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Perdido e sob o calor escaldante do deserto do Saara, o piloto francês Thierry Sabine teve uma ideia que certamente surgiu de algum delírio: criar uma prova ligando a Europa ao norte da África, atravessando dunas e tempestades de areia.
Assim surgiu o rali Paris Dakar, que nos primórdios ligava as duas cidades e hoje acontece no território da Arábia Saudita.
A competição ficou conhecida no mundo todo por ser extremamente arriscada. Uma das vítimas fatais foi o próprio Sabine, que sofreu um acidente de helicóptero em uma das provas.
Você vê alguma semelhança entre o Paris Dakar e a bolsa brasileira? Pois um dos principais gestores de fundos do mercado brasileiro recorreu ao rali ao falar do risco de se investir na B3 hoje.
Responsável pela gestão de R$ 33 bilhões dos fundos multimercados, de ações e de crédito na Kinea, Marco Aurelio Freire está no time dos que não enxergam na queda recente das ações uma grande oportunidade de compra.
Para ele, empresas como Vale e Petrobras até estão baratas, mas contam com algumas fragilidades que podem deixá-las pelo caminho se esbarrarem em alguma tempestade. E as nuvens indicam tormentas econômicas e políticas adiante.
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Como se não bastasse, a alta dos juros atua como um vento contrário que tira parte da atratividade da bolsa. Ou seja, quem quiser chegar ao final dessa prova precisa ter ações de empresas resistentes e com bons pilotos.
Nesta entrevista exclusiva, o gestor da Kinea me contou quis são os seus “carros” favoritos para atravessar o rali Paris-Dakar-B3, e também o que espera dos juros e do dólar.
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