O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Não convidaram a bolsa brasileira para essa festa nada pobre que os bancos centrais armaram para convencer o mercado.
O Ibovespa ficou mais uma vez na porta estacionando os carros, em meio a uma crise política, acompanhada de uma crise fiscal e coroada por uma crise hídrica.
Enquanto isso, no exterior, os investidores pagam (quase) sem ver as ações nas bolsas graças ao impulso dos trilhões de dólares em estímulos monetários.
A injeção de liquidez e a promessa de que os juros ficarão baixos por muito mais tempo levaram os índices das bolsas norte-americanas a novos recordes. E isso já virou rotina por lá.
Esse já é um dos mais longos ciclos de valorização das ações nos EUA de todos os tempos — interrompido apenas pelo pânico de março do ano passado, no início da pandemia da covid-19.
E não é só o dinheiro inventado do BC que sustenta a valorização. Os lucros em alta das empresas, em particular as gigantes de tecnologia, também justificam o bom desempenho dos mercados acionários.
Leia Também
Mas há quem diga que essa balada tem hora para acabar e pode vir uma ressaca brava para quem exagerar na dose. Será?
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess traz uma análise da forte alta das ações norte-americanas e também mostra se ainda dá tempo de o Brasil mostrar a cara na festa das bolsas internacionais.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Exterior segue positivo e bolsa deve enfrentar taxa de desemprego e briga pelo Orçamento para 2022 hoje. Sem maiores indicadores pela frente, as bolsas pelo mundo seguem positivas, mas o cenário doméstico pode fazer o Ibovespa andar na contramão mais uma vez.
CONSELHOS DO BILIONÁRIO
Esqueça o bitcoin e vá de ouro: investidor que previu a crise de 2008 afirma que mercado de criptomoedas é uma bolha. Em entrevista à Bloomberg, John Paulson avaliou que as criptomoedas são “um suprimento limitado de nada” que deve chegar a zero.
SEQUESTRO DIGITAL
Preocupado com seus dados? Lojas Renner (LREN3) diz não haver evidência de vazamento de informações em ciberataque. A varejista ficou com o site fora do ar entre os dias 19 e 21 de agosto após um ataque de hackers afetar os sistemas da empresa.
LEVANTANDO VERBA
Comgás, da Cosan (CSAN3), aprova emissão bilionária de debêntures; veja detalhes. Os recursos captados vão para a ampliação dos serviços locais de distribuição de gás canalizado, a construção de novas redes de distribuição de gás natural e mais.
CHEIA DE VIGOR
SulAmérica (SULA11) apresenta proposta de compra de até 100% da HB Saúde; veja os detalhes. De acordo com a companhia, a aquisição significará um aumento na presença em uma região do Estado de São Paulo que tem alto potencial de crescimento para sua operação em saúde e odonto.
SECA DE VOTOS?
Para a consultoria Eurasia, crise de energia no Brasil pode dificultar reeleição de Bolsonaro. Falta de chuvas pode brecar a recuperação da economia no pós-pandemia, segundo a consultoria, com reflexo nas eleições do próximo ano.
TRILHAS DE CARREIRA
Cinco passos para alcançar as suas metas profissionais ainda em 2021. Na coluna de estreia no Seu Dinheiro, Thiago Veras compartilha um modelo simples e poderoso para ajudar você a alcançar seus objetivos de carreira.
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples