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Sempre gostei muito de estudar História. Acredito que saber sobre o nosso passado e a origem de certos costumes e comportamentos ajuda a entender e viver melhor o presente e evitar equívocos futuros.
E quando se trata da história da humanidade, é impossível não falar de impostos. Os documentos mais antigos conhecidos, peças de barro de 4.000 anos antes de Cristo encontradas na Mesopotâmia, já faziam referência ao tema.
Pelo que se identifica nessas peças, os Sumérios, povo que vivia na região, tinham que entregar parte dos alimentos que produziam, e trabalhar cinco meses por ano para o governo (será que mudou tanto assim?).
E já naquela época, não havia garantias de que os recursos arrecadados seriam revertidos em benefícios aos cidadãos. No Brasil, a discussão sobre tributação sempre envolve este aspecto.
E quando falamos da história do país, o termo “reforma tributária” é bastante recorrente. Ao menos desde a década de 1990, praticamente todos os governos tentaram emplacar uma. E os resultados nunca foram satisfatórios.
Agora, está em curso mais uma tentativa. E uma das propostas da equipe de Paulo Guedes é tributar dividendos, inclusive dos fundos imobiliários.
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Isso provocou uma queda nos valores dos ativos. O IFIX, índice de fundos imobiliários da B3, chegou a cair 3% no dia do anúncio da medida.
Mas será que há motivos para isso? Os fundos imobiliários deixam de ser uma boa opção se realmente forem tributados? E antes disso, a proposta será aprovada pelo Congresso?
A Julia Wiltgen joga luz sobre estas questões com uma matéria que além de explicar tudo que envolve a proposta, traz especialistas que traçam um cenário para esta possível nova realidade dos fundos imobiliários. Vale muito a leitura.
O que mexe com os mercados hoje? A PNAD Contínua deve trazer dados amargos de desemprego no Brasil, enquanto o relatório de empregos nos EUA também deve mexer com a bolsa. Além disso, o cenário interno não deve ajudar os negócios.
Nós já sabemos que um IPO pode trazer recursos para uma empresa. Mas, além do dinheiro, a abertura de capital traz também um processo de aprendizado. O Seu Dinheiro Convida traz a visão de Patriciana Rodrigues, presidente do conselho de administração da Pague Menos, sobre como a oferta de ações contribuiu para a evolução da própria companhia.
O Magazine Luiza está sempre trabalhando na sua expansão. Desta vez, a rede varejista vai abrir 50 lojas no Rio de Janeiro, sendo 23 delas inauguradas na mesma semana. Para potencializar a ação de marketing a companhia ainda vai reformar o sistema a reforma dos ônibus da BRT que contarão com wi-fi gratuito por seis meses.
A Eletronuclear realizou a abertura de proposta de licitação do plano de Angra 3. O objetivo é adiantar algumas atividades de construção antes da empresa contratar o epcista, que será responsável pela obra global da companhia.
A Ambipar reforçou sua presença nas terras do Tio Sam com a aquisição da EMS Environmental. Com a compra, a empresa de gestão ambiental chega aos estados de Nova York, Pensilvânia e Carolina do Norte, ampliando para 16 bases na América do Norte.
Quem também está empenhada na expansão é a Klabin, que anunciou investimentos de R$ 342 milhões em projetos com este propósito. A maior parte dos recursos serão destinados ao aumento da capacidade na conversão de papéis em embalagens. Confira os detalhes aqui.
Mais aumento na conta de luz vindo aí? O agravamento da crise hídrica poderá fazer com que a Aneel aumente novamente o preço da bandeira vermelha nível 2, desta vez para R$ 11,49 a cada 100 kWh. Ontem, a empresa já havia aprovado reajuste de 52%, passando a taxa adicional de R$ 6,24 para R$ 9,49.
Com indicação de greve para o próximo dia 25 de julho, o líder dos caminhoneiros anunciou que a Petrobras abriu agenda para debater os problemas da categoria e assim buscar uma solução. Na tarde da última terça-feira, houve a primeira reunião entre o Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e a estatal.
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