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Já era um clichê antes da pandemia falar que um ano passou muito rápido. Mas vou incorrer nisso: estamos na metade do ano e parece que foi ontem que a virada para 2021 aconteceu.
Não que nada tenha ocorrido desde então. Para listar os eventos óbvios, Donald Trump saiu da presidência dos EUA, um golpe de estado aconteceu em Mianmar, a Ford deixou o Brasil e o nosso país chegou à marca trágica de 500 mil mortes pela covid-19.
Apesar disso, a pandemia passa a sensação de que pouca coisa aconteceu. A necessidade de isolamento limita a possibilidade de que algo novo aconteça na nossa vida pessoal, enquanto lá fora o mundo não para.
Ainda no início da pandemia, percebia que meu próprio inconsciente tratava de me levar para atividades fora de casa. Eu sonhava quase todas as noites que visitava lugares que nunca fui - e que, principalmente, encontrava as pessoas que amo.
Pouco tempo depois, fiquei sabendo que havia mais de um grupo de pessoas pesquisando os efeitos da pandemia sobre o inconsciente dos brasileiros. Parte desse trabalho está no recente “Sonhos confinados”, organizado por Christian Dunker, entre outros.
Com o avanço da vacinação, espero que os sonhos se tornem realidade em breve. Enquanto isso, vale lembrar do que já aconteceu em 2021 - em especial no mercado financeiro. Pode ser mais um ingrediente para calibrar decisões.
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Uma forma de rememorar o passado recente é com uma lista. Por isso, a Julia Wiltgen reuniu em uma matéria os melhores e piores investimentos do semestre. Ela conta quais foram as principais influências para o desempenho dos ativos.
Falando especificamente da bolsa brasileira, ontem o Ibovespa apagou as perdas dos dias anteriores e finalizou a semana quase no zero a zero, com uma leve alta de 0,29%. A CPI da Covid e a preocupação com os efeitos da crise hídrica na inflação pressionaram o mercado de juros, enquanto o dólar voltou a ser negociado acima de R$ 5. Saiba mais.
O lento processo de vacinação e as discussões sobre o Orçamento de 2021 no Congresso colocaram pressão sobre o Ibovespa durante parte do primeiro semestre. Mas o que esperar da bolsa até o final do ano?
A Jasmine Olga conta o que os analistas esperam para o mercado de ações. O texto é o primeiro da série “Onde Investir no 2° semestre”. Nesta semana, o Seu Dinheiro também publicou as perspectivas para dólar e ouro. Vale a leitura!
O clima de excepcionalidade gerado pela pandemia está ficando para trás no setor de educação superior, com os grandes grupos já pensando num retorno à normalidade. E qual a visão da Ser Educacional, uma das principais empresas da área com ações listadas na bolsa?
O repórter Victor Aguiar entrevistou o presidente da empresa, Jânyo Diniz. O executivo falou sobre aquisições, oportunidades, desempenho da companhia em meio à pandemia e ensino híbrido.
Investir em imóveis sem ter que lidar com inquilino e receber aluguel isento de imposto de renda é tudo que o investidor brasileiro pediu a Deus. Mas esse sonho está prestes a ficar menos cor de rosa caso a proposta da equipe econômica do governo Bolsonaro para a tributação de fundos imobiliários saia do papel.
Quais as chances de a proposta avançar? Se realmente o projeto prosperar, os FIIs perdem a atratividade? A Julia respondeu as principais dúvidas dos investidores sobre o assunto nesta matéria.
A proposta de reforma tributária pode acabar aumentando de maneira relevante o imposto sobre dividendos, o que tende a reduzir a atratividade dessa estratégia.
Pensando nesse problema que pode afetar milhares de investidores, o colunista Ruy Hungria trouxe duas oportunidades muito pouco conhecidas no setor de energia, que pagam dividendos recorrentes elevados e isentos de IR e que não entrarão nas novas regras de tributação propostas pelo governo – ou seja, tudo indica que permanecerão isentas.
A parte ruim é que eles não estão disponíveis para investidores comuns. Entenda aqui.
• Tony Ramos é ‘conselheiro financeiro’ e exemplo em gestão de patrimônio; veja como o ator cuida do próprio patrimônio neste link.
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