Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O dia em que o vento parou – ou por que investir só em energia eólica não vai baixar sua conta de luz

Conheça uma empresa com ações na B3 preparada para aproveitar as mudanças na matriz energética brasileira e com grande potencial de valorização

17 de setembro de 2021
5:43 - atualizado às 9:05
Imagem mostra painéis de energia solar com pás eólicas ao fundo
Reino Unido mostrou que depender demais da energia eólica também não é a solução Imagem: shutterstock

Todo começo de mês, eu repito a mesma rotina desagradável. Abro a caixa de correspondência do meu apartamento, pego todas as contas do mês, abro cada um dos envelopes para conferir se está tudo correto e, logo em seguida, efetuo o pagamento no aplicativo do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, acredite se quiser, no mês passado essa rotina conseguiu ficar ainda mais desagradável: ao abrir a conta de energia elétrica eu me deparei com uma tarifa 25% mais cara.

Eu sei que não fui só eu quem teve essa surpresa. Você e praticamente todos os brasileiros estão sentindo no bolso o desequilíbrio da nossa matriz de geração elétrica.

Conclusões precipitadas

E esse problema tem ocasionado uma série de descontentamentos e discussões calorosas sobre qual seria a melhor solução.

Infelizmente, tenho visto muitas conclusões precipitadas sobre o assunto, como aquelas que dizem que a resolução do problema seria acabar com todas as termelétricas e lotar o Brasil de usinas eólicas aparentemente mais baratas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas nos últimos dias o Reino Unido fez questão de nos mostrar que depender demais da energia eólica também não é a solução.

Leia Também

Mais eólicas, menos vento é igual a desastre

Como podemos ver no gráfico abaixo, a participação da energia solar e eólica tem crescido bastante no Reino Unido e atingiu mais de 28% de participação na energia gerada no ano passado (ante 23% em 2019).

Fonte: BEIS

Para você ter uma base de comparação, atualmente, no Brasil, apenas 11% da matriz de geração é das fontes solar e eólica, e mesmo com um aumento dos investimentos previstos nessas fontes nos próximos dez anos, a expectativa é de que a representatividade delas atinja apenas 17% em 2030, segundo o Plano Decenal de Energia.

Fonte: Plano Decenal de Energia, MME

Mas mesmo com a chamada "fonte de energia barata" representando quase um terço da matriz do Reino Unido, olha só o que aconteceu com os preços da energia elétrica desde o início do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fonte: ICIS

É claro que essa alta não é apenas o resultado de uma participação maior da energia eólica no sistema. A mãe natureza tem contribuído também.

O verão mais quente, seco e com menos ventos do que o normal na Europa tem feito com que as usinas eólicas não consigam gerar toda a energia que era esperada delas.

No entanto, esta situação real e que está acontecendo agora mesmo no Reino Unido mostra que não devemos tomar como certo que o aumento das energias eólica e solar no sistema se traduzirá automaticamente em energia mais barata.

Sem um planejamento, o tiro pode sair pela culatra. Na falta de um plano alternativo capaz de proteger o sistema quando faltar vento ou sol, a energia pode atingir preços exorbitantes, forçar blecautes e até provocar uma redução da atividade econômica para que o funcionamento de serviços essenciais, como hospitais, não sejam comprometidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais eólica, mais solar e mais térmicas a gás

Antes que você pense que sou anti-ESG, eu torço, sim, para que caminhemos cada vez mais para uma matriz energética mais limpa.

No entanto, quanto mais se inserem as fontes eólica, solar e hídrica na matriz energética de um país, mais ele estará exposto aos caprichos da mãe natureza.

E é por isso que não se pode encher o sistema dessas fontes renováveis sem colocar usinas capazes de suprir energia sempre que faltar vento, sol ou chuva (no caso específico do Brasil).

É neste contexto que entram as termelétricas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Elas funcionam como uma bateria para o setor elétrico, porque podem ser ligadas a qualquer momento, sempre que necessário.

Se essas termelétricas tiverem um combustível menos poluente e mais barato, como é o caso do gás natural, melhor ainda.

Elaboração: Seu Dinheiro. Fonte: Volker-Quaschning

MME pretende aumentar fatia de termelétricas a gás na matriz energética

Ainda bem que, apesar das várias opiniões equivocadas sobre a relação entre as termelétricas a gás e o preço da energia, o Ministério de Minas e Energia sabe muito bem da segurança que elas oferecem ao sistema quando se aumenta a presença de fontes eólicas e solares.

Por isso, o MME planeja aumentar a participação de termelétricas a gás na matriz brasileira nos próximos anos, não só para garantir a geração de energia quando faltar vento ou sol, mas também para substituir boa parte das usinas térmicas a carvão, diesel e óleo combustível, que são caras e/ou extremamente poluentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fonte: Plano Decenal de Energia, MME

De olho na Eneva

Quem está preparada para aproveitar essa mudança na matriz energética brasileira é a Eneva (ENEV3).

Além de uma evolução financeira e operacional formidável nos últimos anos e dos projetos de geração a gás que devem entrar em operação nos próximos trimestres, a companhia ainda contará com a perspectiva de aumento da geração termelétrica a gás no país para continuar crescendo.

Além disso, a situação hidrológica ruim também deve continuar ajudando a companhia a divulgar resultados fortes no curto prazo.

Por esses e outros motivos, a Eneva é uma das ações nas quais o Felipe Miranda, sócio-fundador e CIO da Empiricus, mais vê potencial de valorização. Aliás, ele resolveu mostrar a lista de ações nas quais ele mesmo está investindo neste momento, e a Eneva é apenas uma das Oportunidades de Uma Vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se quiser ter acesso gratuito por 30 dias à lista completa de ações, deixo aqui convite.

Um grande abraço e até a próxima!

Ruy

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FIM DA SECA DE IPOS

Compass precifica IPO em R$ 28 e pode levantar cerca de R$ 3,2 bilhões; quem é a gigante do gás, que pode estar presente na sua casa

8 de maio de 2026 - 9:22

A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano

VAI VOLTAR A BRILHAR

Por que este ex-economista do Fed aposta no ouro mesmo após o tombo com a guerra

8 de maio de 2026 - 7:30

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada

BALANÇO 1T26

“Não poderíamos estar mais preparados” — presidente da Azul (AZUL3) comenta impacto da guerra; aérea quase zera o prejuízo

7 de maio de 2026 - 12:58

Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio

FIM DO JEJUM

O que esperar da estreia da Compass (PASS3), o primeiro IPO da B3 em quase 5 anos e que pode movimentar até R$ 2,9 bilhões

7 de maio de 2026 - 9:31

A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia

FII DO MÊS

Fundo imobiliário de shopping rouba a cena com dividend yield de 11% e lidera recomendações para investir em maio; confira o ranking completo

7 de maio de 2026 - 6:02

Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa

VENTOS DE FORA

O que está por trás da subida de 4% da Vale (VALE3) hoje? BTG eleva preço-alvo

6 de maio de 2026 - 16:54

Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026

MERCADOS HOJE

Entre a paz e a pólvora: Ibovespa sobe no meio de um cabo de guerra que derruba o petróleo e a Petrobras (PETR4); dólar segue sob pressão

6 de maio de 2026 - 13:33

O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

Petróleo cai até 11% com possível acordo no Oriente Médio e puxa tombo de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3)

6 de maio de 2026 - 12:48

Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira

BEM-VINDA AO CLUBE

Samsung atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão e não é (só) pelos celulares; veja motivos

6 de maio de 2026 - 10:43

Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance

AÇÃO DO MÊS

Três gigantes são as apostas dos analistas para navegar as águas turbulentas de maio; confira o ranking completo

6 de maio de 2026 - 6:00

Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente

A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

EQUILIBRANDO A EXPOSIÇÃO

RBVA11 em expansão: FII adiciona Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia no portfólio por mais de R$ 100 milhões

4 de maio de 2026 - 17:32

Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre

TOP PICKS DE ENERGIA

Nem Cemig (CMIG4) nem Axia Energia (AXIA3): Safra dá veredito de compra para uma ação elétrica e diz quais são as favoritas do setor

4 de maio de 2026 - 16:55

O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras

SEM AQUISIÇÃO POR COTAS

Quer lucrar com a corrida do e-commerce? BTLG11 lança emissão aberta ao investidor — e você deveria entrar, segundo a Empiricus

4 de maio de 2026 - 15:05

Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo

SEM PROPOSTA

CVC (CVCB3) em alta na bolsa: companhia de viagens nega ter recebido proposta de aquisição para OPA

4 de maio de 2026 - 10:42

O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo

RECICLANDO O PORTFÓLIO

LOG (LOGG3) fecha maior venda da história com acordo de R$ 1,02 bilhão com FII do Itaú; veja os detalhes da operação

4 de maio de 2026 - 10:05

A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia

SADIA HALAL

IPO de US$ 2 bilhões a caminho: MBRF (MBRF3) dá passo final para colocar uma gigante na bolsa; veja detalhes

4 de maio de 2026 - 9:11

A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões

NOVAS MÁXIMAS

Bolsas de NY renovam recordes com esperança em relação à guerra no Irã; Nasdaq fecha acima dos 25 mil pontos pela primeira vez

1 de maio de 2026 - 18:26

Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA

SOBE E DESCE

Duas siderúrgicas e um estranho no ninho: o que levou Usiminas (USIM5), Hapvida (HAPV3) e Gerdau (GGBR4) às maiores altas do Ibovespa em abril?

1 de maio de 2026 - 15:32

Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia