo por conta da iminência da vacinação contra covid-19 e perspectiva de maior estabilidade do dólar.
Por outro lado, ele observou que a recuperação será limitada pelo impacto do aumento das alíquotas de ICMS em São Paulo, assim como por repasses decorrentes da depreciação cambial.
Leia Também
As associadas da Abeifa trabalham com a perspectiva de dólar médio na casa de R$ 5,10 neste ano, um pouco abaixo dos R$ 5,16 de 2020. Oliveira comentou que a tendência é de um câmbio menos instável, com a moeda americana demorando, porém, para ceder, o que força as marcas a repassar o impacto cambial, ainda não totalmente transferido para as tabelas de preços das concessionárias.
"Tivemos uma depreciação cambial de 35% no ano passado e quando você olha para o aumento médio dos preços nota que todas as marcas ainda estão com preços defasados. Ainda há um caminho a ser feito, e em 2021 ainda vamos passar por alguma correção nesse sentido", afirmou Oliveira ao tratar da possibilidade de novos reajustes em entrevista virtual à imprensa.
"Já observamos em janeiro um primeiro movimento de correção. Ao decorrer do ano devemos ver novos movimentos de aumentos de preços", acrescentou o executivo.
Ao tratar do principal assunto da indústria automotiva no momento, o fim da produção da Ford no Brasil, o presidente da Abeifa disse ver na decisão da montadora americana o resultado de uma "transformação" pela qual outras marcas vão passar - ou seja, saída ou redução da presença industrial no Brasil.
Questionado se a Ford entraria na organização dos importadores, Oliveira respondeu que a Abeifa receberia com satisfação a nova marca. "A gente teria maior prazer em ter a Ford na Abeifa. Sabemos que algumas marcas vão passar por essa transformação. Se isso ocorrer, as portas da Abeifa seguirão abertas."
O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado
Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais
Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo
Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos
Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa
Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão