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Responda rápido: você sabe o que uma pessoa quer dizer quando fala em “Negócio da China”? Essa é uma daquelas expressões que parecem ter caído em desuso nos últimos anos.
Tanto que, numa pesquisa informal que fiz com meus colegas do Seu Dinheiro, a maioria não soube responder qual o significado — ou respondeu errado.
Para quem não se lembra ou é jovem demais, a frase é (ou era) usada para destacar um negócio muito lucrativo. O forte crescimento da economia chinesa, que se tornou a segunda maior potência global, deveria apenas reforçar essa máxima.
Mas quem se basear apenas nas notícias recentes pode pensar o contrário. Quem fez negócios relacionados ao país asiático amargou prejuízos em várias frentes graças à intervenção estatal.
O caso mais emblemático é o da recente abertura de capital da DiDi — a “Uber” chinesa. O IPO multibilionário realizado no começo do mês em Nova York acabou virando um mico depois que a empresa sofreu restrições severas do governo.
No início da semana, as ações de tecnologia chinesas voltaram a sofrer com novas ameaças de regulação pelas autoridades, que também fecharam o cerco aos investimentos em educação no país.
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Mas, afinal, qual é o “negócio da China”? Ainda vale a pena expor uma parcela do seu portfólio a uma das maiores e mais complexas economias do mundo? Confira as respostas com o nosso colunista Matheus Spiess.
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