O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De maneira geral, as pessoas estão com vontade de sair de casa, até mesmo para fazer coisas que nem gostavam tanto assim — como ir ao teatro, no meu caso
Para ser bem sincero, eu não sou o maior fã de teatro que existe no mundo. Não me entenda mal: respeito muito o trabalho de todos os envolvidos, mas essa simplesmente não é a minha praia.
Sou mais um cineminha em uma poltrona confortável, com um balde enorme de pipoca na mão, ou então maratonar uma série no domingão tomando a minha cervejinha gelada, fazer o quê?
No entanto, eu me surpreendi comigo mesmo nesta semana. Quando a Paloma me perguntou se poderíamos ir ao teatro quando tudo voltasse ao normal, a minha resposta foi um retumbante "sim, ótima ideia!".
É claro que ainda falta um tempo para que as coisas voltem ao normal por aqui.
Mas essa minha enorme vontade de ver uma peça mesmo sem ser muito fã de teatro mostra muito bem um fenômeno que vai começar a provocar uma mudança de hábitos de consumo que está prestes a acontecer em vários países.
De maneira geral, as pessoas estão com vontade de sair de casa, seja para comer fora, visitar lojas, viajar, curtir uma festa, beber com amigos e até mesmo para fazer coisas que nem gostavam tanto assim (como ir ao teatro, no meu caso).
Leia Também
É verdade que a pandemia provou que podemos fazer quase tudo pela internet sem sair de casa: pedir comida, comprar roupa, trabalhar, ver filmes, etc.
Mas, ao contrário do que muitos analistas estão pensando, eu não acho que as pessoas vão deixar de sair de casa simplesmente porque descobriram todas essas facilidades. Por exemplo, os shoppings seguem bastante descontados com essa tese de que as pessoas agora só vão pedir comida pelo app, comprar roupa online e nunca mais vão ao cinema porque descobriram o Netflix.
Não é tão simples! Também somos seres sociáveis e muito curiosos. Precisamos sair com a família, ver amigos, viajar, tocar nos produtos, conhecer pessoas novas, dar risada com os colegas do trabalho na hora do almoço e, apesar de nos ajudar muito, as maravilhas da internet ainda não resolvem todas essas necessidades.
Se você também pensa dessa maneira, saiba que as ações do Iguatemi (IGTA3) estão bem abaixo dos níveis pré-pandemia.
Pelo jeito, eu não sou o único que pensa assim.
Em um estudo recente, a Arbor Research mostrou que os termos pesquisados no Google por norte-americanos mudaram radicalmente nos últimos meses.
Enquanto nos primeiros meses da pandemia a procura foi muito grande por termos relacionados ao confinamento dentro de casa (como equipamentos de exercício, entrega de comida, móveis domésticos, etc), nos últimos meses houve uma migração das buscas para temas relacionados à reabertura (hotéis, restaurantes, cinemas, passagens aéreas, etc).
É óbvio que nem tudo vai voltar a ser como era antes. Algumas mudanças estruturais vão continuar o seu curso, como por exemplo, a digitalização cada vez maior do varejo, que apenas foi acelerada pela pandemia e que continuará beneficiando a Magazine Luiza (MGLU3) no longo prazo.
Mas essa mudança nos termos pesquisados deixa muito claro que as pessoas não mudaram totalmente seus hábitos só porque tiveram que ficar um ano dentro de casa.
Algumas coisas simplesmente não conseguem ser resolvidas na internet.
A esta altura você deve estar me perguntando: OK, Ruy, mas como eu posso me aproveitar disso?
O shopping Iguatemi, como eu já disse, é uma boa pedida. Mas mais para o médio prazo, dado que ainda é preciso ver um avanço relevante na vacinação aqui no Brasil para reduzir as chances de novas ondas de contágio.
No entanto, se você quer nomes que estão se aproveitando neste momento da reabertura nos Estados Unidos, a série as Melhores Ações do Mundo está com uma carteira muito bem preparada para capturar essa tese.
Lá você vai encontrar uma das companhias que mais se aproveita do aumento dos pagamentos fora de casa, uma empresa de petróleo que se beneficia bastante da retomada da venda de combustíveis para aviões (que finalmente vão voltar para o ar), a grande vencedora do setor de viagens e outra companhia que é destino certo de turistas, além de muitas outras.
Além dessas ações diretamente ligadas à reabertura, o João Piccioni está convidando você para conhecer outros três papéis nos quais Warren Buffett está apostando pesado atualmente.
Se quiser conferir de perto cada uma dessas várias oportunidades, deixo aqui o convite.
E lembre-se: um pouco mais de paciência e logo chegará a nossa vez!
Um grande abraço e até a próxima!
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026