O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De dia, ela se transforma em falcão. À noite, ele vira lobo. A impossibilidade do encontro do casal apaixonado — exceto por um breve intervalo no crepúsculo — move os protagonistas de O Feitiço de Áquila.
Uma versão financeira do clássico filme dos anos 1980 acontece amanhã — justamente ali no horário do pôr do sol, às 18h30 — com o anúncio da decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros (Selic).
O resultado foi praticamente determinado na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), quando os diretores do BC se transformaram em falcões (hawk, em inglês).
No jargão econômico, a ave é relacionada a uma postura mais dura em relação à inflação pelas autoridades monetárias. O que significa usar as garras — no caso, as taxas de juros — para eliminar a presa.
Foi o que aconteceu em março, quando o Copom elevou a Selic em 0,75 ponto percentual e ainda anunciou que provavelmente faria um novo aumento na mesma magnitude. Então, se nenhuma grande surpresa ocorrer, os juros vão subir para 3,50% ao ano amanhã.
A grande dúvida do mercado agora é sobre os próximos passos (ou voos) do BC. Os diretores vão manter a postura de falcão ou podem se transformar novamente em pombos (dove, em inglês) — como são conhecidas as autoridades mais lenientes com a inflação?
Leia Também
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess diz o que esperar para o crepúsculo do Copom e os impactos para os seus investimentos, em um cenário com falcões ou pombos à frente do BC.
Com o clima positivo no exterior e o bom desempenho das ações dos bancos, o Ibovespa fechou em alta de 0,27%, a 119.209 pontos, apesar do cenário local mais conturbado. Já o dólar seguiu a trajetória de queda e recuou 0,24%, a R$ 5,4188.
O que mexe com os mercados hoje? À espera da decisão e do comunicado do Copom sobre os juros, os investidores devem aumentar a cautela, enquanto aguardam maiores desdobramentos sobre a CPI da Covid. O mercado também deve reagir ao balanço do Itaú Unibanco, divulgado ontem à noite.
O Itaú surpreendeu com um lucro de R$ 6,4 bilhões, acima das projeções dos analistas. Depois de quatro trimestres seguidos em queda, houve um avanço de 63,6% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Mas nem tudo no balanço foi motivo de comemoração.
A Alpargatas, dona da marca Havaianas, assinou um contrato para a compra da Ioasys por R$ 200 milhões, em uma tentativa de preencher as lacunas digitais da companhia. O negócio é mais um rearranjo do varejo depois do baque da pandemia.
A Qualicorp aprovou o pagamento de um total de R$ 570,393 milhões em dividendos. Serão R$ 1,3059 por ação, que serão pagos até 28 de dezembro, de acordo com o comunicado da empresa. Saiba os detalhes de quem terá direito a receber os valores.
A Petrobras aprovou a venda de três usinas termelétricas movidas a óleo combustível localizadas no Polo Camaçari (BA). O valor deve ficar em torno de R$ 95 milhões, mas, de acordo com o comunicado, pode ser alterado até o final das negociações.
Mesmo depois de uma valorização de mais de 300% desde o IPO, o Méliuz decidiu usar parte dos recursos em caixa para um programa de recompra de até 10% dos papéis da empresa no mercado. Saiba mais.
Com o agravamento da pandemia, as vendas de veículos novos no país caíram 7,5% em abril ante março. No total, 175,1 mil veículos foram licenciados no mês passado, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.
Fez uma doação e não sabe como declarar no imposto de renda? Clique aqui e confira como declarar doações no IR e como fazer doações na própria declaração.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Companhias alavancadas terão apenas um alívio momentâneo com a queda dos juros; veja o que mais afeta o custo de dívida
O colunista Ruy Hungria demonstra, com uma conta simples, que a ação da Eucatex (EUCA4) está com bastante desconto na bolsa; veja o que mais movimenta os mercados hoje
A Eucatex é uma empresa que tem entregado resultados sólidos e negocia por preços claramente descontados, mas a baixa liquidez impede que ela entre no filtro dos grandes investidores
Entenda a história recente do mercado de dívida corporativa e o que fez empresas sofrerem com sua alta alavancagem; acompanhe também tudo o que acontece nos mercados
Mudanças no ITBI e no ITCMD reforçam a fiscalização; PF também fez bloqueio de bens de aproximadamente R$ 5,7 bilhões; veja o que mais você precisa saber para investir hoje
Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado